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6 de jul. de 2009

Comemorando aniversário, "Gazeta" estreia nova identidade visual

Direto da Redação
Em 10 de julho, a versão impressa da Gazeta Popular vai completar o seu primeiro ano de circulação em Jataí e no Sudoeste Goiano. E para marcar a data, a ABD Comunicação e Eventos estreia a nova identidade visual do jornal no blog que também está passando por reformulações. A nova logo também passa a fazer parte da versão impressa, a partir da próxima edição.
Na verdade, o esboço de um projeto jornalístico inovador surgiu em algum momento do ano de 2000, da criatividade do jornalista, radialista e bacharel em direito Terry Marcos Dourado. À época, Dourado batizou sua criação de "Gazeta Livre". O projeto acabou sendo engavetado, a publicação e circulação adiadas, por falta de apoio financeiro.
Oito anos se passaram até que, em 2008, um grupo de amigos do jornalista resolveu patrocinar a ideia. "Dizem que tudo na vida vem a seu tempo e à sua hora. Dizem que nada acontece fora do seu tempo. Então, apesar da ideia ter surgido em 2000, somente em 10 de julho de 2008, oito anos depois, é que consegui realizá-la, certamente porque esta data era a predestinada para a concretização, de fato, deste projeto. E assim aconteceu", comentou o jornalista Terry Marcos Dourado.
O projeto original trazia o esboço de um produto jornalístico ousado, forte, atraente, inovador e popular, sem ser popularesco. E mesmo tendo sido reformulado e atualizado, oito anos depois, inclusive tendo o nome alterado para Gazeta Popular, o jornal nasceu com a finalidade de ser um diferencial, um produto com identidade e marca próprias. Imprimindo um jornalismo verdadeiramente popular e sendo o primeiro jornal totalmente sem censura da imprensa goiana, Gazeta Popular traz um jornalismo forte, que comunica a notícia de forma simples, sem vulgarizar.
E neste primeiro ano de circulação da versão impressa, apesar do grande sucesso editorial, Gazeta Popular ainda não conseguiu atrair investidores do segmento empresarial, na condição de patrocinadores ou apoiadores, por duas razões. A primeira, é a falta de profissionais verdadeiramente sérios e esforçados para atuarem como vendedores de publicidade. O segundo motivo, é o fato de, ainda, infelizmente, o empresariado jataiense não ter assimilado o conceito de que investir em mídia impressa, apesar da ausência do imediatismo na divulgação da mensagem - marca, promoção ou qualquer outro tipo anúncio - como acontece nas mídias audiovisuais, a mídia impressa é a única q o público receptor consegue entender totalmente o que se está divulgando.
"A mídia impressa, é a única mídia que o receptor consegue transportar para onde quiser, inclusive arquivá-la, ou deixar para se informar depois. Enquanto isso, rádio e tv, quem não ouviu ou viu, perdeu. Quem ouviu ou viu mal, perdeu. E o empresariado ainda não valoriza o alto poder de informação da mídia impressa. Estamos trabalhando, dia a dia para que o empresariado reformule seus conceitos e não jogue fora o seu dinheiro, investindo em mídias erradas", ressaltou Dourado.
A atual mudança na logomarca (identidade visual) da Gazeta Popular é a terceira feita neste um ano de circulação da versão impressa. De acordo com Terry Marcos Dourado, criador de todas as logomarcas que utiliza, a nova logo é a que mais se aproxima da ideia original de um projeto jornalístico inovador, marcante, forte e popular. "E tudo isso pode ser constatado no formato das fontes (letras), no conjunto das cores (preto, vermelho, branco e prata) e nos efeitos utilizados", ressaltou o jornalista, diretor geral e editor geral da Gazeta Popular.
E vêm mais novidades por ai. Uma delas, é a realização do concurso de beleza e sensualidade masculina e feminina "Garoto e Garota Gazeta Popular" (mais informações, no blog oficial do concurso: http://www.garotoegarotagazetapopular2009.blogspot.com/). Aguarde.

10 de mar. de 2009

Finalista de concurso do "Programa Raul Gil", Lívia Detes grava hoje na Band

Terry Marcos Dourado - ABD Comunicação
Entrevista realizada por MSN
Nascida em Santa Helena de Goiás, mas residindo atualmente em Rio Verde, também no Sudoeste Goiano, a vida da cantora Lívia Detes, 20, está passando por uma mudança radical, porém positiva, desde novembro de 2008, quando estreou como concorrente no concurso nacional de revelação de novos talentos da música brasileira, o “Quem Sabe Canta”, do Programa Raul Gil, exibido nas tardes de sábado, pela Rede Bandeirantes de Televisão.
O pontapé de Lívia Detes para a fama nacional aconteceu novembro de 2008. À época, após receber uma ligação telefônica da produção do Programa Raul Gil, dizendo que ela estava selecionada para o concurso musical. Em 23 de novembro, Lívia Detes fazia sua estreia nacional, na Band, cantando "Paralelas", de Belchior, um clássico da Música Popular Brasileira (MPB).
Lívia Detes lembra, com muita emoção, deste momento inesquecível, pois, logo na estreia, ela conquistou dois preciosos pontos dos seis que era obrigado a conquistar para garantir vaga na final do concurso de novos talentos da música brasileira, o “Quem Sabe Canta”, do Programa Raul Gil.
Sua segunda apresentação não obteve um resultado tão satisfatório quanto à primeira. Lívia Detes interpretou a música “Casa no Campo”, composta por Zé Rodrix e Tavito, e gravada pela imortal Elis Regina. Na oportunidade, o júri definiu que a música não foi favorável ao timbre vocal de Detes. “Recebi um balde de água fria” – comenta a cantora, acrescentando que naquele momento estava mais acostumada com o ambiente televisivo e, portanto, bem mais calma e confiante do que em sua primeira apresentação, onde a tensão dominava. “E mesmo estando mais segura, não agradei aos jurados” – desabafa. Lívia recebeu um precioso ponto que lhe garantiu presença no programa seguinte, exibido no início de dezembro.
Em sua terceira participação no Programa Raul Gil, Lívia Detes interpretou a música “Sangrando”, gravada por Gonzaguinha, apresentação que fez com que a diretora teatral e produtora artística Marli Marley fosse às lágrimas por forte emoção. E para o programa seguinte, Detes escolheu o clássico nacional “Aquarela do Brasil”, composta por Ary Barroso. “Esta é uma música que eu sempre quis cantar” – comenta a cantora, confidenciando que havia planejado iniciar, com esta música, a sua trajetória no concurso do Programa Raul Gil, mas acabou por optar por deixá-la para mais adiante, num momento decisivo da disputa. E assim o fez.
“Aquarela do Brasil” proporcionou a Lívia Detes, uma cena única na história do Programa Raul Gil. A cantora goiana foi surpreendida pelo temido produtor musical e presidente do júri, José Messias, que ao elogiá-la, levantou-se da tribuna e a aplaudiu de pé. O gesto foi seguido pelos demais jurados e por toda a platéia, que a aplaudiu de pé, numa ovação absoluta e emocionante. “Fiquei completamente perdida e totalmente sem reação diante desta surpresa. Eu jamais, em toda a minha vida, imaginei passar por um momento assim. Foi uma emoção muito forte” – lembrou Detes.
Presente entre os 20 finalistas do concurso de novos talentos da música brasileira, o “Quem Sabe Canta”, a goiana Lívia Detes está concorrendo à gravação de um cd produzido por Raul Gil Júnior, o “Raulzinho”, diretor do programa apresentado pelo pai. Lívia Detes também concorre ao título de “Melhor Voz”, ou artista mais popular e comercial. Se for a escolhida, irá receber como prêmio um automóvel zero quilômetro.
Faltando três programas para o término do concurso, Lívia Detes concedeu uma entrevista exclusiva à ABD Comunicação/Gazeta Popular, compartilhada com a revista Foccus, na noite da quinta-feira, 5 de março, enquanto ainda se encontrava em Rio Verde (GO). Esbanjando muita simpatia e uma simplicidade rara no meio artístico, a cantora goiana que começa a conquistar fama nacional e a impressionar os mais temidos jurados de programas de calouros na televisão, a exemplo de Marli Marley e do produtor musical José Messias, aproveitou a entrevista para relatar um pouco da emoção que sente em realizar um sonho de criança: cantar no programa de Raul Gil, um dos maiores comunicadores da televisão brasileira. Confira, a seguir, a íntegra do nosso bate papo com Lívia Detes.
Como foi o início da sua carreira como cantora?
Lívia – Bom... Comecei a cantar aos nove anos, no aniversário da minha avó, dona Antônia. Meu tio Francisco (Tinto) foi quem tocou violão para mim. E depois, eu ainda pequena, continuei a cantar com ele em festas, em casamentos, e onde fosse possível. Cantei na banda do meu tio até os meus doze anos, ou seja, quando eu ainda morava em Santa Helena de Goiás, minha cidade natal. Aos doze anos de idade, mudei para Rio Verde e comecei a cantar aqui.
E como foi a continuidade da tua carreira musical, em Rio Verde?
Lívia – Aqui em Rio Verde, eu comecei a participar de festivais mirins e já obtendo boas classificações, ou seja, sempre em primeiro ou em segundo lugares. Então, comecei a conhecer os músicos aqui de Rio Verde através das minhas participações nos festivais. A partir dos meus 14 anos, eu cantava em barzinhos, apesar de ser muito nova na idade (risos). Daí, nunca mais parei de cantar na noite, seja em barzinhos ou em bailes, festas de formaturas, enfim, onde fosse possível cantar, lá estava eu (risos).
Qual foi o seu maior incentivo que a levou a se submeter a um teste para participar do Programa Raul Gil, na Rede Bandeirantes de Televisão?
Lívia – Bom... Chegou um momento que eu sentia que estava tudo muito parado na minha vida. Sempre as mesmas coisas, ou seja, sempre cantando em barzinhos, nos bailes, nas festas de formatura... Então, eu cheguei à conclusão de que eu queria e precisava de algo novo em minha vida. Uma experiência nova, entendeu? E desde eu criança, a minha família já me incentivava e dizia que, quando eu crescesse, eu iria cantar no (programa) Raul Gil.
Sério, Lívia?
Lívia – Sim. Principalmente minha avó, que já é falecida, era a minha maior incentivadora. Então, eu decidi correr atrás deste objetivo. Tenho um amigo que mora em São Paulo, ele é cantor, o Kaíke, que me ajudou muito.
Quando você se submeteu ao primeiro teste na televisão?
Lívia – Foi em dezembro de 2007. Como o Kaíke já morava lá em São Paulo, e ele até tinha gravado, à época, uma participação no programa do Raul Gil, há algum tempo atrás, ele já sabia como funcionava o esquema de participação no programa do Raul (Gil), sabia os locais e horários das inscrições, dos testes, enfim, todas as informações necessárias e, ele me repassou tudo isso, então eu fui tentar a sorte. Posteriormente, o Kaíke voltou a participar do Programa Raul Gil, ficando até as semifinais.
Hoje, na condição de finalista do concurso musical “Quem Sabe Canta”, de um programa de televisão em rede nacional, o Programa Raul Gil, você tem uma estratégia para vencer a disputa?
Lívia – Não. Não tenho nenhuma estratégia. O negócio é deixar as coisas fluírem naturalmente, não esquecendo, claro, de que o repertório é uma peça importante para vencer o concurso. Aliás, segurança, repertório e sorte, são fundamentais para a vitória (risos).
O que mudou na sua vida após a sua estréia como cantora, em um programa da Rede Bandeirantes de Televisão?
Lívia – Acho que, quando chega a hora certa, tudo acontece. Só posso te dizer, nesse momento, que estou muito feliz por estar entre os vinte melhores participantes do concurso. E isto, para mim, já é uma grande vitória. E sobre o que você perguntou sobre ter mudado algo na minha vida, posso te dizer que, até agora, não mudou muita coisa não. Continuo cantando aqui em Rio Verde e em outras cidades da nossa região. Continuo fazendo meus shows, trabalhando normalmente e, claro, me concentrando muito para enfrentar esta fase final do concurso musical do Programa Raul Gil.
Mas as pessoas já começam a te ver e a te tratar de uma forma diferente, não?
Lívia – Sim, claro. Acho que o que muda é a forma como as pessoas estão me vendo e me conhecendo agora, depois da minha participação no programa. A mídia, com certeza, ajuda muito a valorizar qualquer artista, seja um cantor ou mesmo um ator. As pessoas começam a nos ver com outros olhos e com maior interesse.
Como tem sido sua participação no Programa Raul Gil até o último programa exibido, em 28 de fevereiro?
Lívia – Bom, foram quatro programas, nos quais eu obtive seis votos para conseguir chegar à final do concurso. Vamos começar na próxima terça-feira (10 de março) a gravar as eliminatórias da grande final. E o público vai poder conferir esta gravação no sábado, 14 de março.
Você já pensa em gravar seu primeiro CD, Lívia?
Lívia – Sim, claro. Estou com um projeto para o final deste ano, o de gravar um cd, independente de qual for o resultado da minha participação na final do concurso musical do programa do Raul (Gil). Acho que a minha participação no programa do Raul (Gil) foi e está sendo um momento único na minha vida, uma porta que se abre para muitas coisas boas num futuro próximo, eu diria. Muitas pessoas que, antes, sequer me conheciam, agora estão tendo acesso ao meu trabalho e começando a me conhecer. E isto é fundamental na minha carreira artística.
Você já está com o repertório definido para o seu primeiro cd?
Lívia – Totalmente, ainda não. Estou selecionando as músicas e tentando conseguir o patrocínio necessário para a consolidação do projeto. Inclusive, aproveito o espaço para dizer que estou aberta a receber patrocínios. Certo, gente? (risos).
E qual será o seu estilo musical após sua participação no Programa Raul Gil?
Lívia – Quero fazer um estilo diferente dos que já existem no mercado nacional da música, ou seja, uma mistura da música pop brasileira com a masica clássica, enfim, quero produzir algo novo, inovador. Adoro novidades (risos).
Você já tem contrato com algum empresário aqui em Goiás?
Lívia – Ainda não. Ainda estou na fase do “freela” (free-lancer). Geralmente, as bandas que têm tocado para mim já têm seus empresários, mas são deles, das bandas, não meus, entendeu?
Lívia, por ter conquistado uma expressiva votação que lhe garantiu presença na final do concurso musical do Programa Raul Gil, inclusive ressaltando que você chegou a emocionar dois dos mais críticos jurados do programa, a Marli Marley e o temido produtor musical José Messias... Você acredita que seja a candidata mais forte nesta fase final da competição?
Lívia – (risos) Não acho que eu seja a finalista mais forte, não. Todos que estão na final do concurso tem capacidade para vencê-lo, pois são os melhores selecionados pelo júri.
Qual o tratamento que você tem obtido da produção do Programa Raul Gil?
Lívia – Tem sido muito bacana. Lá tudo é muito profissional.
Existe algum preconceito por você ter nascido e morar numa cidade do interior de Goiás?
Lívia – Como te disse, nasci em Santa Helena de Goiás, mas moro atualmente em Rio Verde, ambas cidades aqui do Sudoeste Goiano....
Desculpe a indelicadeza. Você tem quantos anos?
Lívia – Tenho 20 (risos).
Mas, sobre a pergunta que te fiz sobre o preconceito...
Lívia – Então... No início da minha participação no programa rolou um certo preconceito, sim. Eu senti isso.
Que tipo de preconceito? Como foi isso?
Lívia – Quero deixar bem claro que este preconceito não partiu da equipe de produção do Programa Raul Gil, mas sim de alguns concorrentes meu. Eles achavam que eu fosse cantar música sertaneja, pois ficavam me perguntando isso o tempo todo (risos). A impressão que eu tive é que eles acham que todos aqui na nossa região são pessoas caipiras, sertanejas (risos).
O pessoal te olhava com uma certa desconfiança, então?
Lívia – Sim.
Por você ser mulher, você acha que uma cantora sofre preconceitos por cantar o estilo sertanejo?
Lívia – Não sei. Eu acho legal a música sertaneja.
Será que vai ser, este, o estilo que você pretende seguir na sua carreira após sua participação no Programa Raul Gil?
Lívia – Pra te falar a verdade, eu gosto muito da música sertaneja, mas não sei se vou escolher alguma para gravar no meu cd. Quem sabe, né? (risos).
Você é a primeira cantora goiana a chegar à final de um concurso de novos talentos da música no Programa Raul Gil?
Lívia – Sim, sou.
Voltando ao projeto de gravação do seu primeiro CD, você vai escolher qual estilo musical?
Lívia – Por ser meu primeiro CD, vou fazer uma coisa mais eu, né?(risos), mas se eu tiver um empresário forte, ele vai ter direito a opinar, com certeza. O meu estilo inicial seria um pop mais musical.
Este empresário a que você se refere seria o Raulzinho Gil (diretor do Programa Raul Gil, na Band)?
Lívia – Sim, pode ser sim.
O Raulzinho Gil já demonstrou interesse em gravar um CD com você? Ele chegou a conversar com você sobre isso?
Lívia – Sim (risos), conversamos. Mas ele falou com todos os calouros finalistas do programa. Ele disse que, caso ele contrate, ele irá opinar no CD.
Faltam três programas apenas para a final do concurso. Até lá, como está sua preparação?
Lívia – Nesta fase de eliminatórias da final do concurso, eu só ensaio mesmo cada música que vou apresentar e cuido muito da minha voz. Tomo bastante água e evito ingerir alimentos e líquidos gelados. Também tento me relaxar ao máximo e ficar tensa o mínimo possível (risos).
Você tem medo do temível jurado, o produtor musical José Messias?
Lívia – Do Messias? (risos) Não. Imagina?! Mas, vou te confessar que, no primeiro programa que eu gravei, até tinha sim, tinha medo dele me queimar na televisão. Mas, hoje, vejo que ele gosta do meu trabalho, e eu sempre tive votos dele e da Mali (Marley, diretora e produtora teatral).
Até agora, qual foi o momento mais marcante em sua passagem pelo Programa Raul Gil, da Band?
Lívia – Sem dúvidas, o primeiro programa que eu participei, em 20 de novembro do ano passado, pois foi algo muito mágico, inesquecível, vendo tudo aquilo, que antes era um sonho meu, acontecer diante dos meus olhos. Naquele dia, eu cantei “Paralelas”, do Belchior. Foi tão lindo! (se emociona).
E as maiores dificuldades que você teve que enfrentar, ou está enfrentando, para se manter no programa?
Lívia – Dificuldades financeiras e também dificuldades de adaptação ao ritmo maluco da cidade de São Paulo, tudo muito diferente daqui, até porque eu não conhecia São Paulo, antes. E teve um dia que me deu uma forte crise de choro, pois eu me senti sozinha e desamparada. Eu estava na casa de uma amiga minha, em São Paulo, onde eu sempre fico quando vou pra São Paulo gravar o programa. Eu estava deitada no quarto e, de repente, comecei a sentir muito mal, com vontade de voltar para a minha casa, em Rio Verde, uma enorme vontade de estar junto da minha família. Enfim, deu uma deprê, mas nessa hora busquei forças em Deus, Ele que sempre ficou e fica do meu lado. Acho que Deus é o único que está o tempo todo ao meu lado, junto de mim.
Qual a impressão que você tem do dono do programa, o comunicador Raul Gil? Como ele é do outro lado da televisão?
Lívia – Primeiramente, ele é uma pessoa muito profissional, um ser humano especial, muito centrado naquilo que está fazendo. Ele trata a todos com muita cortesia, carinho e educação, mas a gente só tem contato com ele na hora da gravação.
A gente sabe que, como diz o ditado: “santo de casa, não faz milagre”. As pessoas em Rio Verde, e na sua cidade natal, Santa Helena de Goiás, têm lhe tratado com maior popularidade após sua imagem e seu talento serem divulgados na televisão, em um programa exibido em rede nacional?
Lívia – Sim, claro. Tá muito bacana. As pessoas me param nos lugares para me cumprimentar e demonstram estarem orgulhosas de eu estar representando com dignidade o nosso Estado e a nossa região.
Esta fama repentina te assusta?
Lívia – Não Acho tudo isso muito normal. Posso te dizer que estou adorando tudo isso, as pessoas me parando nos lugares para conversar comigo, me cumprimentar, pedirem para tirar fotos comigo, enfim, tudo isso está sendo muito legal.
Qual a sua mensagem aos fãs e aqueles que estão conhecendo agora o seu trabalho, o talento musical de Lívia Detes?
Lívia – Eu só tenho a agradecer a todos que me acompanham, torceram e torcem por mim, pelo meu sucesso. Sinceramente, estou muito feliz por estar entre os finalistas do quadro “Novos Talentos – Quem Sabe Canta” do Programa Raul Gil, na TV Bandeirantes e, como vem acontecendo desde a minha primeira apresentação, estarei dando o melhor de mim naquele palco visando vencer a competição, aliás, não só naquele palco mas em qualquer outro que eu vier a apresentar de agora em diante. (*)
OS BASTIDORES
Desde que estreou no Programa Raul Gil, Lívia Detes tem vivido dias intensos de muita movimentação. Nos dias de gravação têm exigido muita disposição da artista, mesmo dispondo de todo apoio da equipe de produção do programa.
Geralmente, os participantes chegam à sede da Rede Bandeirantes, no bairro do Morumbi, em São Paulo, por volta das 10 horas da manhã. Uma figurinista da Band presta assessoria na escolha roupa a ser usada na gravação. Em seguida, os competidores são preparados por cabeleireiros e maquiadores. Às 15 horas começa a gravação do programa.
Na manhã desta segunda-feira, 9, por MSN eu conversei com a cantora Lívia Detes, que já estava em São Paulo para a gravação, na tarde desta terça-feira, 10, da primeira etapa classificatória da finalíssima do concurso musical de novos talentos do Programa Raul Gil. A gravação será realizada nos estúdios da Rede Bandeirantes de Televisão, no bairro do Murumbi.
Lívia me disse que estava concentrada, já se preparando para a gravação. Disse estar muito confiante que vai passar para a etapa seguinte, a ser gravada na próxima terça=feira, 17.
A apresentação que a cantora goiana irá gravar nesta terça-feira, 10, será exibida no próximo sábado, 14. A grande final do concurso vai ser exibida no próximo dia 28 de março. Lívia Detes faz segredo sobre a música que irá interpretar na gravação da primeira classificatória, hoje. A qualquer momento, novas informações sobre a participação da cantora goiana, representante do Sudoeste Goiano, no Programa Raul Gil, da Band.
(*) Agradecimentos Especiais a Vinícius Castro.

31 de dez. de 2008

Especial Legislativo de Jataí 2009/2010

Terry Marcos Dourado - ABD Comunicação
Filho do casal Altina Cabral de Oliveira e Agostinho Ferreira da Silva, Gênio Eurípedes Cabral de Assis nasceu em Jataí, em 29 de agosto de 1954.
Dono de uma personalidade forte, rígida, exigente e perfeccionista como um típico virginiano Gênio Eurípedes não se sente muito à vontade para falar de si próprio, mas orgulha-se de sua origem humilde, também por ter os pais que teve e, claro, por ter nascido em Jataí, uma de suas eternas paixões. Seu pai, um humilde pedreiro e, sua mãe, uma simples doméstica, formaram um casal harmônico. Uma gente humilde e honrada, verdadeiros exemplos de vida e sólidos pilares para a estrutura moral e pessoal de Gênio Eurípedes de Assis.
“A minha maior riqueza são alguns dons que tenho para as artes e também minhas faculdades oficiais. Não pago impostos por eles e sequer sou obrigado a declará-los no meu Imposto de Renda” – brinca o irreverente vereador que, além de advogado, também já demonstrou habilidades culturais, seja no teatro, como ator; na música, como cantor e compositor; nas artes visuais, como fotógrafo e pintor; ou na literatura, como escritor e poeta.
No decorrer de sua vida, o jovem Gênio Eurípedes Cabral de Assis estudou sempre em escolas da rede pública. No Instituto Samuel Grahm (ISG), ele concluiu o antigo segundo grau, mais precisamente o Curso Normal (hoje, Magistério), tendo sido o orador de sua turma. A partir daí, Gênio Eurípedes, tornou-se o “professor Gênio”. Naqueles tempos, graças à seu forte carisma, voz firme e oratória sensual, Gênio era considerado um dos “galãs” da política, da educação e da cultura jataiense. O poder de sedução, no bom sentido da palavra, era uma das características marcantes do “jeito Gênio Eurípedes de ser”.
Anos depois de sua formatura no Magistério, Gênio Eurípedes tornou-se bacharel em Ciências Jurídicas, pela Faculdade de Direito do Centro de Ensino Superior de Jataí (Cesut), onde fundou o Diretório Acadêmico 10 de Agosto. Pouco depois, pós-graduou-se em Direito Público e graduou-se em Pedagogia pela União das Faculdades Alfredo Nasser (Unifan), tendo também concluído a pós-graduação em Orientação Educacional.
Por doze anos consecutivos, Gênio Eurípedes foi secretário municipal da Educação, em Jataí. No final dos anos 80, foi o vice-prefeito de Jataí, no segundo mandato do saudoso prefeito Mauro Antônio Bento, entre 1989 e 1992. Ainda exercendo seu primeiro mandato de vereador, conquistado nas eleições de 2004, Gênio Eurípedes tornou-se, em 2006, suplente de deputado estadual, e mesmo tendo uma expressiva votação, não assumiu cadeira no Parlamento Goiano. Como escritor, Gênio Eurípedes de Assis usou e abusou de sua apurada sensibilidade e espiritualidade para publicar diversos livros abordando temas direcionados à formação integral do ser humano, além de muita poesia capaz de levar o leitor a profundas reflexões e, por conseqüência, a fortes emoções.
Na fotografia, tendo trabalhos expostos inclusive em outros países, Gênio Eurípedes também faz uso de suas emoções, sua aguçada sensibilidade para captar ângulos exclusivos que transformam cada foto em uma obra de arte com todos os ingredientes necessários para causar emoção e impressionar a qualquer pessoa. Uma paixão particular já declarada por Gênio é fotografar as belezas naturais e cênicas de sua amada terra-natal, Jataí.
Na música, compositor de várias canções gravadas por cantores profissionais, o ex-boêmio Gênio Eurípedes Cabral de Assis, um verdadeiro romântico à moda antiga, também já demonstrou seus dotes como cantor, principalmente de renomados boleros. Até mesmo a pintura moderna, foi prestigiada pelo genial talento do Gênio pintor.
Em tudo que fez e continua fazendo, Gênio Eurípedes Cabral de Assis é simples e trabalha à exaustão, pois não é de deixar algo pela metade ou para fazer depois. Ao longo dos seus 54 anos de vida, sempre teve vocação para o trabalho. Desde pequeno, ajudava o pai, como servente de pedreiro, a garantir o sustento da família. Gênio Eurípedes se revela uma criança, um adolescente, um jovem, um homem inquieto. Espiritualista, revela gostar de Deus e de ouvir músicas instrumentais do gênero “new age”, para se auto-relaxar e em suas meditações diárias.
Do casamento com Idélia Maria de Lima Assis, veio os filhos Larissa e Ênio, para quem sempre se preocupou em ser um pai exemplar e amigo. Em sua vida social, presidiu a Fundação Educacional de Jataí, órgão mantenedor de cursos superiores no Município, do qual se orgulha em ter conseguido livrar a prefeitura do compromisso com a quitação da folha de pagamento referente aos cursos da Universidade Federal de Goiás (UFG) local, à época conveniando o Governo do Estado à quase totalidade dos encargos de pessoal.
Gênio Eurípedes também presidiu várias outras entidades sociais jataienses. E como educador, lecionou a antiga disciplina de Organização Social e Política Brasileira (OSPB) nos colégios estaduais Nestório Ribeiro e José Feliciano Ferreira, neste também lecionou as disciplinas de Ciências e Desenho Técnico. Também foi professor substituto no Lar e Creche Ilha dos Bambus, dentre outros locais. Apaixonado por esportes, é membro fundador da Associação Desportiva Independente de Jataí (Adij).
Nas eleições municipais de 2008, Gênio Eurípedes Cabral de Assis foi surpreendentemente o mais votado com seus 2.523 votos. Assim, em 5 de outubro de 2008, iniciava o período de glórias e júbilos de um guerreiro e ferrenho defensor da verdadeira moral, da justiça social e da ética, um homem que há anos vinha sendo incompreendido, maltratado e preconceitualizado em suas lutas por uma política mais honesta, mais decente e mais humana, uma política que respeite o eleitor e os cidadãos de bem. Até mesmo sua honra pessoal chegou a sofrer ataques de adversários, principalmente quando, em 2007, descobriu e denunciou ao Ministério Público, ao Tribunal de Contas dos Municípios e à polícia, indícios de práticas ilegais e lesivas ao patrimônio público, por parte de membros da administração municipal jataiense.
Nos últimos meses, Gênio conheceu o inferno. Censurado e ignorado pela imprensa local, Gênio Eurípedes maldosamente, passou a ser criticado e a tratado com preconceitos. Chegou a ser rotulado de louco, alienado e subversivo. Mas, embasado por seus princípios basilares éticos, morais, sociais e cívicos, Gênio permaneceu firme e forte, consciente de estar agindo da forma correta no cumprimento de suas obrigações enquanto cidadão, homem público e agente político. As ameaças, as injustas agressões que sofrera, nada disso lhe intimidaram. E mesmo Gênio e a sociedade ainda não tendo uma resposta oficial e concreta de toda esta luta, o vereador se dá por satisfeito por não ter se omitido em sua obrigação de respeitar os cidadãos de Jataí. Hoje, a imprensa interesseira lhe dispõe um tratamento vip, o que certamente não vislumbra o ego, a personalidade e, tampouco o caráter natos de Gênio.
E, com o resultado do pleito eleitoral de outubro de 2008, o povo reconheceu e avalizou a luta de Gênio Eurípedes de Assis e fez dele o representante político popular mais votado, garantindo-lhe mais quatro anos de mandato. É o início de um período jubilar e de consagração à luta de um homem que deu demonstrações sérias e inquestionáveis que sua vereança não visa o status social ou o salário que mensalmente recebe, mas o fiel compromisso de ser honesto com seus princípios e sua seriedade no cumprimento dos compromissos firmados com o povo jataiense.
Assim sendo, Gênio Eurípedes de Assis se vê agora, em 2009, diante de novos desafios. Conduzir os destinos do Parlamento Municipal Jataiense pelos próximos 24 meses e fazer com que a credibilidade pública da imagem deste poder político seja consolidada. Hoje, Gênio Eurípedes de Assis é um político centralizador do respeito, do carinho e da admiração de companheiros e até de adversários que, certamente vêem nele o homem que irá causar uma profunda transformação benéfica, com suas idéias e ações, em toda uma história secular do Poder Legislativo de Jataí. Espera-se uma genial gestão que, com a participação fundamental de todos os vereadores que compõem a 17ª. Legislatura, irá construir e perpetuar toda uma história que, certamente, será motivo de muito orgulho de todos os jataienses, no futuro.

29 de set. de 2008

Acordo assinado, reforma ortográfica da Língua Portuguesa entra em vigor em janeiro

Terry Marcos Dourado - ABD Comunicação
Com informações da Folha Online
A partir de janeiro, os brasileiros vão poder escrever usando a gramática antiga e a reformulada até 2012. Durante a sessão solene de celebração do centenário da morte do escritor Machado de Assis, realizada pela Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro (RJ), na tarde desta segunda-feira (29), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o decreto que estabelece o cronograma para a vigência do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. "O acordo tem, na verdade, uma importância maior do que pode parecer à primeira vista. Por isso, precisa ser explicado com clareza para os cidadãos desse país", disse o presidente.
Para o presidente, o acordo é um resgate das origens. "Quero destacar o resgate dos nossos laços com a África, principalmente com os países de língua portuguesa. É o reencontro do Brasil com suas raízes mais profundas, um reencontro consigo mesmo" – ratificou Lula. A unificação ortográfica dos países de língua portuguesa é discutida desde 1991, e ntre escritores e gramáticos, não há consenso sobre a reforma.
O acordo entra em vigor a partir de janeiro de 2009, mas as duas normas ortográficas, a atual e a prevista no acordo, poderão ser usadas e aceitas como corretas nos exames escolares, vestibulares, concursos públicos e demais meios escritos até dezembro de 2012. A reforma ortográfica prevê mudanças na Língua Portuguesa, como o fim do trema, a supressão de consoantes mudas, novas regras para o emprego do hífen, inclusão das letras w, k e y ao idioma, além de novas regras de acentuação.
O acordo foi assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990, para unificar o registro escrito nos oito países que falam português: Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, Brasil e Portugal. A medida, segundo o Ministério da Educação (MEC), deve facilitar o processo de intercâmbio cultural e científico entre os países e ampliar a divulgação do idioma e da literatura em Língua Portuguesa.
Veja, a seguir, exemplos das alterações que começam a vigorar em janeiro:
Hífen ( – )
Não vai ser mais usado. Assim, quando o segundo elemento começa com “s” ou “r”, estas consoantes deverão ser duplicadas. Ex.: anti-religioso(hoje) vai passar a ser escrito “antirreligioso”. Assim como “antissemita”, “contrarregra” e “infrassom”, por exemplo.
E quando o prefixo terminar em vogal, e o segundo elemento começar com uma vogal diferente, a exemplo da palavra “extraescolar”, “aeroespacial” e “autoestrada”, também não vai ser usado o hífen.
Mas o hífen ( – ) vai ser mantido nos casos onde os prefixos terminam em “r”, a exemplo de “hiper-“, “inter-“, “super-“. Assim, palavras como “hiper-requintado”, “inter-resistente” e “super-revista” vão continuar usando o hífen.
Trema: (ü)
Pela nova regra ortográfica brasileira, a palavra “tranqüilidade” escrita atualmente, passa ser escrita assim: "tranquilidade", seu o trema (..) em cima da letra “u”. Mesmo deixando de existir, o trema continua valendo apenas para nomes próprios e seus derivados.
Acento Diferenciado ( ´ )
A partir da entrada em vigor da reforma ortográfica da Língua Portuguesa no Brasil, em janeiro de 2009, não se usará mais o acento agudo ( ´ ) para diferenciar significados de palavras com a mesma grafia. Assim, palavras como; pára (flexão do verbo “parar”) e para (preposição) vão ser escritas somente assim: “para”. Outros exemplos: “péla” (flexão do verbo “pelar”) e “pela” (combinação da preposição com o artigo) vira “pela” para ambos os casos. “Pólo” (substantivo) e “polo" (combinação antiga e popular de “por” e “lo”) serão escritas apenas assim: “polo".
As palavras “pélo” (flexão do verbo “pelar”), “pêlo” (substantivo) e “pelo” (combinação da preposição com o artigo) passarão a ser escritas sem qualquer acento, assim: “pelo”, sem qualquer acento diferenciando os significados. Um outro exemplo deste caso são as palavras “pêra” (substantivo para designar o nome de uma fruta), “péra" (substantivo arcaico para designar a palavra “pedra”) e “pera" (preposição arcaica) vão ser escritas, a partir de janeiro, sem qualquer acento, assim: “pera", seja qual for o significado para o qual a palavra estiver sendo usada.
Acento Circunflexo ( ^ )
Este acento não vai mais ser usado nas terceiras pessoas do plural do presente dos modos indicativo e subjuntivo dos verbos “crer”, “dar”, “ler” e “ver” e seus derivados. Assim, as palavras “crêem”, “dêem”, “lêem” e “vêem”, escritas atualmente, vão passar a ser escritas, assim, a partir de janeiro: “creem", “deem", “leem” e “veem".
O acento circunflexo também vai deixar de ser usado nas palavras terminadas em hiato (oo), a exemplo de “vôo” e “enjôo”, que vão passar a ser escritas, assim: “voo" e “enjoo".
Alfabeto
A partir de janeiro de 2009, as letras K, W e Y vão ser oficialmente inseridas no alfabeto da Língua Portuguesa, que passará a ter 26 letras.
Acento Agudo ( ´ )
Não vai mais ser usado nos ditongos abertos “ei” e “oi”, de palavras paroxítonas, a exemplo de “assembléia”, que passa a ser escrita “assembleia"; “idéia” – “ideia"; “heróica” – “heroica"; e “jibóia” – “jiboia".
Nas palavras paroxítinas com “i” e “u” tônicos (falados com mais força), quando vierem precedidos de ditongo, também o acento agudo vai deixar de ser usado, como nas palavras “feiúra” – "feiura" e “baiúca” – “baiuca".
Nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com “u” tônico precedido de “g” ou “q”, e seguido de “e” ou “i”, também vão perder o acento agudo em sua forma escrita, como vai acontecer em algumas poucas formas de verbos como as palavras “averigúe” – “averigue" (do verbo “averiguar”), “apazigúe” – “apazigue" (do verbo apaziguar) e “argúem” – “arguem” (do verbo “argüir”, que vai perder o trema ficando “arguir”).
Grafia (forma de se escrever)
No português lusitano (adotado em Portugal), as letras “c” e “p” vão deixar de existir em palavras onde elas não são pronunciadas, como nas palavras “acção” – “ação”, “acto” – “ato”, “adopção” – “adoção” e “óptimo” – “ótimo”.
Também no português lusitano (adotado em Portugal), a letra “h”, usada atualmente em palavras como “húmido” e “herva”, vão desaparecer e, tais palavras serão grafadas como aqui no Brasil, ou seja, “úmido” e “erva”, por exemplo. Estas são as principais mudanças. Mas atenção! Elas só valem a partir de janeiro de 2009.

10 de jul. de 2008

Oito anos depois, nasce o primeiro jornal popular totalmente interativo e sem censura de Goiás

Terry Marcos Dourado - ABD Comunicação
A história da imprensa no Brasil tem seu início há exatos 200 anos, em 1808, com a chegada da família real portuguesa, sendo até então proibida toda e qualquer atividade de imprensa. A imprensa brasileira nasceu oficialmente no Rio de Janeiro em 13 maio de 1808, com a criação da Gazeta do Rio de Janeiro, órgão oficial do governo português que tinha se refugiado na colônia americana. Pouco antes, mas no mesmo ano, o exilado Hipólito José da Costa lançava, de Londres, o Correio Brasiliense (com “s”), o primeiro jornal brasileiro — ainda que fora do Brasil.
Fundada com o nome de Minas de Nossa Senhora do Rosário Meia Ponte, em 7 de outubro de 1727 e, e, 1890, passou a se chamar Pirenópolis, aquela cidade foi importante centro urbano dos séculos 18 e 19, com mineração de ouro, comércio e agricultura, em especial a produção de algodão para exportação no século 19.
Ainda no século XIX, com o nome de cidade de Meia Ponte, tornou-se o berço da imprensa em Goiás, pois ali nasceu o primeiro jornal do Centro-Oeste Brasileiro, denominado Matutina Meiapontense, um jornal que circulou na província (hoje, Estado) de Goiás entre 5 de março de 1830 e 24 de maio de 1834, totalizando 526 números.
O primeiro jornal goiano surgiu, portanto, no período do primeiro Império Brasileiro, editado na Vila de Meia Ponte, hoje Pirenópolia, pelo comendador Joaquim Alves de Oliveira, tendo como primeiro diretor o padre Luís Gonzaga de Camargo Fleury. À época, tinha o jornal um papel importante na elite goiana, considerando-se que a esmagadora maioria da população era de analfabetos, e, assim, os valores ali registrados eram as idéias dos senhores escravistas do interior goiano.
A imprensa em Jataí
Jataí, 18 de agosto de 1935. Nesta data, noticiou-se, sem detalhes, o aparecimento do jornal "O Jatahy", o primeiro veículo de comunicação da cidade.
Jataí, 10 de julho de 2008. Quase 73 anos depois, outro anúncio em Jataí, desta feita, o de um jornal que pretende ser um marco na imprensa jataiense e goiana.
Assim vou definir a concretização de um sonho rabiscado em um papel branco há exatos oito anos e que vira realidade justamente no mês em que comemoro mais um aniversário. Apresento a você, nesta data, a tão aguardada versão impressa da Gazeta Popular que, inicialmente, era para se chamar "Gazeta Livre", depois, "Gazeta Eldorado", mas quis o destino e Deus que o nome fosse este: "Gazeta Popular".
Trata-se do primeiro jornal verdadeiramente popular, analítico, formador ou provocador de opiniões, e o mais importante, O PRIMEIRO JORNAL TOTALMENTE SEM CENSURA E TOTALMENTE INTERATIVO DO ESTADO DE GOIÁS. A primeira edição já está circulando, em massa, em todos os cantos de Jataí (cidade-sede), e também com circulação dirigida em todos os municípios do Sudoeste Goiano, ainda em Goiânia e Brasília-DF.
A exemplo do que você vem acompanhando, diariamente, aqui no blog, matérias jornalísticas - polêmicas ou não - com a minha assinatura, uma marca de credibilidade pessoal e jornalística conquistada nestes meus 16 anos do exercício, em todas as suas modalidades e especificidades, do jornalismo. Modéstia à parte, sou jornalista, sou repórter, radialista... Não sou um destes que "se acham" jornalistas e caem de pára-quedas por aí, por aqui, acolá, só para "ganhar dinheiro de trouxas" e, simplesmente desaparecer... Não! Absolutamente! Em todos esses 16 anos, eu, Terry Marcos Dourado, jamais brinquei de ser jornalista. É a profissão que o destino me concedeu, a qual abracei com carinho e profundo respeito a mim, à ética jornalística e às inúmeras produções (textos, áudios e vídeos) que realizei durante todos estes anos, até aqui.
Hoje, lanço com muita emoção, o "meu" jornal. E, quando digo "meu", é porque ele carrega toda a minha paixão, toda a minha carga emocional, minha adrenalina, minha ética, a minha alma doadas ao Jornalismo Verdade, de verdade. Falhas? Vão haver sempre! Afinal, quem verdadeiramente me conhece sabe que jamais tive, e jamais irei ter, a prepotência de achar que estou, ou estarei, sempre acima de tudo e de todos... Não!... Sou um ser humano normal, falível, que busca viver plenamente a vida de forma a dela extrair todas as experiências, aprendizagens e lições possíveis.
E, desta feita, o destino reserva-me esta surpresa!... Entregou-me "o leme" deste barquinho que, espero, um dia, conseguir tornar um transatlântico! Quem sabe?... Só Deus, meus Orixás, meus protetores espirituais e, claro, minha família sabem quantos duelos, verdadeiras e sangrentas batalhas, enfrentei, continuo enfrentando e, claro, irei enfrentar, principalmente agora para manter este projeto vivo e funcionando!
Não lanço este jornal, inédito, apenas para ficar nesta única edição!... Óbvio que não! Mas, entrego nas mãos de Deus, entrego às sábias leis naturais da Vida que regem a mim e a todos nós para que, enquanto for possível e preciso, eu tenha a sabedoria e o discernimento em realizar cada edição a mim confiada, até quando a Vida "me disser"- "Terry, agora chega! Não precisa mais publicar jornal... A missão está cumprida!"
Qualidade. Esta é minha outra preocupação inquestionável. Tanto, que estas 12 páginas da primeira edição foram rigorosamente desenhadas por mim e, executadas à risca, segundo minhas orientações, pelo paginador. Claro, sempre aberto a sujestões... A impressão, em moderno sistema Laser Film, e o "lay-out" moderno com cores diferenciadas dos velhos padrões do jornalismo, fazem da Gazeta Popular, um jornal diferente, ousado, criativo!... Único!
Não coloco, a partir desta data, este produto jornalístico no mercado jataiense, sudoestino ou goiano, para ser o "mais um", mas para ser "o jornal" ou "a Gazeta Popular", com estilo/personalidade próprio, não sendo comparado a nada que já circulou por aqui até hoje. Tamanha ousadia vai dar certo?... Espero que sim!... Espero que as pessoas gostem, aprovem e, claro, participem, pois "Gazeta Popular" é, sem dúvidas, o primeiro jornal totalmente interativo de Goiás. Portanto, o sonho de publicar este jornal, posso dizer, sim, que é "meu"; mas a manutenção deste sonho, agora concretizado, passa a ser uma responsabilidade dividida com todos os leitores.
No editorial da versão impressa do jornal, explico em detalhes como nasceu este projeto. Aqui, quero apenas agradecer, um a um, a todos os meus pouquíssimos, porém, grandes verdadeiros amigos que me ajudaram a realizar este sonho. Obrigado a todos e que Deus vos recompense, sempre!
Periodicamente, você, juntamente com a Agência Barros Dourado Comunicação e Eventos (ABD Comunicação), vamos juntos dar vida à uma nova edição, cada vez melhor, com certeza!... Afinal, como o próprio nome do jornal afirma, este é um espaço do povo, pelo povo e para o povo. E, assim o será até quando for publicada a sua última edição, um dia... um dia que, sinceramente, espero ser o mais longínquo possível do hoje.
Se você ainda não tem, e gostaria de receber a edição impressa da Gazeta Popular, envie o seu pedido com endereço completo e telefone para o nosso email: agenciabarrosdourado@bol.com.br

4 de jul. de 2008

Astros e estrelas dão show inédito no céu a partir desta noite

Terry Marcos Dourado - ABD Comunicação
Quem olhar neste final de semana para o lado oeste (aquele em que o Sol se põe) vai poder ver um belo show celestial, criado pela conjunção de diversos astros. O espetáculo natural vai de hoje a domingo.
Esta noite, o show será apresentado por Marte, Saturno e a estrela Regulus, da constelação de Leão. Visualmente, eles estarão muito próximos entre si, formando o que se chama de conjunção. Apesar de parecerem juntos, na realidade estarão bem longe um do outro. Marte estará a 317 milhões de quilômetros de distância, enquanto Saturno, bem distante, estará a 1.47 bilhões de quilômetros.
Se comparados à estrela Regulus, podemos dizer que todos estarão na esquina, já que a estrela está a 77.5 anos-luz de distância, algo como 670 trilhões de quilômetros. No entanto, para quem curte o espetáculo, todos estarão "ali", no grande palco celestial, ensaiando os movimentos para a grande estrela do final de semana: Selene, mais conhecida como Lua.
A apresentação de Selene (Deusa da Lua na Mitologia Grega) é o momento mais aguardado na apresentação, mas como todo grande astro, vai chegar um pouco atrasada e só vai se juntar ao trio no sábado e domingo.
No sábado ainda estará um pouco abaixo dos companheiros, mesmo assim deverá proporcionar um belo visual aos que levarem suas máquinas fotográficas, mas será no domingo, a partir das 19h00 que a grande protagonista mostrará toda sua beleza, quando ao lado do trio Marte-Saturno-Regulus formará um dos mais belos quartetos celestiais do ano.

16 de jun. de 2008

Rede Globo estréia no "JN" de hoje sua programação em alta definição, mas perde audiência para "Pantanal"

Terry Marcos Dourado - ABD Comunicação
A noite desta segunda-feira, 16, vai ser histórica para a televisão brasileira. Dando prosseguimento ao cronograma de implantação da tv digital no País, a Rede Globo de Televisão inaugura, durante o Jornal Nacional, o seu sistema de transmissão em HD (High Definition), alta definição.
O primeiro programa que o público carioca vai poder conferir pelo novo sistema de transmissão vai ser a novela A Favorita, totalmente produzida em HD, com qualidade seis vezes superior à do sistema até então tradicional. O filme que a Globo irá exibir em Tela Quente também será em HD.
A partir desta noite, toda a programação da Rede Globo de Televisão passa a ter imagem e som transmitidos com definição muito superior, além de mobilidade, portabilidade e, brevemente, interatividade. Para o segundo semestre deste ano, a Rede Globo deverá iniciar as transmissões digitais em mais 12 emissoras afiliadas. Para 2009, os telespectadores das principais cidades brasileiras também vão desfrutar dos benefícios do novo sistema de transmissão.
Em Jataí, a TV Rio Claro, pertencente à Rede Anhanguera de Televisão, afiliada à Rede Globo, foi a primeira emissora da Organização Jaime Câmara a usar equipamentos totalmente digitais em suas produções e gerações de som e imagem.
Globo continua perdendo audiência para o
SBT durante a exibição da novela Pantanal
Desde a última segunda-feira, 9, em que o SBT provocou a Rede Globo colocando no ar, de forma repentina e sem divulgação, a novela Pantanal, escrita por Benedito Ruy Barbosa (hoje, pertencente ao staff de autores da Globo), e dirigida por Jayme Monjardim (também pertencente ao staff de diretores da Globo), a poderosa emissora carioca, líder absoluta em audiência, principalmente no horário nobre noturno, vem perdendo audiência para a novela.
Na terça-feira, 10, a Rede Globo informou seu Departamento Jurídico está avaliando quais medidas tomar contra o SBT. A Globo alega proprietária da história e das imagens, adquiridas diretamente do autor, Benedito Ruy Barbosa. Para a Globo, a reexibição da novela pelo SBT é ilegal. O SBT rebate a informação e alega ser o verdadeiro dono dos direitos de reexibição da maior produção e do maior sucesso da teledramaturgia brasileira.
Segundo informações, o SBT comprou a novela Pantanal de um empresário que, por sua vez, adquiriu a obra cerca de cinco anos atrás durante um leilão da massa falida da TV Manchete. O SBT comprou diretamente da empresa JPO Produções Ltda., com exclusividade para televisão aberta e para todo o território brasileiro, os direitos de reexibição e transmissão, da telenovela Pantanal.
Os direitos cedidos foram obtidos pela JPO Produções Ltda. por contrato havido com a massa falida da TV Manchete Ltda., celebrado em decorrência de decisão judicial autorizatória do MM. Juiz da 28ª Vara Cível da Capital de São Paulo, proferida nos autos da falência da TV Manchete Ltda. (Processo número 583.00.2000.539652-1). O leilão foi organizado e realizado pela Justiça. O dinheiro pago pela novela teria de ser destinado obrigatoriamente ao pagamento de direitos trabalhistas de prejudicados com a falência da Manchete.
Pantanal foi o maior sucesso da extinta Rede Manchete de Televisão, e uma das mais marcantes novelas da TV Brasileira. Sua elevada audiência levou a emissora dos Bloch ao primeiro lugar absoluto no horário, ameaçou as concorrentes e fez tremer as bases da Rede Globo. O apresentador Carlos Alberto de Nóbrega, do humorístico A Praça É Nossa (SBT) chegou a dizer que seu programa nunca mais atingiu a marca dos 30 pontos de audiência depois da estréia de Pantanal.
A novela Pantanal estreou na Rede Manchete às 21h30min do dia 27 de março de 1990, seu último capítulo foi ao ar em 10 de dezembro daquele ano. Depois de sucessivas tentativas frustradas de emplacar, na Rede Globo, uma novela baseada no pantanal mato-grossense, o autor Benedito Ruy Barbosa teve o seu projeto aprovado pela direção da Rede Manchete e, posteriormente, Jayme Monjardim, então diretor de teledramaturgia da TV Manchete, acertou o contrato com o autor, sob a promessa de enfim realizar sua tão sonhada trama.
Inicialmente Adolpho Bloch, dono da Rede Manchete, desejava lançar a novela na faixa das 19hs. Porém, o projeto foi modificado e foi decidido que a novela Pantanal iria substituir Kananga do Japão, na faixa das 21h30min.
A novela estreou no dia de 27 de março de 1990 e impressionou o público e principalmente a concorrência. Seus capítulos recheados com cenas da natureza pantaneira, até então pouco explorada na televisão, e muitas cenas de erotismo, causaram pânico à TV Globo, até então líder absoluta no horário.
Preocupada com a forte perda de audiência durante o horário de exibição de Pantanal, a Rede Globo colocou no ar a novela Araponga, no horário das 22hs protagonizada por Tarcísio Meira, como uma tentativa de bater a superprodução da Rede Manchete, mas foi em vão, pois Pantanal atingiu médias de mais de 40 pontos, uma marca até então só atingida pela TV Globo.
Pantanal foi também um pacote de revelações de atores como Cristiana Oliveira ("Juma Marruá"), Marcos Winter, Marcos Palmeira, Rômulo Arantes e Carolina Ferraz. A megaprodução também foi recheada de renomados atores como Claudio Marzo, Natália Thimberg, Jussara Freire, Cássia Kiss, Rosamaria Murtinho, Tarcísio Filho, Ângela Leal, Sérgio Brito, Ítala Nandi, dentre outros. O contato direto dos jovens com a natureza proporcionou cenas de rara beleza e fantasia. O pantanal mato-grossense, até então quase desconhecido por todos, passou a ser explorado constantemente por documentários e, além disso, o turismo na região cresceu como nunca.
A novela Pantanal ainda rendeu duas reprises. Uma em 1992, e outra em 1998, ano em que a Rede Manchete, falida, foi vendida e transformada na RedeTV!. Dezoito anos depois de sua estréia na tv, Pantanal volta a ser exibida, agora pelo SBT, de segunda a sábado, por volta das 22 horas, logo após o jornal SBT Brasil.
SAIBA MAIS SOBRE A NOVELA “PANTANAL” - AUTOR: Benedito Ruy Barbosa; DIRETOR GERAL: Jayme Monjardim; ELENCO: Cláudio Marzo, Jussara Freire, Elaine Cristina, Marcos Winter, Cristiana Oliveira, Marcos Palmeira, Luciene Adami, Ângela Leal, Antonio Petrin, Almir Satter, Nathália Thimberg, Ângelo Antonio, Sérgio Reis, Andréia Richa, Ítala Nandi, Flávia Monteiro, Rômulo Arantes, José de Abreu, Gisela Reimann, João Alberto, Kito Junqueira, Oswaldo Loureiro, Luiz Armando Queiroz, Ivan de Almeida, Walter Santos, Henrique Dias, Geisa Gama, Haroldo Costa, Ewerton de Castro, Marcos Caruso, Tânia Alves, Sérgio Brito, José Dumont, Cássia Kiss, Carolina Ferraz, Ingra Liberato, Paulo Gorgulho.
A HISTÓRIA: A saga da família Leôncio, desde os anos 40, quando Joventino (Cláudio Marzo) chega ao Pantanal do Mato Grosso acompanhado de seu filho de 10 anos, o José Leôncio (Paulo Gorgulho/Cláudio Marzo). Este se estabelece na região e torna-se um dos principais criadores de gado, iniciando um clã de peões de boiadeiro. Antes, envolve-se com Madeleine (Ingra Liberato/Ítala Nandi), uma carioca mimada, que lhe dá o seu filho Jove (Marcos Winter). Na atualidade, Jove se apaixona por Juma (Cristiana Oliveira), uma jovem selvagem e sensual, enquanto seu pai, que foi abandonado por Madeleine, encontra carinho ao lado de Filó (Tânia Alves/Jussara Freire), uma ex-prostituta que José Leôncio protege ao levá-la para sua casa como empregada.

28 de mai. de 2008

No ano de seu centenário, morre o ex-prefeito de Jataí, Antônio Soares Gedda, uma "lenda" da política

Terry Marcos Dourado - ABD Comunicação
Ele se tornou uma espécie de lenda da política local.
Antônio Soares Gedda, conhecido como Doutor Gedda, ostentou aos 99 anos de idade a condição de político com maior número de mandatos na história dos 113 anos do município. Ele foi o primeiro advogado jataiense a fazer parte da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Seção de Goiás, entidade ao qual se manteve filiado por 72 anos. Em sua fase de estudos, teve como colega personalidades importantes a exemplo do escritor Jorge Amado e do ex-presidente brasileiro Juscelino Kubitschek (JK).
Antônio Soares Gedda faleceu nesta quarta-feira, 28, há exatos 11 dias depois de ser homenageado pelo seu centenário que seria completado em 7 de julho deste ano, numa solenidade da Associação dos Funcionários do Fisco de Goiás (Affego), realizada no plenário da Câmara Municipal de Jataí, no último dia 17.
Ex-prefeito e vereador por seis mandatos, “Doutor Gedda”, que inclusive presidiu o Legislativo Jataiense dominou a cena política jataiense ao longo das décadas de 60 e 70. Gedda só perdeu uma eleição para vereador em 1982, mas deixou seu genro, Fernando Fernandes Pinto, casado com sua filha Ana Clara Gedda Fernandes, como seu sucessor no Legislativo, sendo reeleito e tendo conseguido chegar à Presidência do Parlamento Jataiense.
Antônio Soares Gedda foi prefeito de Jataí por apenas dois anos. De 31 de janeiro de 1959 a 31 de janeiro de 1961, ele exerceu o que ficou registrado na história como um “mandato tampão”. Nesta época, o governador de Goiás era o jataiense José Feliciano Ferreira, parente de sua esposa. O médico Serafim de Carvalho, considerado a maior expressão política da história de Jataí, foi cunhado de Antônio Gedda e de José Feliciano Ferreira. Segundo o historiador Filadelfo Borges, "eram tempos em que o prefeito mandava no delegado de polícia e em todo mundo. Não havia sequer concurso público".
Antônio Soares Gedda foi casado com Doralice de Carvalho Gedda com quem teve os filhos Marco Antônio Gedda (médico), Marta Sílvia Gedda (psicóloga), José Antônio Gedda (engenheiro), Ana Clara Gedda Fernandes (empresária) e Francisco Antônio de Carvalho Gedda, atualmente, um dos homens de maior influência no Governo de Goiás, presidente da Metrobus, em Goiânia.
Durante a sessão ordinária desta quarta-feira, 28, o presidente do Legislativo Jataiense, João Wesley Moura (PP), ressaltou a passagem do advogado Antônio Gedda pelo Parlamento Municipal. "Vamos enviar, em nome do Poder Legislativo de Jataí, em nome de todos nós vereadores, uma menção honrosa aos familiares do Doutor Gedda para saudar uma pessoa que, por seis vezes sentou aqui neste plenário discutindo e tendo sido prefeito e o primeiro jataiense a conseguir fazer parte da OAB em Goiás. É importante essa homenagem do Poder Legislativo. Por hora, uma homenagem simples e, no futuro, iremos providenciar algo maior em homenagem à pessoa do Gedda" - disse.
Com as presenças de centenas de populares e de várias autoridades políticas, dentre elas o governador Alcides Rodrigues Filho; o vice-governador Ademir Menezes; deputado federal Roberto Balestra e o prefeito Fernando Peres, dentre outros, o velório de Antônio Soares Gedda aconteceu no Memorial Municipal, em frente ao Cemitério São Miguel, onde seu corpo foi sepultado na manhã desta quinta-feira, 29.
A trajetória de Gedda no Parlamento Jataiense
Baseado em informações do livro "Documentário Histórico de Jataí", de Jesus Manoel Assis (1991)
Eleito vereador em 3/10/1954, Antônio Soares Gedda chegou à Presidência da Câmara Municipal de Jataí em 2/12/1955 e em 10/12/1956. A pedido do vereador Antônio Soares Gedda, a estrada ligando Jataí à Cassilândia (MS) foi aberta pelo prefeito Luziano Ferreira de Carvalho.
Em 31/01/1963, o agora ex-prefeito de Jataí, Antônio Soares Gedda, foi eleito vereador para um segundo mandato. Em 16/06/1965, com a renúncia do vereador-presidente Epaminondas Vieira Cunha, o vereador Antônio Gedda voltou a assumir, pela terceira vez, a Presidência da Câmara Municipal de Jataí.
Em 15/11/1966, Antônio Soares Gedda foi novamente empossado para um novo mandato no Legislativo Jataiense. Em 7/05/1968, o vereador Gedda solicitou a outorga de Título de Cidadania Jataiense ao então deputado federal e jornalista Jaime Câmara (fundador do Jornal O Popular e da Rede Anhangüera de Rádio e Televisão), e também ao bispo diocesano de Jataí, Dom Benedito Domingos Vito Cóscia. Em 26/09/1969, o vereador Gedda solicitou a construção de quebra-molas na cidade.
Em 26/05/1970, o vereador Antônio Soares Gedda teve seu requerimento aprovado quando propôs que o grupo escolar municipal construído próximo à Rua do Sapo (Gerônimo Silva) recebesse o nome de Grupo Escolar Frei Domingos Tally (hoje, Colégio Estadual Frei Domingos, sediado no bairro de mesmo nome).
A briga pela Presidência - Na data de 31/01/1971, o ex-prefeito Antônio Soares Gedda, pela quarta vez foi empossado no cargo de vereador. Em 1º de fevereiro daquele ano, o vereador mais votado daquela legislatura, Geraldo Venério, presidiu a sessão extraordinária para a eleição da Mesa Diretora. Antes de iniciar a votação, havia um acordo que garantia a Presidência ao vereador Antônio Soares Gedda, mas no final da apuração dos votos, a vitória foi do vereador Geraldo Venério, tendo como vice, o vereador Allan Kardec Rezende.
Inconformado com o resultado, o vereador Gedda solicitou a anulação da votação por considerá-la fraudulenta vez que, segundo ele, o resultado não representava o desejo da maioria. Ao ter sua reivindicação impugnada, antes da homologação do resultado da eleição, o vereador Gedda se retirou do plenário, sendo acompanhado pelos colegas Carlos Arraes, Pedro de Carvalho, Sebastião Lourenço, Oscar Fleck e Daniel Lima de Souza, que não compareceram às demais sessões.
Duas Presidências – Com o grande impasse que foi criado no Parlamento Jataiense, uma minoria de vereadores permaneceu em plenário. Os parlamentares que abandonaram o plenário se reuniram na casa do vereador Gedda onde elegeram Gedda foi eleito “presidente”. As reuniões seguintes aconteceram no mesmo local. Em 15 de junho, contrariado com o não-comparecimento do grupo dos vereadores aliados a Gedda ao plenário, provocando falta de quorum regimental, o presidente Geraldo Venério decidiu caçar o mandato destes parlamentares e convocou quatro suplentes.
Assim, as sessões ordinárias do Parlamento Jataiense voltaram a ocorrer normalmente na Câmara Municipal, mas uma “Câmara Municipal Paralela” continuava se reunindo na residência de Antônio Gedda até 3/08/1971 quando, a maioria dos vereadores eleitos, sob a presidência de Gedda, embasada no inciso III do artigo 8º do Decreto Lei nº. 201, de 27/02/1967, requereu a extinção do mandato dos vereadores Eufrásio Rocha, Allan Kardec Rezende, Geraldo Venério, Edigar Carneiro e Juarez Freitas, justificando o não-comparecimento destes às cinco primeiras sessões ordinárias daquele ano. Também foi pedida a convocação dos suplentes de acordo com a ordem de votação.
Em 15/11/1972, Antônio Soares Gedda foi eleito para um novo mandato de vereador, voltando a assumir a Presidência da Câmara Municipal de Jataí, em 3/02/1975. A eleição da Décima Legislatura do Parlamento Jataiense aconteceu em 15/10/1976 e sua instalação ocorreu em 31/01/1977, data em que Antônio Soares Gedda novamente fora empossado vereador e Mauro Antônio Bento passava a comandar a prefeitura pela primeira vez.
Através do Requerimento 224/79, de 5/10/1979, o vereador Gedda solicitou a intervenção do então deputado estadual Domingos Venâncio junto à Celg, para a instalação da energia elétrica no distrito (hoje, município) de Aparecida do Rio Doce. Nas eleições municipais de 15/11/1982, Antônio Gedda não conseguiu se reeleger vereador, encerrando definitivamente sua carreira política.
O Governo Municipal de Antônio Gedda
Baseado em informações do livro "Documentário Histórico de Jataí", de Jesus Manoel Assis (1991)
Jataí, 1959.
Antônio Soares Gedda, homem de estatura elevada, demonstrando equilibrar a estatura física com nobres ideais, assumiu a Prefeitura de Jataí em 31 de janeiro, desocupando o cargo dois anos depois. Neste período, Jataí vivia uma euforia política por ter o jataiense José Feliciano Ferreira, no comando do Governo do Estado de Goiás.
Com seus 50 anos de experiência, porém fisicamente aparentando não mais que 40 anos com o vigor e o entusiasmo de um jovem, o “Doutor Gedda” não era somente um homem forte que se envolvia ativamente nos problemas sociais e políticos daquela época, mas um cidadão apaixonado pela política e que demonstrava muita disposição para o trabalho.
Nascido em 7 de julho de 1908, filho do italiano Giuseppe Gedda com a brasileira Ana Soares Gedda, o jataiense Antônio Soares Gedda enfrentou momentos verdadeiramente dramáticos, em 1930, como soldado da polícia mineira no famoso episódio do “Cerco de Juiz de Fora”, atuando ao lado de Salomão Faria de Melo Macedo.
Cinco anos depois, bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Ciências Jurídicas do Rio de Janeiro. Gedda foi o primeiro advogado jataiense a pertencer à Seccional Goiana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), entidade ao qual foi filiado por 72 anos. Mais tarde, já em Jataí, exerceu uma brilhante carreira política como vereador e presidente do Parlamento Jataiense por vários anos. Antônio Gedda era um profundo conhecedor dos problemas do município.
Para o cargo de prefeito de Jataí, a eleição de Gedda aconteceu por votação secreta testemunhada por mais de 220 convencionais de seu partido, o PSD. Gedda venceu os outros dois candidatos indicados para o pleito, militantes de seu partido. Administrar o município de Jataí por apenas dois anos foi um grande desafio para Antônio Gedda, empossado no cargo em 1º/02/1959, pelo seu antecessor Luziano Ferreira de Carvalho, tornando-se o quarto prefeito eleito da história político-administrativa de Jataí.
Gedda enfrentou com muita astúcia e sabedoria o desafio de administrar Jataí. À época, ele dizia que um povo ordeiro e consciente de seus deveres precisava ser tratado com urbanidade pelos arrecadadores públicos, o que também deveria acontecer em Jataí. O prefeito Antônio Gedda exigiu que os funcionários públicos tratassem o povo com dignidade e muito respeito.
Ao assumir a prefeitura, Gedda se comprometeu em concluir o monumento que já estava sendo edificado em homenagem aos pioneiros da cidade – José Manoel Vilela e José de Carvalho Bastos. Demonstrando seu entusiasmo pelo civismo, Gedda empenhou-se para que a prefeitura cedesse um prédio público ao Instituto Histórico objetivando fomentar estudos sobre o passado da cidade que possui uma das mais importantes e ricas histórias dentre todos os municípios goianos.
Preocupado com a situação dos agropecuaristas, o prefeito Antônio Gedda comprou dois tratores e implementos, para amenizar as dificuldades dos pequenos lavradores. Gedda também fomentou a construção de um frigorífico industrial idealizado pela iniciativa privada, com o objetivo de industrializar a produção de carne no município.
Obras do Governo Gedda, em Jataí: O Pavilhão de Artes Industriais que, anos mais tarde, se transformou na sede da Sucam. Outra obra construída foi a Cadeia Pública Municipal, ao lado da Praça Professor Maromba (hoje, o local encontra-se abandonado). Também remodelou o Grupo Escolar João Pessoa e patrolou a região da Serra do Cafezal (hoje, município de Serranópolis) até Jataí para um melhor aproveitamento do potencial agrícola jataiense.
Outros momentos do Governo Gedda, em Jataí: 17/07/1959 – Criação do Selo Pró-Amparo e Proteção ao Menor Abandonado, através do qual a prefeitura cobrava 10% sobre o valor dos ingressos ou bilhetes pagos às empresas ou casas de diversão, inclusive aquelas que exploravam jogos legais; 29/08/1959 – Oficialização do Bairro São Pedro, na Zona Leste da Cidade, às margens do Ribeirão Jataí; 5/10/1959 – Ajardinamento da Praça Tenente Diomar Menezes e continuação do calçamento de ruas com paralelepípedos; 17/11/1959 – Oficialização do loteamento denominado Vila Aparecida do Rio Doce; 27/11/1959 – Oficialização do projeto, planta, memorial descritivo e o loteamento da Vila Progresso, à época, uma propriedade da Diocese de Jataí; 21/12/1959 – Criou e Oficializou o Código Tributário e Fiscal do Município de Jataí; 24/03/1960 – Doação de área para a construção da sede do Departamento de Estradas de Rodagem de Goiás (Dergo); 8/07/1960 – Celebração de convênio com concessionários da Empresa Força e Luz, de Jataí, para a ampliação, operação e manutenção do sistema hidráulico e a distribuição de energia elétrica na cidade.
Em 31/01/1961, Antônio Soares Gedda entregou o cargo de prefeito ao seu sucessor, Cylleneo França, eleito para um segundo mandato, desta feita por quatro anos.

8 de mai. de 2008

Câmara Municipal promete apoio ao Concurso Miss e Mister Jataí Beleza Sensual 2008 Oficial

Alexandre Gimenez - ABD Comunicação
O diretor proprietário da Agência Barros Dourado Comunicação e Eventos, jornalista e produtor cultural Terry Marcos Dourado, fez uso da tribuna durante a primeira sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Jataí, nesta quarta-feira, 7, para apresentar oficialmente o projeto de produção e realização do Miss e Mister Jataí Beleza Sensual 2008, um moderno e inovador concurso de beleza e sensualidade masculina e feminina jamais realizado na cidade.
Diante da presença dos dez parlamentares, Terry Marcos Dourado lembrou o frisson e o glamour que os primeiros concursos de beleza realizados em Jataí, promovidos por Jesus Manoel de Assis e Gênio Eurípedes Cabral de Assis, causaram na sociedade, nos anos 80. “O Miss Brotinho, realizado em 4 de junho de 1983 no Jóquei Clube de Jataí, foi o primeiro concurso de beleza realizado na cidade. O evento contou com a participação de 15 candidatas, na faixa etária entre 12 e 17 anos. A vencedora foi Márcia Helena de Carvalho, que tornou-se a primeira vencedora de um concurso de beleza na cidade” – relembrou Dourado.
Nesta quinta-feira, 8, a Lei Municipal 1.406/90, completa a sua maioridade. Os 18 anos da Lei Municipal de criação do Concurso Miss Jataí Oficial foram lembrados no pronunciamento do diretor da ABD Comunicação e Eventos durante a sessão parlamentar. “Há 18 anos, o então prefeito, hoje, saudoso Mauro Antônio Bento, juntamente com o seu vice-prefeito, à época, o hoje vereador e suplente de deputado estadual, Gênio Eurípedes Cabral de Assis, criaram, com o aval absoluto deste Parlamento, a Lei Municipal 1.406/90, que determinava, anualmente, a realização do concurso de beleza Miss Jataí Oficial. Em seu artigo primeiro, a Lei 1.406/90 estabelece que o concurso seria promovido pela Prefeitura Municipal de Jataí, através da Secretaria Municipal da Cultura” – disse.
Miss Jataí – O jornalista Terry Marcos Dourado criticou o desrespeito à Lei Municipal 1.406/90. “Hoje, lamentavelmente, aqui em nossa cidade, deturparam o objetivo original dos glamourosos concursos de beleza dos anos 80 e 90. Atualmente, ao que parece, a única preocupação de certos promotores deste tipo de evento, se não é apenas fazer barulho e promoção pessoal com fins políticos, é apenas arrecadar dinheiro, colocando meia dúzia de mulheres, sem qualquer preparação técnica ou avaliação mais criteriosa para concorrer. Infelizmente, nos concursos que vejo acontecer em Jataí, não há mais o glamour e a importância sócio-cultural dos tempos de outrora” – disse.
Terry Marcos Dourado comentou que, até chegar aos dias atuais, o Miss Jataí, cuja primeira edição aconteceu em 30 de maio de 1991 - quando a candidata Kênia Martins conquistou o título ao vencer as 8 concorrentes, no evento realizado pela prefeitura, no Balneário Brasnipo – sofreu um lamentável descaso. “Este concurso era para se tornar tradição na nossa sociedade, mas foi perdendo seu glamour original e, atualmente, num total desrespeito à Lei Municipal 1.406/90, o concurso deixou de ser realizado nas condições estabelecidas pela Lei Municipal assinada à época pelo então prefeito Mauro Bento” – argumentou.
O jornalista lembrou a ausência da representante de Jataí no concurso Miss Goiás Oficial que coloca a vencedora no Miss Brasil Oficial. “A edição 2008 do Miss Goiás, realizada em 29 de fevereiro último, contou com a participação de 16 candidatas. Havia representante de Anápolis, Goiânia, Morrinhos, Goiatuba, Santa Fé, Uruaçu, Mineiros, Caçú, Caldas Novas, Quirinópolis, Anicuns, Gameleira, Jussara, Mara Rosa, Uruana e Aruanã. E Jataí não esteve presente. Cidades menores que a nossa, aqui no Sudoeste, como Mineiros, Caçú e Quirinópolis, participaram do concurso. E nós, lamentavelmente, não participamos. Perdemos uma oportunidade de divulgar Jataí e suas belezas, em outras terras” – criticou.
Ainda em seu pronunciamento no plenário da Câmara Municipal de Jataí, Terry Marcos Dourado voltou a criticar a ausência do concurso Miss Jataí, segundo o seu projeto original elaborado na década de 90. “Lamentavelmente, em se tratando do original Miss Jataí, nos moldes de um concurso com glamour e badalação social, o mesmo não existe há tempos. Deixou-se, assim, de escolher de forma justa, transparente e democrática, a real representante da beleza feminina jataiense. E por causa desta lastimável realidade, o comércio local, grande incentivador dos maiores e melhores concursos de beleza realizados nas décadas de 80 e 90, perderam o hábito de colaborarem, inviabilizando o retorno destas grandes produções. E, com relação à escolha do representante anual da beleza masculina jataiense, oficialmente isto nunca aconteceu na história dos 113 anos de Jataí. Portanto, oficialmente, o Mister Jataí Oficial, nunca existiu.”
Inovação inspirada no
antigo Miss Jataí Oficial
Ao fazer uso da tribuna durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Jataí, nesta quarta-feira, 7, o jornalista Terry Marcos Dourado ratificou que sua empresa, a Agência Barros Dourado Comunicação e Eventos propõe à sociedade jataiense se responsabilizar total e integralmente pela produção de concursos de beleza com seriedade, ética, glamour e transparência, começando com a produção e a realização do Miss e Mister Jataí Beleza Sensual 2008, um concurso moderno e atualizado, inspirado no Miss Jataí Oficial previsto pela Lei Municipal 1.406/90, de 8 de maio de 1990, cuja grande final está programada para acontecer em 8 de agosto próximo, em local a definir.
“O Miss e Mister Jataí Beleza Sensual – Concurso Oficial, é um moderno concurso de beleza e sensualidade masculina e feminina, por mim idealizado e que será produzido por minha agência, a Barros Dourado Comunicação e Eventos, com o apoio de toda a sociedade local, assim espero. Nestes três meses de produção, pretendemos movimentar a cidade, promover uma saudável competição entre bairros, vez que os candidatos e candidatas irão representar os bairros onde moram. Haverá um troféu para o bairro que conseguir eleger a Miss e, outro, para o bairro que eleger o Mister” – informou Terry Marcos Dourado.
Ainda segundo o idealizador do Miss e Mister Jataí Beleza Sensual 2008 (MMJBS), também está programada, durante a finalíssima do concurso, a entrega de um prêmio de reconhecimento às personalidades jataienses que incentivaram ou incentivam, promoveram ou promovem a cultura no município, em especial, colaborando com o MMJBS. “Este prêmio será na forma de um troféu, o qual carinhosamente batizamos de “Troféu Prefeito Mauro Antônio Bento”, uma justa homenagem ao saudoso prefeito que, fez sua parte, oficializando um concurso de beleza, em 1990” – adiantou Dourado.
Terry Marcos Dourado ressaltou que a miss e o mister Jataí Beleza Sensual 2008 eleitos, além da possibilidade de representar Jataí em outros concursos em Goiás e em outros Estados, terão a importante missão social de cumprir, por um ano, a etapa “Beleza Com Propósito”, cujo tema, desta edição será “Aids e Drogas na Juventude - Ame a si próprio, não caia nessa! Respeite-se”. “O casal vencedor estará participando de eventos e palestras com adolescentes e jovens, conscientizando-os a se cuidarem melhor, respeitando o próprio corpo e respeitando uns aos outros enquanto membros de uma sociedade, para que tenhamos um futuro melhor” – ratificou o diretor geral do MMJBS.
Câmara de Vereadores se interessa
por projeto e promete apoio
Após o pronunciamento do jornalista Terry Marcos Dourado, diretor da ABD Comunicação e Eventos, que apresentou o seu projeto de produção e realização do Miss e Mister Jataí Beleza Sensual 2008 (MMJBS) à Câmara Municipal de Jataí, os vereadores demonstraram interesse pelo projeto. Com o aval do presidente João Wesley Moura (PP), o Legislativo Jataiense prometeu apoiar o projeto.
Emocionado com a retrospectiva dos concursos por ele produzidos na cidade, juntamente com o sócio, à época, Jesus Manoel Assis, o vereador Gênio Eurípedes de Assis (PMDB) endossou seu apoio ao projeto de realização do Miss e Mister Jataí Beleza Sensual 2008. “Foi emocionante para mim reviver a lembrança dos primeiros concursos de beleza realizado em Jataí. Eu sequer lembrava que a Lei 1.406/90 estava completando 18 anos de existência. O projeto do jornalista Terry Marcos Dourado é um projeto inteligente e de fundamental importância para Jataí. Infelizmente, há uma falha em nosso Regimento Interno que não explicita a destinação de recursos específicos para a aplicação na forma de incentivos culturais, mas apóio o projeto e solicito que a Câmara de Vereadores de Jataí encontre uma forma legal para também participar deste evento” – ressaltou Gênio.
O vereador Ediglan Maia (PSDB) também endossou seu apoio e sugeriu que o Legislativo Jataiense elabore um requerimento coletivo, assinado por todos os vereadores, e remeta o documento oficial ao prefeito Fernando Peres (PR), para que a prefeitura destine uma verba em caráter de apoio cultural para ajudar no custeio das despesas do Miss e Mister Jataí Beleza Sensual 2008.
O líder do prefeito Fernando Peres no Parlamento Jataiense, vereador Abimael Silva (PR) também ratificou a importância do projeto por incentivar a socialização e fomentar a cultura no município. Segundo ele, o projeto é fundamental pois auxilia na conscientização da juventude quanto ao alerta contra problemas sociais graves, a exemplo das drogas, da violência, dentre outros.
A vereadora Soraia Rodrigues Chaves (PSDB), também elogiou e manifestou apoio ao projeto idealizado pelo jornalista Terry Marcos Dourado. “É um projeto fundamental para a incrementação da nossa cultura, além de fortalecer o turismo de eventos em nosso município. Quero até sugerir que este evento faça parte do calendário anual de eventos da cidade” – disse Soraia.
O presidente do Legislativo Jataiense, vereador João Wesley Moura (PP), também elogiou o projeto do Miss e Mister Jataí Beleza Sensual 2008. O presidente solicitou à Comissão de Educação e Cultura da Câmara, presidida pela vereadora Soraia Rodrigues, para que juntamente com a Assessoria Jurídica daquela Casa de Leis, analisem a legislação e encontrem uma forma legal para que a Câmara Municipal de Jataí participe diretamente do projeto através da destinação de uma verba específica para o Miss e Mister Jataí Beleza Sensual 2008.
“Caso não encontremos uma forma legal para ajudarmos na realização deste evento através da destinação de uma verba específica, acho que todos nós, os dez vereadores, deveremos colaborar individualmente com o projeto, pois o mesmo é de fundamental necessidade e importância para a nossa comunidade” – ressaltou o presidente João Wesley Moura.
Para mais informações sobre o Miss e Mister Jataí Beleza Sensual 2008, clique no link abaixo: