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6 de mai. de 2009

Aventura no Brasil Central: Brad Pitt já está no Brasil e vai filmar próximo a Jataí (GO)

Terry Marcos Dourado - ABD ComunicaçãoO ator Brad Pitt, 45, esteve na cidade turística de Bonito, no Mato Grosso do Sul, nesta terça-feira, 5 de maio.
A informação foi divulgada pela prefeitura do município, que fica a 300 km da capital, Campo Grande. Segundo a prefeitura, o ator passeou na terça-feira, 5, pelo rio da Prata e jantou no hotel Zagaia, onde esteve hospedado sozinho.
Brad Pitt participa, segundo a prefeitura bonitense, da gravação do filme “The Lost City of Z” ("A Cidade Perdida de Z", em tradução livre para o português) que está sendo rodado em Cuiabá, capital do estado do Mato Grosso. Pitt teria feito questão de dar um tempo nas filmagens para conhecer as belezas naturais do vizinho Mato Grosso do Sul.
“The Lost City of Z” conta a história do soldado e espião britânico Percy Fawcett, que desapareceu em 1925 com seu filho numa expedição Mato Grosso. Eles buscavam uma civilização perdida chamada Z ou a popular lendária Eldorado (Cidade do Ouro). Pitt comprou os direitos de filmagem de "The Lost City of Z - A Tale of Deadly Obsession in the Amazon" para realizar o longa-metragem.
O filme terá a direção de James Gray que, além de cineasta é escritor. O filme terá locações na serra do Roncador, na região de Barra do Garças, na divisa dos estados de Mato Grosso e Goiás, cidade distante a 270 quilômetros de Jataí (GO), pela BR 158.
(Com informações do Diário de Cuiabá e UOL)

10 de mar. de 2009

Finalista de concurso do "Programa Raul Gil", Lívia Detes grava hoje na Band

Terry Marcos Dourado - ABD Comunicação
Entrevista realizada por MSN
Nascida em Santa Helena de Goiás, mas residindo atualmente em Rio Verde, também no Sudoeste Goiano, a vida da cantora Lívia Detes, 20, está passando por uma mudança radical, porém positiva, desde novembro de 2008, quando estreou como concorrente no concurso nacional de revelação de novos talentos da música brasileira, o “Quem Sabe Canta”, do Programa Raul Gil, exibido nas tardes de sábado, pela Rede Bandeirantes de Televisão.
O pontapé de Lívia Detes para a fama nacional aconteceu novembro de 2008. À época, após receber uma ligação telefônica da produção do Programa Raul Gil, dizendo que ela estava selecionada para o concurso musical. Em 23 de novembro, Lívia Detes fazia sua estreia nacional, na Band, cantando "Paralelas", de Belchior, um clássico da Música Popular Brasileira (MPB).
Lívia Detes lembra, com muita emoção, deste momento inesquecível, pois, logo na estreia, ela conquistou dois preciosos pontos dos seis que era obrigado a conquistar para garantir vaga na final do concurso de novos talentos da música brasileira, o “Quem Sabe Canta”, do Programa Raul Gil.
Sua segunda apresentação não obteve um resultado tão satisfatório quanto à primeira. Lívia Detes interpretou a música “Casa no Campo”, composta por Zé Rodrix e Tavito, e gravada pela imortal Elis Regina. Na oportunidade, o júri definiu que a música não foi favorável ao timbre vocal de Detes. “Recebi um balde de água fria” – comenta a cantora, acrescentando que naquele momento estava mais acostumada com o ambiente televisivo e, portanto, bem mais calma e confiante do que em sua primeira apresentação, onde a tensão dominava. “E mesmo estando mais segura, não agradei aos jurados” – desabafa. Lívia recebeu um precioso ponto que lhe garantiu presença no programa seguinte, exibido no início de dezembro.
Em sua terceira participação no Programa Raul Gil, Lívia Detes interpretou a música “Sangrando”, gravada por Gonzaguinha, apresentação que fez com que a diretora teatral e produtora artística Marli Marley fosse às lágrimas por forte emoção. E para o programa seguinte, Detes escolheu o clássico nacional “Aquarela do Brasil”, composta por Ary Barroso. “Esta é uma música que eu sempre quis cantar” – comenta a cantora, confidenciando que havia planejado iniciar, com esta música, a sua trajetória no concurso do Programa Raul Gil, mas acabou por optar por deixá-la para mais adiante, num momento decisivo da disputa. E assim o fez.
“Aquarela do Brasil” proporcionou a Lívia Detes, uma cena única na história do Programa Raul Gil. A cantora goiana foi surpreendida pelo temido produtor musical e presidente do júri, José Messias, que ao elogiá-la, levantou-se da tribuna e a aplaudiu de pé. O gesto foi seguido pelos demais jurados e por toda a platéia, que a aplaudiu de pé, numa ovação absoluta e emocionante. “Fiquei completamente perdida e totalmente sem reação diante desta surpresa. Eu jamais, em toda a minha vida, imaginei passar por um momento assim. Foi uma emoção muito forte” – lembrou Detes.
Presente entre os 20 finalistas do concurso de novos talentos da música brasileira, o “Quem Sabe Canta”, a goiana Lívia Detes está concorrendo à gravação de um cd produzido por Raul Gil Júnior, o “Raulzinho”, diretor do programa apresentado pelo pai. Lívia Detes também concorre ao título de “Melhor Voz”, ou artista mais popular e comercial. Se for a escolhida, irá receber como prêmio um automóvel zero quilômetro.
Faltando três programas para o término do concurso, Lívia Detes concedeu uma entrevista exclusiva à ABD Comunicação/Gazeta Popular, compartilhada com a revista Foccus, na noite da quinta-feira, 5 de março, enquanto ainda se encontrava em Rio Verde (GO). Esbanjando muita simpatia e uma simplicidade rara no meio artístico, a cantora goiana que começa a conquistar fama nacional e a impressionar os mais temidos jurados de programas de calouros na televisão, a exemplo de Marli Marley e do produtor musical José Messias, aproveitou a entrevista para relatar um pouco da emoção que sente em realizar um sonho de criança: cantar no programa de Raul Gil, um dos maiores comunicadores da televisão brasileira. Confira, a seguir, a íntegra do nosso bate papo com Lívia Detes.
Como foi o início da sua carreira como cantora?
Lívia – Bom... Comecei a cantar aos nove anos, no aniversário da minha avó, dona Antônia. Meu tio Francisco (Tinto) foi quem tocou violão para mim. E depois, eu ainda pequena, continuei a cantar com ele em festas, em casamentos, e onde fosse possível. Cantei na banda do meu tio até os meus doze anos, ou seja, quando eu ainda morava em Santa Helena de Goiás, minha cidade natal. Aos doze anos de idade, mudei para Rio Verde e comecei a cantar aqui.
E como foi a continuidade da tua carreira musical, em Rio Verde?
Lívia – Aqui em Rio Verde, eu comecei a participar de festivais mirins e já obtendo boas classificações, ou seja, sempre em primeiro ou em segundo lugares. Então, comecei a conhecer os músicos aqui de Rio Verde através das minhas participações nos festivais. A partir dos meus 14 anos, eu cantava em barzinhos, apesar de ser muito nova na idade (risos). Daí, nunca mais parei de cantar na noite, seja em barzinhos ou em bailes, festas de formaturas, enfim, onde fosse possível cantar, lá estava eu (risos).
Qual foi o seu maior incentivo que a levou a se submeter a um teste para participar do Programa Raul Gil, na Rede Bandeirantes de Televisão?
Lívia – Bom... Chegou um momento que eu sentia que estava tudo muito parado na minha vida. Sempre as mesmas coisas, ou seja, sempre cantando em barzinhos, nos bailes, nas festas de formatura... Então, eu cheguei à conclusão de que eu queria e precisava de algo novo em minha vida. Uma experiência nova, entendeu? E desde eu criança, a minha família já me incentivava e dizia que, quando eu crescesse, eu iria cantar no (programa) Raul Gil.
Sério, Lívia?
Lívia – Sim. Principalmente minha avó, que já é falecida, era a minha maior incentivadora. Então, eu decidi correr atrás deste objetivo. Tenho um amigo que mora em São Paulo, ele é cantor, o Kaíke, que me ajudou muito.
Quando você se submeteu ao primeiro teste na televisão?
Lívia – Foi em dezembro de 2007. Como o Kaíke já morava lá em São Paulo, e ele até tinha gravado, à época, uma participação no programa do Raul Gil, há algum tempo atrás, ele já sabia como funcionava o esquema de participação no programa do Raul (Gil), sabia os locais e horários das inscrições, dos testes, enfim, todas as informações necessárias e, ele me repassou tudo isso, então eu fui tentar a sorte. Posteriormente, o Kaíke voltou a participar do Programa Raul Gil, ficando até as semifinais.
Hoje, na condição de finalista do concurso musical “Quem Sabe Canta”, de um programa de televisão em rede nacional, o Programa Raul Gil, você tem uma estratégia para vencer a disputa?
Lívia – Não. Não tenho nenhuma estratégia. O negócio é deixar as coisas fluírem naturalmente, não esquecendo, claro, de que o repertório é uma peça importante para vencer o concurso. Aliás, segurança, repertório e sorte, são fundamentais para a vitória (risos).
O que mudou na sua vida após a sua estréia como cantora, em um programa da Rede Bandeirantes de Televisão?
Lívia – Acho que, quando chega a hora certa, tudo acontece. Só posso te dizer, nesse momento, que estou muito feliz por estar entre os vinte melhores participantes do concurso. E isto, para mim, já é uma grande vitória. E sobre o que você perguntou sobre ter mudado algo na minha vida, posso te dizer que, até agora, não mudou muita coisa não. Continuo cantando aqui em Rio Verde e em outras cidades da nossa região. Continuo fazendo meus shows, trabalhando normalmente e, claro, me concentrando muito para enfrentar esta fase final do concurso musical do Programa Raul Gil.
Mas as pessoas já começam a te ver e a te tratar de uma forma diferente, não?
Lívia – Sim, claro. Acho que o que muda é a forma como as pessoas estão me vendo e me conhecendo agora, depois da minha participação no programa. A mídia, com certeza, ajuda muito a valorizar qualquer artista, seja um cantor ou mesmo um ator. As pessoas começam a nos ver com outros olhos e com maior interesse.
Como tem sido sua participação no Programa Raul Gil até o último programa exibido, em 28 de fevereiro?
Lívia – Bom, foram quatro programas, nos quais eu obtive seis votos para conseguir chegar à final do concurso. Vamos começar na próxima terça-feira (10 de março) a gravar as eliminatórias da grande final. E o público vai poder conferir esta gravação no sábado, 14 de março.
Você já pensa em gravar seu primeiro CD, Lívia?
Lívia – Sim, claro. Estou com um projeto para o final deste ano, o de gravar um cd, independente de qual for o resultado da minha participação na final do concurso musical do programa do Raul (Gil). Acho que a minha participação no programa do Raul (Gil) foi e está sendo um momento único na minha vida, uma porta que se abre para muitas coisas boas num futuro próximo, eu diria. Muitas pessoas que, antes, sequer me conheciam, agora estão tendo acesso ao meu trabalho e começando a me conhecer. E isto é fundamental na minha carreira artística.
Você já está com o repertório definido para o seu primeiro cd?
Lívia – Totalmente, ainda não. Estou selecionando as músicas e tentando conseguir o patrocínio necessário para a consolidação do projeto. Inclusive, aproveito o espaço para dizer que estou aberta a receber patrocínios. Certo, gente? (risos).
E qual será o seu estilo musical após sua participação no Programa Raul Gil?
Lívia – Quero fazer um estilo diferente dos que já existem no mercado nacional da música, ou seja, uma mistura da música pop brasileira com a masica clássica, enfim, quero produzir algo novo, inovador. Adoro novidades (risos).
Você já tem contrato com algum empresário aqui em Goiás?
Lívia – Ainda não. Ainda estou na fase do “freela” (free-lancer). Geralmente, as bandas que têm tocado para mim já têm seus empresários, mas são deles, das bandas, não meus, entendeu?
Lívia, por ter conquistado uma expressiva votação que lhe garantiu presença na final do concurso musical do Programa Raul Gil, inclusive ressaltando que você chegou a emocionar dois dos mais críticos jurados do programa, a Marli Marley e o temido produtor musical José Messias... Você acredita que seja a candidata mais forte nesta fase final da competição?
Lívia – (risos) Não acho que eu seja a finalista mais forte, não. Todos que estão na final do concurso tem capacidade para vencê-lo, pois são os melhores selecionados pelo júri.
Qual o tratamento que você tem obtido da produção do Programa Raul Gil?
Lívia – Tem sido muito bacana. Lá tudo é muito profissional.
Existe algum preconceito por você ter nascido e morar numa cidade do interior de Goiás?
Lívia – Como te disse, nasci em Santa Helena de Goiás, mas moro atualmente em Rio Verde, ambas cidades aqui do Sudoeste Goiano....
Desculpe a indelicadeza. Você tem quantos anos?
Lívia – Tenho 20 (risos).
Mas, sobre a pergunta que te fiz sobre o preconceito...
Lívia – Então... No início da minha participação no programa rolou um certo preconceito, sim. Eu senti isso.
Que tipo de preconceito? Como foi isso?
Lívia – Quero deixar bem claro que este preconceito não partiu da equipe de produção do Programa Raul Gil, mas sim de alguns concorrentes meu. Eles achavam que eu fosse cantar música sertaneja, pois ficavam me perguntando isso o tempo todo (risos). A impressão que eu tive é que eles acham que todos aqui na nossa região são pessoas caipiras, sertanejas (risos).
O pessoal te olhava com uma certa desconfiança, então?
Lívia – Sim.
Por você ser mulher, você acha que uma cantora sofre preconceitos por cantar o estilo sertanejo?
Lívia – Não sei. Eu acho legal a música sertaneja.
Será que vai ser, este, o estilo que você pretende seguir na sua carreira após sua participação no Programa Raul Gil?
Lívia – Pra te falar a verdade, eu gosto muito da música sertaneja, mas não sei se vou escolher alguma para gravar no meu cd. Quem sabe, né? (risos).
Você é a primeira cantora goiana a chegar à final de um concurso de novos talentos da música no Programa Raul Gil?
Lívia – Sim, sou.
Voltando ao projeto de gravação do seu primeiro CD, você vai escolher qual estilo musical?
Lívia – Por ser meu primeiro CD, vou fazer uma coisa mais eu, né?(risos), mas se eu tiver um empresário forte, ele vai ter direito a opinar, com certeza. O meu estilo inicial seria um pop mais musical.
Este empresário a que você se refere seria o Raulzinho Gil (diretor do Programa Raul Gil, na Band)?
Lívia – Sim, pode ser sim.
O Raulzinho Gil já demonstrou interesse em gravar um CD com você? Ele chegou a conversar com você sobre isso?
Lívia – Sim (risos), conversamos. Mas ele falou com todos os calouros finalistas do programa. Ele disse que, caso ele contrate, ele irá opinar no CD.
Faltam três programas apenas para a final do concurso. Até lá, como está sua preparação?
Lívia – Nesta fase de eliminatórias da final do concurso, eu só ensaio mesmo cada música que vou apresentar e cuido muito da minha voz. Tomo bastante água e evito ingerir alimentos e líquidos gelados. Também tento me relaxar ao máximo e ficar tensa o mínimo possível (risos).
Você tem medo do temível jurado, o produtor musical José Messias?
Lívia – Do Messias? (risos) Não. Imagina?! Mas, vou te confessar que, no primeiro programa que eu gravei, até tinha sim, tinha medo dele me queimar na televisão. Mas, hoje, vejo que ele gosta do meu trabalho, e eu sempre tive votos dele e da Mali (Marley, diretora e produtora teatral).
Até agora, qual foi o momento mais marcante em sua passagem pelo Programa Raul Gil, da Band?
Lívia – Sem dúvidas, o primeiro programa que eu participei, em 20 de novembro do ano passado, pois foi algo muito mágico, inesquecível, vendo tudo aquilo, que antes era um sonho meu, acontecer diante dos meus olhos. Naquele dia, eu cantei “Paralelas”, do Belchior. Foi tão lindo! (se emociona).
E as maiores dificuldades que você teve que enfrentar, ou está enfrentando, para se manter no programa?
Lívia – Dificuldades financeiras e também dificuldades de adaptação ao ritmo maluco da cidade de São Paulo, tudo muito diferente daqui, até porque eu não conhecia São Paulo, antes. E teve um dia que me deu uma forte crise de choro, pois eu me senti sozinha e desamparada. Eu estava na casa de uma amiga minha, em São Paulo, onde eu sempre fico quando vou pra São Paulo gravar o programa. Eu estava deitada no quarto e, de repente, comecei a sentir muito mal, com vontade de voltar para a minha casa, em Rio Verde, uma enorme vontade de estar junto da minha família. Enfim, deu uma deprê, mas nessa hora busquei forças em Deus, Ele que sempre ficou e fica do meu lado. Acho que Deus é o único que está o tempo todo ao meu lado, junto de mim.
Qual a impressão que você tem do dono do programa, o comunicador Raul Gil? Como ele é do outro lado da televisão?
Lívia – Primeiramente, ele é uma pessoa muito profissional, um ser humano especial, muito centrado naquilo que está fazendo. Ele trata a todos com muita cortesia, carinho e educação, mas a gente só tem contato com ele na hora da gravação.
A gente sabe que, como diz o ditado: “santo de casa, não faz milagre”. As pessoas em Rio Verde, e na sua cidade natal, Santa Helena de Goiás, têm lhe tratado com maior popularidade após sua imagem e seu talento serem divulgados na televisão, em um programa exibido em rede nacional?
Lívia – Sim, claro. Tá muito bacana. As pessoas me param nos lugares para me cumprimentar e demonstram estarem orgulhosas de eu estar representando com dignidade o nosso Estado e a nossa região.
Esta fama repentina te assusta?
Lívia – Não Acho tudo isso muito normal. Posso te dizer que estou adorando tudo isso, as pessoas me parando nos lugares para conversar comigo, me cumprimentar, pedirem para tirar fotos comigo, enfim, tudo isso está sendo muito legal.
Qual a sua mensagem aos fãs e aqueles que estão conhecendo agora o seu trabalho, o talento musical de Lívia Detes?
Lívia – Eu só tenho a agradecer a todos que me acompanham, torceram e torcem por mim, pelo meu sucesso. Sinceramente, estou muito feliz por estar entre os finalistas do quadro “Novos Talentos – Quem Sabe Canta” do Programa Raul Gil, na TV Bandeirantes e, como vem acontecendo desde a minha primeira apresentação, estarei dando o melhor de mim naquele palco visando vencer a competição, aliás, não só naquele palco mas em qualquer outro que eu vier a apresentar de agora em diante. (*)
OS BASTIDORES
Desde que estreou no Programa Raul Gil, Lívia Detes tem vivido dias intensos de muita movimentação. Nos dias de gravação têm exigido muita disposição da artista, mesmo dispondo de todo apoio da equipe de produção do programa.
Geralmente, os participantes chegam à sede da Rede Bandeirantes, no bairro do Morumbi, em São Paulo, por volta das 10 horas da manhã. Uma figurinista da Band presta assessoria na escolha roupa a ser usada na gravação. Em seguida, os competidores são preparados por cabeleireiros e maquiadores. Às 15 horas começa a gravação do programa.
Na manhã desta segunda-feira, 9, por MSN eu conversei com a cantora Lívia Detes, que já estava em São Paulo para a gravação, na tarde desta terça-feira, 10, da primeira etapa classificatória da finalíssima do concurso musical de novos talentos do Programa Raul Gil. A gravação será realizada nos estúdios da Rede Bandeirantes de Televisão, no bairro do Murumbi.
Lívia me disse que estava concentrada, já se preparando para a gravação. Disse estar muito confiante que vai passar para a etapa seguinte, a ser gravada na próxima terça=feira, 17.
A apresentação que a cantora goiana irá gravar nesta terça-feira, 10, será exibida no próximo sábado, 14. A grande final do concurso vai ser exibida no próximo dia 28 de março. Lívia Detes faz segredo sobre a música que irá interpretar na gravação da primeira classificatória, hoje. A qualquer momento, novas informações sobre a participação da cantora goiana, representante do Sudoeste Goiano, no Programa Raul Gil, da Band.
(*) Agradecimentos Especiais a Vinícius Castro.

8 de mar. de 2009

Morre, aos 78 anos, o fundador do escotismo em Jataí; cidade perde também médico e empresário da Família Carvalho

Terry Marcos Dourado - ABD Comunicação
Mineiro de Belo Horizonte, morreu neste final de semana, aos 78 anos, vítima de complicações no seu quadro de saúde, o professor José Gonçalves de Brito, popularmente conhecido pela alcunha de “Chefe Brito”.
Nascido em 19 de fevereiro de 1931, José Gonçalves de Brito teve uma infância essencialmente urbana. Em 1955, formou-se em Contabilidade, em Belo Horizonte (MG). Aprovado no concurso público do Banco do Brasil, fora designado para trabalhar na agência de Jataí (GO). “Confesso que, num primeiro momento, a idéia da transferência não me agradou. Uma cidade no interior de Goiás? A primeira impressão que tive, ao chegar, não foi das mais animadoras. Mas a receptividade das pessoas foi muito agradável. Logo que aqui cheguei, uma família me acolheu de braços abertos. Foram os Rezende, mais especificamente os irmãos José, Mário, Clodoaldo e Agnaldo...” – relatou Brito ao livro “Retratos de Uma História”, escrito pela jataiense Sandra Oliveira, publicado em 2003.
Quatro anos mais tarde, após sua chegada a Jataí, Brito conheceu Luzia Carvalho Carneiro. Com ela, anos depois, casou-se e constituiu uma família de seis filhos.
Membro atuante na sociedade jataiense, José Gonçalves de Brito, a convite do então prefeito Luziano Ferreira de Carvalho, lecionou economia política e matemática na Escola do Comércio. Também foi professor no Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho. Na Escola do Comércio, era professor voluntário e, Bom Conselho, o salário que recebia era doado para as internas do colégio.
José Gonçalves de Brito foi quem introduziu os desfiles com fanfarras, posteriormente bandas marciais, nos desfiles estudantis em Jataí. Antes, segundo narrou ao livro “Retratos de Uma História”, Brito disse que apenas dois ou três tambores faziam as marcações dos passos nos desfiles realizados em Jataí. “Mostrei a necessidade da aquisição de novos instrumentos, como os de bateria e sopro, e assim foi feito” – comentou, Brito, que comandou a fanfarra (posteriormente, banda marcial) do Colégio Estadual Nestório Ribeiro que, já no primeiro ano sob o seu comando, sagrou-se campeã de um concurso estadual.
“Chefe Brito” também foi professor do, hoje extinto, Curso Mobral. Em sua atuação na sociedade jataiense, criou estatutos para associações e sindicatos na cidade, sendo um dos fundadores do Sindicato dos Bancários de Jataí. Apaixonado pelo escotismo, desde sua infância, Brito fundou, em Jataí, o Grupo Escoteiro Eleutério Novais, um dos primeiros de Goiás. Juntamente com outras dez pessoas, ajudou a fundar o Clube Balneário Brasnipo de Jataí. E, em meados de 1973, enquanto ainda era funcionário ativo da agência do Banco do Brasil, em Jataí, fundou na cidade o clube social Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB).
Exímio dominador dos cálculos matemáticos, ajudou a resolver problemas financeiros de instituições como o Jóquei Clube de Jataí, Associação Esportiva Jataiense e Hospital Regional de Jataí (hoje, Hospital Ana Izabel de Carvalho). Neste hospital, chegou a assumir a presidência após a morte do doutor Nestor Cúri. “Depois de achar uma carta dele (Cúri) a Jesus pedindo mais um ano de vida para reestruturar o hospital, fiquei comovido e assumi o cargo. Confesso que a dor dos que ali estavam me incomodava muito e, assim que senti o dever cumprido, preferi me afastar do cargo” – comentou Brito à produção do livro “Retratos de Uma História”.
Ao contrário do que muita gente chegou a pensar, o apelido “Chefe Brito” não veio de sua atuação no escotismo, mas por causa de sua função como chefe do setor de Carteira Rural do Banco do Brasil, função que desempenhou por 16 anos junto à classe de produtores rurais. José Gonçalves de Brito era o responsável pela regional que agregava cerca de dez municípios. “Por causa disso, me chamavam carinhosamente de chefe” – relatou na entrevista concedida à produção do livro.
Em 1974, José Gonçalves de Brito recebeu a cidadania jataiense, título concedido pela Câmara Municipal de Vereadores. Como compositor musical, participou de duas edições do Festival das Abelhas, em Jataí. Tendo Sônia Helena como intérprete, sua canção “Certezas” ficou em quarto lugar e, posteriormente, com a interpretação de George Dias, sua canção “O Penetra”, ficou em segundo lugar no festival. É o autor dos hinos do Clube Brasnipo e do Colégio Polivalente Danti Mosconi (hoje, Cefet), e ainda chegou a compor homenagens aos artistas jataienses Moisés Manoel e Everton de Lima.
Segundo informações, ainda não confirmadas, José Gonçalves de Brito, o “Chefe Brito”, morreu neste sábado, 7, por conta de uma doença rara que teria lhe causado a retirada de grande parte do intestino.
Também neste sábado, faleceram em Jataí o empresário José Tosta Carvalho e o seu sobrinho, o médico Adilson Nery de Carvalho, ambos familiares do odontólogo e ex-presidente da Câmara Municipal de Jataí, Alcântara de Carvalho Neto. Segundo informações não confirmadas pela família, “Zé Tosta” morrera por causa de complicações causadas por um câncer e, o médico, sobrinho dele, o doutor Adilson Nery Carvalho, em razão de problemas respiratórios graves decorrentes de uma pneumonia, chegou a ser transferido com urgência para uma unidade de saúde em Rio Verde (GO), mas ao chegar na entrada do hospital, entrou em coma, falecendo logo em seguida. Todos os sepultamentos aconteceram nos cemitérios de Jataí.

14 de nov. de 2008

Pouca gente soube da morte do fundador da Academia Jataiense de Letras

Nem a imprensa de Jataí registrou. Somos o primeiro a registrar, embora com atraso por c onta de problemas técnicos no servidor Blogger, mas fica aqui o registro e a nossa homenagem a quem tem imortalizada uma história de doações por Jataí e seu povo.
Foi enterrado, na última terça-feira, 11, no Cemitério São Miguel em Jataí, o corpo do escritor e médico clínico geral Hugo Ayaviri Amurrio. Boliviano de nascimento, Hugo Amurrió foi naturalizado brasileiro e acabou por se estabelecer com a família, em Jataí (GO) por várias décadas. Ainda em Jataí, Hugo Amurrió fundou e foi o primeiro presidente da Academia Jataiense de Letras (AJL).
Pouquíssimas pessoas compareceram ao velório realizado no Salão Municipal de Velórios em frente ao campo santo. Na sessão ordinária da última quarta-feira, 12, o vereador Gênio Eurípedes de Assis (PMDB), colega de Hugo Amurrió na academia, prestou uma rápida homenagem póstuma ao amigo falecido.
Como médico, Hugo Amurrió prestou relevantes por várias décadas à comunidade jataiense. Também trabalhou no ambulatório de um Posto de Saúde da Família em Sorriso (MT). Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (FG), o médico boliviano recebeu a Cidadania Jataiense por concessão Câmara de Vereadores. Além de médico, nas horas vagas fazia “milagres” em suas múltiplas funções culturais, ora como músico, ora como compositor e até como escritor.
Na música, encantava a todos com a sua sensibilidade ao violão. Também tocava charango e ainda cantava. Pouca gente sabe, mas Hugo Amurrió gravou três CDs e é o autor do Hino Oficial do Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho, em Jataí. Outro passatempo favorito do médico boliviano era jogar xadrez.
Hugo Amurrió deixa vários livros de sua autoria, dentre eles um conjunto de fascículos retirados de suas palestra proferidas no programa "Minutos de Saúde", na Rádio Sorriso FM, em Sorriso (MT), um trabalho que ele rotulava como “um esforço útil de pesquisa atualizada (realizada em 2004), sobre as doenças mais comuns na sociedade humana”. Trata-se de um trabalho diferente dos livros técnico-didáticos por apresentar relatos sucintos de mais de 100 doenças, tudo publicado numa linguagem simples e pedagógica, que facilita a compreensão dos temas escolhidos.
Outras obras publicadas por Hugo Amurrió: “O Que Saber Sobre Aids” (anos 80)m “Cultura Musical – Biografia dos 100 Gênios da Música Erudita”, “Minha Biografia”, “Etiqueta e Boas Maneiras”, “Assim É Jataí” e “Poesias e Mais Poesias”.

23 de set. de 2008

Legislativo Jataiense homenageia príncipe D. João Henrique, o monarca mais popular do Brasil

Terry Marcos Dourado - ABD Comunicação
Com informações de Francisco Cabral, da Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Jataí
A Câmara Municipal de Jataí recebeu, na tarde desta terça-feira, 23, a visita de Sua Alteza Imperial e Real, príncipe Dom João Henrique Maria Gabriel de Orleans e Bragança, descendente da família imperial brasileira. Durante a sessão solene especial, o monarca mais popular do Brasil recebeu uma homenagem em placa oferecida por todos os vereadores. O príncipe brasileiro esteve na cidade para proferir a palestra de abertura do I Congresso Nacional e 2º Congresso Regional do Curso de História da Universidade Federal de Goiás (UFG), que aconteceu entre os dias 23 e 26 de setembro.
Além de parlamentares, compuseram a mesa principal os membros do curso de história do Campus da Universidade Federal de Goiás; a secretária municipal da Educação, Marli Freitas Nery Garcia; o diretor da Universidade Estadual de Goiás (UEG) em Jataí, José Severino da Silva Filho; o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Subseção de Jataí, Mário Ibrahim do Prado; e o advogado Antônio Soares Neto, popularmente conhecido por “Toniquinho JK”, por ter questionado o então candidato à presidente da República, Juscelino Kubitschek, se caso eleito iria transferir a capital do País, do Rio de Janeiro, para o planalto Central, surgindo assim, anos depois, Brasília.
Bisneto da princesa Isabel, trineto de Dom Pedro II e tataraneto de Dom Pedro I, o príncipe Dom João Henrique, em seu discurso, lembrou as conquistas obtidas pelo Brasil com a vinda da família real portuguesa para o país, em 1808. Este ano, a Família Real Brasileira está recebendo homenagens por todo o País, inclusive a de hoje pela Câmara de Vereadores de Jataí, como parte das comemorações dos 200 anos da chegada da corte portuguesa ao Brasil. A transferência ocorreu sob o comando de do rei português Dom João VI, pai do futuro imperador do Brasil, Dom Pedro I, maior herói da independência nacional.
”Com a vinda da corte, o Brasil passou a contar com uma imprensa nacional, justiça civil e militar, Jardim Botânico (no Rio de Janeiro) e diversas instituições que ajudaram a modernizar e desenvolver o país”, ressaltou o príncipe brasileiro.
“Dom Joãozinho”, o monarca mais
popular do Brasil, é descendente dos
imperadores Carlos Magno e Gengis Khan
Descendente longínquo dos famosos ancestrais – Carlos Magno, rei dos Francos (de 771 a 814 d.C.), rei dos Lombardos (a partir de 774 d.C.), e ainda o primeiro imperador do Sacro Império Romano (coroado em 25 de dezembro do ano 800 d.C.), e restaurando assim o antigo Império Romano do Ocidente, pela descendência paterna; e do grande imperador Mongol, Gengis Khan (1162 a 1227 d.C., o comandante militar mais bem sucedido da história da humanidade, o homem que venceu as muralhas da China e extendeu o seu império ao sul e a oeste daquele País) – filho único e herdeiro do príncipe português Dom João Maria Felipe Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orleans e Bragança (falecido em 2005) e da princesa egípcia Fátima Scherifa Chirine (morta em 1990), o príncipe Dom João Henrique Maria Gabriel Gonzaga de Orleans e Bragança traz consigo a responsabilidade de carregar um nome tão importante na criação do Brasil, enquanto nação.
Surfista, apaixonado pela natureza, o príncipe Dom João Henrique nutre, há mais de 30 anos, uma paixão especial pela fotografia que há o levou a publicar oito livros além de realizar inúmeras exposições pelo País. A fotografia também lhe proporcionou diversas experiências conhecendo, inclusive, pescadores e índios Yanomamis na visita que fez ao Xingu (MT), em 1978. Hoje, aos 54 anos, Dom João Henrique é reconhecido como um dos fotógrafos mais prestigiados do Brasil, sendo que em seus ensaios fotográficos, há sempre a preocupação de registrar paisagens e traços da cultura e da identidade brasileira.
A homenagem do Parlamento Jataiense
Dom João Henrique nasceu em 25 de abril de 1954. Casado com Dona Stella, é pai do casal João Felipe de Orleans e Bragança e Maria Cristina de Orleans e Bragança. O príncipe Dom João Henrique, além de fotógrafo profissional, é administrador de empresas no ramo imobiliário. Além disso, ele luta em favor das causas ambientais. Dom João Henrique aprendeu com o seu pai, o também príncipe, Dom João Maria de Orleans e Bragança, a amar o Brasil sobre todas as coisas.
Eis a íntegra do conteúdo da honraria em placa entregue ao príncipe brasileiro pelo presidente do Legislativo Jataiense, vereador João Wesley Moura (PP):
“A Câmara Municipal de Jataí, Estado de Goiás, homenageia a Vossa Alteza Imperial e Real, príncipe Dom João Henrique Maria Gabriel de Orleans e Bragança, representante da Família Real que contribuiu para a abertura dos portos no Brasil, também para a criação da Imprensa Nacional, a estabilidade democrática e a abolição da escravatura, nestes 200 anos da vinda do Rei Dom João VI para o Brasil, pela histórica visita à esta Casa de Leis, neste evento que se reveste de imperial importância.” – Vereador Dr. João Wesley Cabral de Moura, presidente; vereador Adilson de Carvalho, 1º Vice-Presidente; vereador André Pires do Nascimento, 2º Vice-Presidente; vereador Abimael Souza Silva, 1º Secretário e vereadora Maria José da Silva Lemes, 2ª. Secretária (Mesa Diretora 2008) e demais vereadores: Dr. Alcides Peregrino Fazolino, Dr. Ediglan da Silva Maia, Dr. Gênio Eurípedes Cabral de Assis, Geovaci Peres de Castro e Soraia Rodrigues Chaves – Câmara Municipal de Jataí, Estado de Goiás; Plenário João Justino de Oliveira, aos 23 dias do mês de setembro do ano de 2008.”
O presidente da Câmara Municipal de Jataí, vereador João Wesley Moura, iniciou seu pronunciamento de forma descontraída. “Tenho um sobrinho que me ligou perguntando se estariam aqui o Dom João e o Dom Pedro também por causa da minha barba, mas na verdade nós gostaríamos de agradecer, não só a presença do nosso príncipe aqui em Jataí, mas também agradecer à turma, ao grupo que dentro de uma programação, principalmente nos aspectos educacionais hoje, fazer um congresso dessa natureza. Quero parabenizar a todos, em detrimento de nomes, mas vocês estão de parabéns e nos dando a oportunidade, não só de historicamente, como Poder Legislativo, mas como comunidade de Jataí, como entidade universitária, é que a gente realmente fica agradecido por este movimento.”
“E é importante, quando a gente começa a questionar, e muitos ainda têm aquela dúvida, se realmente existe a Família Real no Brasil, se existiu Dom Pedro, Dom João... Então, o movimento político da monarquia, em si, muitos talvez não tenham talvez o conhecimento, não tenha aquela preocupação, não só de estudar, mas de ouvir ou de comentar sobre este fato da história nacional. E muitos confundem. Quando a gente fala em monarquia, eles acham que é um movimento contra a democracia, que é a anarquia. Não. Na verdade, quem sabe e conhece um pouquinho dos processos monárquicos mundiais sabe que o processo democrático ele é altamente vivido dentro da monarquia.
O príncipe brasileiro dá a sua
mensagem ao povo jataiense
A seguir, a íntegra do pronunciamento de Sua Alteza Real e Imperial, príncipe Dom João Henrique Maria Gabriel Gonzaga de Orleans e Bragança, popularmente conhecido por “Dom Joãozinho”:
“Senhoras e senhores, eu cumprimento a todos, às autoridades, ao público, na pessoa do senhor vereador presidente da Câmara de Vereadores de Jataí e, antes de tudo, me sinto muito honrado por esta homenagem, por estar aqui em Jataí nesta comemoração dos 200 anos da chegada de Dom João VI ao Brasil.
Em todas as falas, duas palavras me chamaram a atenção. Uma é a democracia, dita pelo senhor narrador da figura de Dom Pedro II e da importância do período imperial no Brasil, depois da chegada de Dom João VI no lançamento das sementes da democracia no Brasil. E a outra, é a educação, também, onde está acontecendo aqui esse congresso na UFG. Essas duas coisas têm muito em comum, a democracia e a educação.
Basicamente, vou resumir um pouco aqui, assuntos muito importantes para a formação do nosso País, da nossa Nação, como ele é hoje, como Nação, como já foi dito aqui tantas vezes. Uma Nação significa ter sentimento de nacionalidade. O Brasil, antes de 1808, não tinha este sentimento formado. O Brasil era uma colônia dispersa. Havia um movimento, sim, de independência, de separação, inclusive, mas não havia um sentimento de unidade territorial e um sentimento de unidade nacional. O Brasil certamente, se não tivesse vindo Dom João VI para cá naquele momento, e não tivesse deixado Dom Pedro aqui, o Dom Pedro ainda não I, mas Dom Pedro de Alcântara, que se tornou Dom Pedro I após ser coroado o primeiro imperador do Brasil, nós hoje – e poucas pessoas se dão conta disso – o Brasil seria, hoje, certamente, vários países divididos na América Latina. Basta olhar o mapa do Brasil e o mapa da América Latina e ver que a América Latina tem o Peru, tem o Equador, tem o Paraguai, o Uruguai, o Chile, a Argentina, são vários, todos países de língua espanhola, e o Brasil, de língua portuguesa, é um só país. Talvez, a maioria das pessoas não saiba por que o Brasil é um só, e os outros países são vários países divididos.
O Brasil seria, sim, dividido em vários países se, naquele momento, o Dom João VI não tivesse tido a visão estratégica e patriótica de pensar no Brasil como uma nação. Ele não pensou pequeno, ele pensou grande. Ele não pensou com nenhum interesse próprio. Ele pensou no interesse da nação brasileira. Ele pensou como homens públicos e homens de Estado devem pensar. Priorizar o País, a Nação em primeiro lugar. Ele pensou dessa forma, voltou a Portugal, fundou uma série de instituições aqui no Brasil. Acho que as instituições que começaram na época da chegada de Dom João VI e se solidificaram nos anos seguintes, são a base, talvez, da nação brasileira e da democracia brasileira. Sempre dizem que o País precisa de grandes nomes, mas grandes nomes à frente das instituições. Instituições sólidas e democráticas.
A democracia é a base de tudo. Pode ter um mau governo ou um bom governo, mas se não tiver a democracia, o bom governo não vai se repetir e o mau governo não vai sair. As liberdades de expressão, a liberdade de imprensa, são instituições que também nasceram no Império (Brasil Imperial). Não havia a imprensa no Brasil antes da chegada de Dom João VI. É difícil, talvez, para nós entendermos isso, mas o Brasil, antes da chegada de Dom João VI, era uma colônia que sequer tinha relações comerciais com países que não fosse através de Portugal, portanto, não tinha moeda local, não tinha imprensa, não tinha biblioteca, não tinha banco e nem o Jardim Botânico.
E quando se fala no Jardim Botânico no Rio de Janeiro, pensa-se em um jardim de visitação. Hoje em dia, é um passeio para as famílias aos domingos, mas naquela época, o local era um centro de pesquisas. Eu diria que era a “Embrapa” da época. A Embrapa que, hoje, é tão importante para todo o País. E nós podermos dizer isso aqui, neste município que vive basicamente da agricultura, e desse boom da agricultura brasileira, única da história do mundo, e sem dúvida, o Brasil ocupando o lugar de celeiro do mundo, sendo o maior exportador de soja, de carne e de café, tendo as maiores taxas de produtividade de soja por hectare, maiores até que as dos Estados Unidos, e a Embrapa ajudou muito nisso. Então, eu diria que o Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi a “Embrapa” daquela época, há 200 anos. Então, tudo isso foram sementes que foram bem cultivadas e que resultaram num País como o que nós temos hoje. Um país sem guerras internas, sem conflitos de fronteira, e sem problemas étnicos. A gente também não se dá conta disso, mas a gente tem vários problemas, mas não temos certos outros tipos de problemas como os que existem na Europa, lá onde tem guerras, no Kosovo, na Irlanda, guerras religiosas. Graças a Deus, nós nunca tivemos isso.
Basicamente, por aquele momento, há 200 anos, quando da visão de Dom João VI sendo o Brasil um país-nação. E essas instituições, que foram criadas naquele tempo, como a Justiça Militar e a Justiça Real que, hoje, são embriões do Supremo Tribunal Militar e do Supremo Tribunal de Justiça, hoje em Brasília. E se hoje nós temos instituições independentes, o que assim deve ser numa democracia, como este Poder Legislativo que é independente do Poder Executivo e também independente do Poder Judiciário, sem dúvidas, com todos os trancos e barrancos que nós passamos, com várias ditaduras na República, nós podemos dizer que temos instituições sólidas no Brasil. Nós podemos dizer isso. E principalmente numa América Latina que está andando para trás, em matéria de democracia, em vários países vizinhos a nós, mas nós continuamos, graças a Deus, firmes com as nossas instituições.
É uma pena nós vermos uma América Latina que passou por ditaduras militares nas décadas de 60 e 70, e que conseguiu implantar a democracia em todos os países, vermos que vários desses países estão retrocedendo em relação aos direitos de expressão, aos direitos de imprensa, aos direitos humanos, aos direitos da oposição, pois são países onde a oposição muitas vezes é pressionada, é violentada. Isso, nós estamos vendo no mundo que até então estava indo muito bem em direção à democracia. Nós ainda somos, e acho que ainda vamos continuar um País onde as instituições defendam a independência e a democracia. Portanto, repito que é uma honra estar aqui em Jataí. Parabéns a Jataí, a vocês todos.”
Cumprindo uma extensa programação em Jataí, o príncipe brasileiro assistiu a um concerto realizado na Catedral do Divino Espírito Santo. Em seguida, no auditório da paróquia, proferiu a palestra de abertura oficial do Congresso Nacional de História, abordando as contribuições da corte portuguesa ao Brasil nestes 200 anos de história. A agenda de compromissos do príncipe terminou com um requintado jantar oferecido no casarão do Pontal do Urutal.
A intimidade e a personalidade
deste príncipe sem reino
Aos 54 anos, Sua Alteza Imperial e Real, príncipe Dom João Henrique Maria Gabriel de Orleans e Bragança não esconde de ninguém o seu orgulho por pertencer à à linhagem de descendência dos Orléans e Bragança, também de ser descendente do imperador “mais progressista da história” e da princesa que decretou o fim da escravidão no Brasil. Dom “Joãozinho” faz questão de preservar a história familiar com tenacidade.
Mas engana-se quem pensa que este príncipe se deixa entorpecer pelo título nobre e vive única e exclusivamente de seu passado. Pelo contrário, é um homem de espírito aventureiro, apaixonado pelo surf sendo o primeiro brasileiro a dropar na Indonésia, em 1976, tendo viajado de cargueiro por curiosidade também por não ter dinheiro para custear suas viagens de decoberta do mundo.
Além de dedicar sua vida a fotografar o Brasil e a publicar oito livros, Dom João Henrique também cuida dos negócios imobiliários iniciados pelo pai, D. João Maria, em Paraty (RJ). Aliás, é nesta cidade histórica e a capital carioca, onde mora a mulher, Stella, e os filhos João Felipe e Maria Cristina, que Dom João Henrique vive a maior parte de seu tempo. Amante da literatura, anualmente o príncipe brasileiro faz questão de oferecer um almoço aos escritores que participam da Festa Literária de Paraty e, ali mesmo, nos jardins de sua casa, promove um sarau de poesia.
Dom João Henrique disse que chegou a ser censurado pela revista americana New Yorker, que não publicou suas opiniões contundentes contra o governo Bush. Além disso, se emociona em comentar suas lutas sociais – a defesa do meio ambiente e a inclusão social dos portadores de deficiência –, esta, iniciada após o nascimento de sua filha Maria Cristina, que tem síndrome de Down.
Um fato que marcou a vida deste príncipe brasileiro foi o exílio a que seus antepassados foram submetidos. “O meu pai nasceu no exílio e foi registrado na embaixada brasileira. Ele veio para o Brasil logo que a lei do exílio acabou. O governo republicano teve a inteligência de esperar mais de 30 anos, tempo para que toda uma geração que viveu no Império e tinha simpatia e admiração por D. Pedro II morresse, para deixar que descendentes do imperador voltassem ao Brasil. Eles queriam ter certeza de que a popularidade de D. Pedro II não fosse transmitida para os seus descendentes” – desabafou o príncipe.
Dom João Henrique faz questão de ressaltar que pertence à primeira geração de sua família nascida no Brasil. “O meu pai tinha sede de Brasil, de conhecer um país contado através de seus avós. Papai optou por recusar vários empregos que dariam a ele uma aposentadoria maravilhosa. Ele morreu como tenente-coronel reformado, tendo servido à Força Aérea e participado da Segunda Guerra Mundial no patrulhamento da costa brasileira.
Dom “Joãozinho” revelou que seu pai, ainda quando servia a Força Aérea Brasileira, numa época em que a PanAir sofria dificuldades, fora emprestado, juntamente com diversos outros pilotos da FAB, pelo governo brasileiro, para ajudar a PanAir. Assim, seu pai acabou por conhecer a mulher que, futuramente, viria a ser sua mãe. “Mamãe era uma princesa egípcia. Naquela época houve uma resistência, como há até hoje, em casamentos entre muçulmanos e católicos. Mamãe teve que fugir do Egito. Eles se casaram em Portugal e não voltaram para o Egito. Ela, sim, voltou 27 anos depois, e também sofreu um exílio.
Ao ser indagado sobre o patrimônio financeiro da família, Dom João Henrique não se envergonha em dizer que, mesmo tendo o título nobre de príncipe, não teve uma vida fácil. “Meu pai, quando veio morar em Paraty, comprou terras com dinheiro das economias. Comprou em 1959. Ele, por ter tido uma carreira militar, não tinha a parte administrativa apurada. Se eu não tivesse ajudado, a gente tinha perdido o pouco que temos em Paraty, para onde eu tive que me transferir para fazer a minha vida e ajudar meu pai. As pessoas acham que a família real é rica, mas minha grande honra é não ter nada. A história da família é, sim, meu grande patrimônio” – revela com emoção, lembrando que, no passado, o imperador D. Pedro II morrera pobre.
O príncipe brasileiro revela uma curiosidade interessante. Segundo ele, as cores do Brasil são as mesmas cores que representam a cidade portuguesa de Bragança. “O verde da bandeira brasileira é o verde de Bragança. A República quis mudar as cores da bandeira, houve resistência. Quis mudar o formato da bandeira, houve resistência. Como todo governo de força, tem que mudar todos os símbolos. A República inventou que o verde era da mata. O verde da bandeira brasileira é o verde-bragança” – desabafou.
Sua Alteza Imperial e Real, príncipe Dom João Henrique Maria Gabriel de Orleans e Bragança revela que sente muito orgulho em viajar pelo Brasil e de ser sempre recebido em todos os lugares com muito carinho, como aconteceu na visita que fez à Jataí (GO), em 23 de setembro último. Sobre a forma de tratamento que tem recebido pelo País, o monarca brasileiro revela que todos o chamam de Dom João. “A formação de príncipe é saber que ele é igual a todo mundo e que deve respeito a qualquer um de seus cidadãos” – comenta.
Mas não foi apenas dificuldades financeiras que o príncipe brasileiro enfrentou ao lado de sua família. Ele também sentiu na pele a maldade do preconceito social, após o nascimento de sua filha Maria Cristina, que tem Síndrome de Down. “Nós sempre lutamos pela escola, levamos muito na cabeça, nos decepcionamos muito, passamos momentos difíceis. (...) A Cláudia Werneck, diretora da ONG Escola de Gente, deu consultoria para uma recente novela do Manoel Carlos (Páginas da Vida, exibida pela Rede Globo). E uma certa vez, na escola da minha filha, fui receber o boletim com os outros pais e fui ficando por último, por último, e não recebi o boletim da minha filha. Falei: “Professora, a senhora esqueceu”. Ela veio: “Não, não esqueci. É que depois vou chamar você e entregar pessoalmente”. Pronto! Me senti o patinho feio da história, o diferente, quando não deveria ser. Nosso conceito é que todos somos diferentes. Nenhum ser humano é igual. Temos direitos e obrigações iguais, mas não somos iguais. E é a convivência com a diversidade que nos dá cidadania, solidariedade e respeito. Posteriormente, comentei essa história do boletim com a Cláudia Werneck e ela passou isso para a TV Globo. Vi minha história ali, sendo retratada na novela, e achei isso muito útil” – disse, emocionado.
A respeito dos 33 anos de exílio vividos por sua família, o príncipe brasileiro Dom João Henrique Maria Gabriel de Orleans e Bragança revela que o ocorrido não foi por culpa do Marechal Deodoro da Fonseca. “Ele era monarquista. Por seus textos, ele foi um testa-de-ferro do movimento da jovem guarda do Exército, não era da Marinha. Era um grupo de alunos e jovens da Escola Militar da Urca. Havia o nome “República” no ar, mas deslanchou através disso” – revela.
O monarca brasileiro confirmou a história de que, no exílio, sua família não aceitara dinheiro do governo brasileiro. “De fato, D. Pedro II não aceitou. Mesmo os republicanos tinham muita admiração por D. Pedro II, por toda a dedicação dele, 49 anos de governo, por seu patriotismo e sua ética. Mandaram uma pensão para ele no exterior. Ele disse que não podia receber dinheiro do Brasil sem estar servindo à nação brasileira. Acho que ele cometeu um ato de exagero, porque ele teria direito à uma aposentadoria. Mas foi radical, ele escreveu: “Desejo sucesso ao novo governo do meu país”. Não estava preocupado se era ele quem estava liderando o país, ou mesmo que o novo governo tenha entrado pela força, estava preocupado com o futuro do país. Essa é a postura de um patriota” – comentou o príncipe.
Sobre os recentes fatos da política nacional em Brasília, Dom Joãozinho é enfático em suas críticas. “Quando você está na oposição e não aprova projetos para o seu país porque vai deixar em evidência o sucesso do governo opositor, isso é um crime de lesa-pátria e acontece com todos os partidos, há muitos anos. Várias propostas, a exemplo da Reforma da Previdência e a Lei da Responsabilidade Fiscal, foram negadas pelo partido hoje no governo. Então, pergunto, é patriota alguém que, sabendo ser a lei importante para uma melhor qualidade de vida de 180 milhões de habitantes, vota contra essa lei por interesses políticos?” – alfineta o príncipe.
Aliás, politicamente falando, Dom João Henrique Maria Gabriel de Orleans e Bragança se declara um parlamentarista convicto. “Quando aconteceu o plebiscito aqui no Brasil, eu participei dele e, à época, me perguntavam: “O senhor é monarquista?”. Dizia que era muito mais parlamentarista que monarquista. E os jornais insistiam: “Mas o senhor faz parte da família real!”. Falei: “Sou da família real porque fui educado a respeitar meu país com qualquer regime, em qualquer hora, com qualquer governante, desde que constitucional e democrático”, mas acho que o parlamentarismo funciona melhor que o presidencialismo.
A respeito da renovação do sistema político brasileiro, o príncipe ressalta o valor da democracia. “Nós temos uma democracia e ela só necessita ser aperfeiçoada. Temos um sistema de eleição e de apuração de resultados considerado um dos mais transparentes do mundo. Temos liberdade de imprensa. A República tem instituições fortes e tem que cuidar para que elas não enfraqueçam. É perigoso jogar referendos nas ruas, porque nem sempre a população tem clareza para decidir sobre assuntos em que pode estar influenciada pela emoção do momento” – disse.
Ao ser questionado sobre a viabilidade do retorno da monarquia no Brasil, o príncipe brasileiro assim respondeu: “É interessante o sistema hoje, moderno, de monarquia parlamentar: você tem um chefe de Estado sem partido político, sem rabo preso com nenhum setor corporativo da sociedade, nem banqueiros, nem empreiteiros. Tem total independência, como os ministros do Supremo Tribunal Federal, vitalícios. A história do cargo vitalício não é um anacronismo do mundo moderno: é um modo de dar independência e isenção. A monarquia moderna, não a da Inglaterra, mas a da Suécia, a da Noruega, da Dinamarca e da Bélgica, funciona e tem altíssimos níveis de aprovação porque o rei é chefe de Estado, não pode dar opinião política. Mas no Brasil, hoje, não há um lugar para isso.
Dom Joãozinho revela que, por tradição familiar, não pode participar de forma atuante da vida político-partidária do Brasil. “Não posso participar por causa da minha história, não é por lei. Tenho opiniões, voto, mas não posso expor minhas preferências. Como manda uma tradição familiar de séculos: participar da vida pública brasileira sem ter publicamente uma luta partidária ideológica, mas sempre atento às liberdades e à constituição da democracia” – esclarece o príncipe.
Perguntado sobre como ele lida com o jet set, o lado mais fútil da nobreza, Sua Alteza Imperial e Real, príncipe Dom João Henrique Maria Gabriel de Orleans e Bragança, apenas ri e responde: “Não lido. Em uma certa entrevista minha, eu disse que se tiver um ano para ficar indo de festa em festa, eu fecho a casa e vou fazer uma coisa mais interessante. Já me perguntaram várias vezes, em programas de TV e entrevistas, o que é ser nobre. Nobre não está no sangue nem no nome. Nobre é o sujeito que tem gestos nobres, valores e postura nobres” – finalizou o mais popular monarca brasileiro da atualidade.

12 de set. de 2008

II Parada Gay de Jataí é neste domingo, no Parque JK

Terry Marcos Dourado - ABD Comunicação
A ONG (Organização Não-Governamental) de Jataí, "Associação Jataiense de Direitos Humanos - Nova Mente" (AJDH-NovaMente) está ultimando os preparativos para a II Parada do Orgulho LGBT do Sudoeste Goiano em Jataí (Parada Gay) que acontece neste domingo, 14 de setembro, a partir das 14 horas, na Avenida Perimetral - Parque Juscelino Kubitscheck de Oliveira (Parque JK).
Este ano, durante o "Show da DiverCidade", haverá a execução do Hino Nacional Brasileiro, discurso de autoridades e homenagens aos gays e lésbicas mortos em Jataí e região por homofobia. O tema da II Parada Gay de Jataí é "Seu Voto Vale Sua Vida. Homofobia Mata!".
Confira abaixo o mapa com o trajeto oficial da Parada Gay 2008 de Jataí (clique sobre a imagem para ampliá-la):


4 de set. de 2008

Definido o trajeto oficial da II Parada Gay de Jataí

Bruno Corssini - ABD Comunicação
A ONG jataiense AJDH-NovaMente, presidida por Gilbran Assis de Oliveira; em conjunto com a Agência Barros Dourado Comunicação e Eventos, presidida pelo jornalista, radialista, produtor cultural e artista Terry Marcos Dourado; definiu nesta quinta-feira, 4, o trajeto oficial da II Parada do Orgulho LGBT do Sudoeste Goiano em Jataí.
O evento, patrocinado pelo Governo Federal através dos ministérios da Saúde e da Cultura, que em 2006 teve um público de cerca de 3 mil pessoas em sua primeira edição, acontece no domingo, 14 de setembro, a partir das 14 horas, na Avenida Perimetral, Parque Presidente Juscelino Kubitscheck de Oliveira (Parque JK), com a solenidade oficial de abertura, execução do Hino Nacional Brasileiro e o Show da DiverCidade, com direção geral e artística de Terry Marcos Dourado. O tema desta edição será "Homofobia Mata! Seu Voto Vale Sua Vida."
Artistas de Jataí e região, em qualquer modalidade artística, incluindo capoeira, funk, street-dance, axé, pagode, cantores pop e sertanejo, dubladores, hip-hop, artes marciais, dentre outras atividades artístico-culturais poderão se apresentar no Show da DiverCidade. Basta fazer a inscrição, gratuitamente até sexta-feira, 12 de setembro. Maiores informações, pelos fones: (64) 3636-4502, horário comercial, e (64) 8116-8769.
Para visualizar o mapa com o percurso oficial da II Parada Gay de Jataí, clique na imagem abaixo:

10 de jul. de 2008

Oito anos depois, nasce o primeiro jornal popular totalmente interativo e sem censura de Goiás

Terry Marcos Dourado - ABD Comunicação
A história da imprensa no Brasil tem seu início há exatos 200 anos, em 1808, com a chegada da família real portuguesa, sendo até então proibida toda e qualquer atividade de imprensa. A imprensa brasileira nasceu oficialmente no Rio de Janeiro em 13 maio de 1808, com a criação da Gazeta do Rio de Janeiro, órgão oficial do governo português que tinha se refugiado na colônia americana. Pouco antes, mas no mesmo ano, o exilado Hipólito José da Costa lançava, de Londres, o Correio Brasiliense (com “s”), o primeiro jornal brasileiro — ainda que fora do Brasil.
Fundada com o nome de Minas de Nossa Senhora do Rosário Meia Ponte, em 7 de outubro de 1727 e, e, 1890, passou a se chamar Pirenópolis, aquela cidade foi importante centro urbano dos séculos 18 e 19, com mineração de ouro, comércio e agricultura, em especial a produção de algodão para exportação no século 19.
Ainda no século XIX, com o nome de cidade de Meia Ponte, tornou-se o berço da imprensa em Goiás, pois ali nasceu o primeiro jornal do Centro-Oeste Brasileiro, denominado Matutina Meiapontense, um jornal que circulou na província (hoje, Estado) de Goiás entre 5 de março de 1830 e 24 de maio de 1834, totalizando 526 números.
O primeiro jornal goiano surgiu, portanto, no período do primeiro Império Brasileiro, editado na Vila de Meia Ponte, hoje Pirenópolia, pelo comendador Joaquim Alves de Oliveira, tendo como primeiro diretor o padre Luís Gonzaga de Camargo Fleury. À época, tinha o jornal um papel importante na elite goiana, considerando-se que a esmagadora maioria da população era de analfabetos, e, assim, os valores ali registrados eram as idéias dos senhores escravistas do interior goiano.
A imprensa em Jataí
Jataí, 18 de agosto de 1935. Nesta data, noticiou-se, sem detalhes, o aparecimento do jornal "O Jatahy", o primeiro veículo de comunicação da cidade.
Jataí, 10 de julho de 2008. Quase 73 anos depois, outro anúncio em Jataí, desta feita, o de um jornal que pretende ser um marco na imprensa jataiense e goiana.
Assim vou definir a concretização de um sonho rabiscado em um papel branco há exatos oito anos e que vira realidade justamente no mês em que comemoro mais um aniversário. Apresento a você, nesta data, a tão aguardada versão impressa da Gazeta Popular que, inicialmente, era para se chamar "Gazeta Livre", depois, "Gazeta Eldorado", mas quis o destino e Deus que o nome fosse este: "Gazeta Popular".
Trata-se do primeiro jornal verdadeiramente popular, analítico, formador ou provocador de opiniões, e o mais importante, O PRIMEIRO JORNAL TOTALMENTE SEM CENSURA E TOTALMENTE INTERATIVO DO ESTADO DE GOIÁS. A primeira edição já está circulando, em massa, em todos os cantos de Jataí (cidade-sede), e também com circulação dirigida em todos os municípios do Sudoeste Goiano, ainda em Goiânia e Brasília-DF.
A exemplo do que você vem acompanhando, diariamente, aqui no blog, matérias jornalísticas - polêmicas ou não - com a minha assinatura, uma marca de credibilidade pessoal e jornalística conquistada nestes meus 16 anos do exercício, em todas as suas modalidades e especificidades, do jornalismo. Modéstia à parte, sou jornalista, sou repórter, radialista... Não sou um destes que "se acham" jornalistas e caem de pára-quedas por aí, por aqui, acolá, só para "ganhar dinheiro de trouxas" e, simplesmente desaparecer... Não! Absolutamente! Em todos esses 16 anos, eu, Terry Marcos Dourado, jamais brinquei de ser jornalista. É a profissão que o destino me concedeu, a qual abracei com carinho e profundo respeito a mim, à ética jornalística e às inúmeras produções (textos, áudios e vídeos) que realizei durante todos estes anos, até aqui.
Hoje, lanço com muita emoção, o "meu" jornal. E, quando digo "meu", é porque ele carrega toda a minha paixão, toda a minha carga emocional, minha adrenalina, minha ética, a minha alma doadas ao Jornalismo Verdade, de verdade. Falhas? Vão haver sempre! Afinal, quem verdadeiramente me conhece sabe que jamais tive, e jamais irei ter, a prepotência de achar que estou, ou estarei, sempre acima de tudo e de todos... Não!... Sou um ser humano normal, falível, que busca viver plenamente a vida de forma a dela extrair todas as experiências, aprendizagens e lições possíveis.
E, desta feita, o destino reserva-me esta surpresa!... Entregou-me "o leme" deste barquinho que, espero, um dia, conseguir tornar um transatlântico! Quem sabe?... Só Deus, meus Orixás, meus protetores espirituais e, claro, minha família sabem quantos duelos, verdadeiras e sangrentas batalhas, enfrentei, continuo enfrentando e, claro, irei enfrentar, principalmente agora para manter este projeto vivo e funcionando!
Não lanço este jornal, inédito, apenas para ficar nesta única edição!... Óbvio que não! Mas, entrego nas mãos de Deus, entrego às sábias leis naturais da Vida que regem a mim e a todos nós para que, enquanto for possível e preciso, eu tenha a sabedoria e o discernimento em realizar cada edição a mim confiada, até quando a Vida "me disser"- "Terry, agora chega! Não precisa mais publicar jornal... A missão está cumprida!"
Qualidade. Esta é minha outra preocupação inquestionável. Tanto, que estas 12 páginas da primeira edição foram rigorosamente desenhadas por mim e, executadas à risca, segundo minhas orientações, pelo paginador. Claro, sempre aberto a sujestões... A impressão, em moderno sistema Laser Film, e o "lay-out" moderno com cores diferenciadas dos velhos padrões do jornalismo, fazem da Gazeta Popular, um jornal diferente, ousado, criativo!... Único!
Não coloco, a partir desta data, este produto jornalístico no mercado jataiense, sudoestino ou goiano, para ser o "mais um", mas para ser "o jornal" ou "a Gazeta Popular", com estilo/personalidade próprio, não sendo comparado a nada que já circulou por aqui até hoje. Tamanha ousadia vai dar certo?... Espero que sim!... Espero que as pessoas gostem, aprovem e, claro, participem, pois "Gazeta Popular" é, sem dúvidas, o primeiro jornal totalmente interativo de Goiás. Portanto, o sonho de publicar este jornal, posso dizer, sim, que é "meu"; mas a manutenção deste sonho, agora concretizado, passa a ser uma responsabilidade dividida com todos os leitores.
No editorial da versão impressa do jornal, explico em detalhes como nasceu este projeto. Aqui, quero apenas agradecer, um a um, a todos os meus pouquíssimos, porém, grandes verdadeiros amigos que me ajudaram a realizar este sonho. Obrigado a todos e que Deus vos recompense, sempre!
Periodicamente, você, juntamente com a Agência Barros Dourado Comunicação e Eventos (ABD Comunicação), vamos juntos dar vida à uma nova edição, cada vez melhor, com certeza!... Afinal, como o próprio nome do jornal afirma, este é um espaço do povo, pelo povo e para o povo. E, assim o será até quando for publicada a sua última edição, um dia... um dia que, sinceramente, espero ser o mais longínquo possível do hoje.
Se você ainda não tem, e gostaria de receber a edição impressa da Gazeta Popular, envie o seu pedido com endereço completo e telefone para o nosso email: agenciabarrosdourado@bol.com.br

16 de jun. de 2008

Rede Globo estréia no "JN" de hoje sua programação em alta definição, mas perde audiência para "Pantanal"

Terry Marcos Dourado - ABD Comunicação
A noite desta segunda-feira, 16, vai ser histórica para a televisão brasileira. Dando prosseguimento ao cronograma de implantação da tv digital no País, a Rede Globo de Televisão inaugura, durante o Jornal Nacional, o seu sistema de transmissão em HD (High Definition), alta definição.
O primeiro programa que o público carioca vai poder conferir pelo novo sistema de transmissão vai ser a novela A Favorita, totalmente produzida em HD, com qualidade seis vezes superior à do sistema até então tradicional. O filme que a Globo irá exibir em Tela Quente também será em HD.
A partir desta noite, toda a programação da Rede Globo de Televisão passa a ter imagem e som transmitidos com definição muito superior, além de mobilidade, portabilidade e, brevemente, interatividade. Para o segundo semestre deste ano, a Rede Globo deverá iniciar as transmissões digitais em mais 12 emissoras afiliadas. Para 2009, os telespectadores das principais cidades brasileiras também vão desfrutar dos benefícios do novo sistema de transmissão.
Em Jataí, a TV Rio Claro, pertencente à Rede Anhanguera de Televisão, afiliada à Rede Globo, foi a primeira emissora da Organização Jaime Câmara a usar equipamentos totalmente digitais em suas produções e gerações de som e imagem.
Globo continua perdendo audiência para o
SBT durante a exibição da novela Pantanal
Desde a última segunda-feira, 9, em que o SBT provocou a Rede Globo colocando no ar, de forma repentina e sem divulgação, a novela Pantanal, escrita por Benedito Ruy Barbosa (hoje, pertencente ao staff de autores da Globo), e dirigida por Jayme Monjardim (também pertencente ao staff de diretores da Globo), a poderosa emissora carioca, líder absoluta em audiência, principalmente no horário nobre noturno, vem perdendo audiência para a novela.
Na terça-feira, 10, a Rede Globo informou seu Departamento Jurídico está avaliando quais medidas tomar contra o SBT. A Globo alega proprietária da história e das imagens, adquiridas diretamente do autor, Benedito Ruy Barbosa. Para a Globo, a reexibição da novela pelo SBT é ilegal. O SBT rebate a informação e alega ser o verdadeiro dono dos direitos de reexibição da maior produção e do maior sucesso da teledramaturgia brasileira.
Segundo informações, o SBT comprou a novela Pantanal de um empresário que, por sua vez, adquiriu a obra cerca de cinco anos atrás durante um leilão da massa falida da TV Manchete. O SBT comprou diretamente da empresa JPO Produções Ltda., com exclusividade para televisão aberta e para todo o território brasileiro, os direitos de reexibição e transmissão, da telenovela Pantanal.
Os direitos cedidos foram obtidos pela JPO Produções Ltda. por contrato havido com a massa falida da TV Manchete Ltda., celebrado em decorrência de decisão judicial autorizatória do MM. Juiz da 28ª Vara Cível da Capital de São Paulo, proferida nos autos da falência da TV Manchete Ltda. (Processo número 583.00.2000.539652-1). O leilão foi organizado e realizado pela Justiça. O dinheiro pago pela novela teria de ser destinado obrigatoriamente ao pagamento de direitos trabalhistas de prejudicados com a falência da Manchete.
Pantanal foi o maior sucesso da extinta Rede Manchete de Televisão, e uma das mais marcantes novelas da TV Brasileira. Sua elevada audiência levou a emissora dos Bloch ao primeiro lugar absoluto no horário, ameaçou as concorrentes e fez tremer as bases da Rede Globo. O apresentador Carlos Alberto de Nóbrega, do humorístico A Praça É Nossa (SBT) chegou a dizer que seu programa nunca mais atingiu a marca dos 30 pontos de audiência depois da estréia de Pantanal.
A novela Pantanal estreou na Rede Manchete às 21h30min do dia 27 de março de 1990, seu último capítulo foi ao ar em 10 de dezembro daquele ano. Depois de sucessivas tentativas frustradas de emplacar, na Rede Globo, uma novela baseada no pantanal mato-grossense, o autor Benedito Ruy Barbosa teve o seu projeto aprovado pela direção da Rede Manchete e, posteriormente, Jayme Monjardim, então diretor de teledramaturgia da TV Manchete, acertou o contrato com o autor, sob a promessa de enfim realizar sua tão sonhada trama.
Inicialmente Adolpho Bloch, dono da Rede Manchete, desejava lançar a novela na faixa das 19hs. Porém, o projeto foi modificado e foi decidido que a novela Pantanal iria substituir Kananga do Japão, na faixa das 21h30min.
A novela estreou no dia de 27 de março de 1990 e impressionou o público e principalmente a concorrência. Seus capítulos recheados com cenas da natureza pantaneira, até então pouco explorada na televisão, e muitas cenas de erotismo, causaram pânico à TV Globo, até então líder absoluta no horário.
Preocupada com a forte perda de audiência durante o horário de exibição de Pantanal, a Rede Globo colocou no ar a novela Araponga, no horário das 22hs protagonizada por Tarcísio Meira, como uma tentativa de bater a superprodução da Rede Manchete, mas foi em vão, pois Pantanal atingiu médias de mais de 40 pontos, uma marca até então só atingida pela TV Globo.
Pantanal foi também um pacote de revelações de atores como Cristiana Oliveira ("Juma Marruá"), Marcos Winter, Marcos Palmeira, Rômulo Arantes e Carolina Ferraz. A megaprodução também foi recheada de renomados atores como Claudio Marzo, Natália Thimberg, Jussara Freire, Cássia Kiss, Rosamaria Murtinho, Tarcísio Filho, Ângela Leal, Sérgio Brito, Ítala Nandi, dentre outros. O contato direto dos jovens com a natureza proporcionou cenas de rara beleza e fantasia. O pantanal mato-grossense, até então quase desconhecido por todos, passou a ser explorado constantemente por documentários e, além disso, o turismo na região cresceu como nunca.
A novela Pantanal ainda rendeu duas reprises. Uma em 1992, e outra em 1998, ano em que a Rede Manchete, falida, foi vendida e transformada na RedeTV!. Dezoito anos depois de sua estréia na tv, Pantanal volta a ser exibida, agora pelo SBT, de segunda a sábado, por volta das 22 horas, logo após o jornal SBT Brasil.
SAIBA MAIS SOBRE A NOVELA “PANTANAL” - AUTOR: Benedito Ruy Barbosa; DIRETOR GERAL: Jayme Monjardim; ELENCO: Cláudio Marzo, Jussara Freire, Elaine Cristina, Marcos Winter, Cristiana Oliveira, Marcos Palmeira, Luciene Adami, Ângela Leal, Antonio Petrin, Almir Satter, Nathália Thimberg, Ângelo Antonio, Sérgio Reis, Andréia Richa, Ítala Nandi, Flávia Monteiro, Rômulo Arantes, José de Abreu, Gisela Reimann, João Alberto, Kito Junqueira, Oswaldo Loureiro, Luiz Armando Queiroz, Ivan de Almeida, Walter Santos, Henrique Dias, Geisa Gama, Haroldo Costa, Ewerton de Castro, Marcos Caruso, Tânia Alves, Sérgio Brito, José Dumont, Cássia Kiss, Carolina Ferraz, Ingra Liberato, Paulo Gorgulho.
A HISTÓRIA: A saga da família Leôncio, desde os anos 40, quando Joventino (Cláudio Marzo) chega ao Pantanal do Mato Grosso acompanhado de seu filho de 10 anos, o José Leôncio (Paulo Gorgulho/Cláudio Marzo). Este se estabelece na região e torna-se um dos principais criadores de gado, iniciando um clã de peões de boiadeiro. Antes, envolve-se com Madeleine (Ingra Liberato/Ítala Nandi), uma carioca mimada, que lhe dá o seu filho Jove (Marcos Winter). Na atualidade, Jove se apaixona por Juma (Cristiana Oliveira), uma jovem selvagem e sensual, enquanto seu pai, que foi abandonado por Madeleine, encontra carinho ao lado de Filó (Tânia Alves/Jussara Freire), uma ex-prostituta que José Leôncio protege ao levá-la para sua casa como empregada.

8 de mai. de 2008

Câmara Municipal promete apoio ao Concurso Miss e Mister Jataí Beleza Sensual 2008 Oficial

Alexandre Gimenez - ABD Comunicação
O diretor proprietário da Agência Barros Dourado Comunicação e Eventos, jornalista e produtor cultural Terry Marcos Dourado, fez uso da tribuna durante a primeira sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Jataí, nesta quarta-feira, 7, para apresentar oficialmente o projeto de produção e realização do Miss e Mister Jataí Beleza Sensual 2008, um moderno e inovador concurso de beleza e sensualidade masculina e feminina jamais realizado na cidade.
Diante da presença dos dez parlamentares, Terry Marcos Dourado lembrou o frisson e o glamour que os primeiros concursos de beleza realizados em Jataí, promovidos por Jesus Manoel de Assis e Gênio Eurípedes Cabral de Assis, causaram na sociedade, nos anos 80. “O Miss Brotinho, realizado em 4 de junho de 1983 no Jóquei Clube de Jataí, foi o primeiro concurso de beleza realizado na cidade. O evento contou com a participação de 15 candidatas, na faixa etária entre 12 e 17 anos. A vencedora foi Márcia Helena de Carvalho, que tornou-se a primeira vencedora de um concurso de beleza na cidade” – relembrou Dourado.
Nesta quinta-feira, 8, a Lei Municipal 1.406/90, completa a sua maioridade. Os 18 anos da Lei Municipal de criação do Concurso Miss Jataí Oficial foram lembrados no pronunciamento do diretor da ABD Comunicação e Eventos durante a sessão parlamentar. “Há 18 anos, o então prefeito, hoje, saudoso Mauro Antônio Bento, juntamente com o seu vice-prefeito, à época, o hoje vereador e suplente de deputado estadual, Gênio Eurípedes Cabral de Assis, criaram, com o aval absoluto deste Parlamento, a Lei Municipal 1.406/90, que determinava, anualmente, a realização do concurso de beleza Miss Jataí Oficial. Em seu artigo primeiro, a Lei 1.406/90 estabelece que o concurso seria promovido pela Prefeitura Municipal de Jataí, através da Secretaria Municipal da Cultura” – disse.
Miss Jataí – O jornalista Terry Marcos Dourado criticou o desrespeito à Lei Municipal 1.406/90. “Hoje, lamentavelmente, aqui em nossa cidade, deturparam o objetivo original dos glamourosos concursos de beleza dos anos 80 e 90. Atualmente, ao que parece, a única preocupação de certos promotores deste tipo de evento, se não é apenas fazer barulho e promoção pessoal com fins políticos, é apenas arrecadar dinheiro, colocando meia dúzia de mulheres, sem qualquer preparação técnica ou avaliação mais criteriosa para concorrer. Infelizmente, nos concursos que vejo acontecer em Jataí, não há mais o glamour e a importância sócio-cultural dos tempos de outrora” – disse.
Terry Marcos Dourado comentou que, até chegar aos dias atuais, o Miss Jataí, cuja primeira edição aconteceu em 30 de maio de 1991 - quando a candidata Kênia Martins conquistou o título ao vencer as 8 concorrentes, no evento realizado pela prefeitura, no Balneário Brasnipo – sofreu um lamentável descaso. “Este concurso era para se tornar tradição na nossa sociedade, mas foi perdendo seu glamour original e, atualmente, num total desrespeito à Lei Municipal 1.406/90, o concurso deixou de ser realizado nas condições estabelecidas pela Lei Municipal assinada à época pelo então prefeito Mauro Bento” – argumentou.
O jornalista lembrou a ausência da representante de Jataí no concurso Miss Goiás Oficial que coloca a vencedora no Miss Brasil Oficial. “A edição 2008 do Miss Goiás, realizada em 29 de fevereiro último, contou com a participação de 16 candidatas. Havia representante de Anápolis, Goiânia, Morrinhos, Goiatuba, Santa Fé, Uruaçu, Mineiros, Caçú, Caldas Novas, Quirinópolis, Anicuns, Gameleira, Jussara, Mara Rosa, Uruana e Aruanã. E Jataí não esteve presente. Cidades menores que a nossa, aqui no Sudoeste, como Mineiros, Caçú e Quirinópolis, participaram do concurso. E nós, lamentavelmente, não participamos. Perdemos uma oportunidade de divulgar Jataí e suas belezas, em outras terras” – criticou.
Ainda em seu pronunciamento no plenário da Câmara Municipal de Jataí, Terry Marcos Dourado voltou a criticar a ausência do concurso Miss Jataí, segundo o seu projeto original elaborado na década de 90. “Lamentavelmente, em se tratando do original Miss Jataí, nos moldes de um concurso com glamour e badalação social, o mesmo não existe há tempos. Deixou-se, assim, de escolher de forma justa, transparente e democrática, a real representante da beleza feminina jataiense. E por causa desta lastimável realidade, o comércio local, grande incentivador dos maiores e melhores concursos de beleza realizados nas décadas de 80 e 90, perderam o hábito de colaborarem, inviabilizando o retorno destas grandes produções. E, com relação à escolha do representante anual da beleza masculina jataiense, oficialmente isto nunca aconteceu na história dos 113 anos de Jataí. Portanto, oficialmente, o Mister Jataí Oficial, nunca existiu.”
Inovação inspirada no
antigo Miss Jataí Oficial
Ao fazer uso da tribuna durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Jataí, nesta quarta-feira, 7, o jornalista Terry Marcos Dourado ratificou que sua empresa, a Agência Barros Dourado Comunicação e Eventos propõe à sociedade jataiense se responsabilizar total e integralmente pela produção de concursos de beleza com seriedade, ética, glamour e transparência, começando com a produção e a realização do Miss e Mister Jataí Beleza Sensual 2008, um concurso moderno e atualizado, inspirado no Miss Jataí Oficial previsto pela Lei Municipal 1.406/90, de 8 de maio de 1990, cuja grande final está programada para acontecer em 8 de agosto próximo, em local a definir.
“O Miss e Mister Jataí Beleza Sensual – Concurso Oficial, é um moderno concurso de beleza e sensualidade masculina e feminina, por mim idealizado e que será produzido por minha agência, a Barros Dourado Comunicação e Eventos, com o apoio de toda a sociedade local, assim espero. Nestes três meses de produção, pretendemos movimentar a cidade, promover uma saudável competição entre bairros, vez que os candidatos e candidatas irão representar os bairros onde moram. Haverá um troféu para o bairro que conseguir eleger a Miss e, outro, para o bairro que eleger o Mister” – informou Terry Marcos Dourado.
Ainda segundo o idealizador do Miss e Mister Jataí Beleza Sensual 2008 (MMJBS), também está programada, durante a finalíssima do concurso, a entrega de um prêmio de reconhecimento às personalidades jataienses que incentivaram ou incentivam, promoveram ou promovem a cultura no município, em especial, colaborando com o MMJBS. “Este prêmio será na forma de um troféu, o qual carinhosamente batizamos de “Troféu Prefeito Mauro Antônio Bento”, uma justa homenagem ao saudoso prefeito que, fez sua parte, oficializando um concurso de beleza, em 1990” – adiantou Dourado.
Terry Marcos Dourado ressaltou que a miss e o mister Jataí Beleza Sensual 2008 eleitos, além da possibilidade de representar Jataí em outros concursos em Goiás e em outros Estados, terão a importante missão social de cumprir, por um ano, a etapa “Beleza Com Propósito”, cujo tema, desta edição será “Aids e Drogas na Juventude - Ame a si próprio, não caia nessa! Respeite-se”. “O casal vencedor estará participando de eventos e palestras com adolescentes e jovens, conscientizando-os a se cuidarem melhor, respeitando o próprio corpo e respeitando uns aos outros enquanto membros de uma sociedade, para que tenhamos um futuro melhor” – ratificou o diretor geral do MMJBS.
Câmara de Vereadores se interessa
por projeto e promete apoio
Após o pronunciamento do jornalista Terry Marcos Dourado, diretor da ABD Comunicação e Eventos, que apresentou o seu projeto de produção e realização do Miss e Mister Jataí Beleza Sensual 2008 (MMJBS) à Câmara Municipal de Jataí, os vereadores demonstraram interesse pelo projeto. Com o aval do presidente João Wesley Moura (PP), o Legislativo Jataiense prometeu apoiar o projeto.
Emocionado com a retrospectiva dos concursos por ele produzidos na cidade, juntamente com o sócio, à época, Jesus Manoel Assis, o vereador Gênio Eurípedes de Assis (PMDB) endossou seu apoio ao projeto de realização do Miss e Mister Jataí Beleza Sensual 2008. “Foi emocionante para mim reviver a lembrança dos primeiros concursos de beleza realizado em Jataí. Eu sequer lembrava que a Lei 1.406/90 estava completando 18 anos de existência. O projeto do jornalista Terry Marcos Dourado é um projeto inteligente e de fundamental importância para Jataí. Infelizmente, há uma falha em nosso Regimento Interno que não explicita a destinação de recursos específicos para a aplicação na forma de incentivos culturais, mas apóio o projeto e solicito que a Câmara de Vereadores de Jataí encontre uma forma legal para também participar deste evento” – ressaltou Gênio.
O vereador Ediglan Maia (PSDB) também endossou seu apoio e sugeriu que o Legislativo Jataiense elabore um requerimento coletivo, assinado por todos os vereadores, e remeta o documento oficial ao prefeito Fernando Peres (PR), para que a prefeitura destine uma verba em caráter de apoio cultural para ajudar no custeio das despesas do Miss e Mister Jataí Beleza Sensual 2008.
O líder do prefeito Fernando Peres no Parlamento Jataiense, vereador Abimael Silva (PR) também ratificou a importância do projeto por incentivar a socialização e fomentar a cultura no município. Segundo ele, o projeto é fundamental pois auxilia na conscientização da juventude quanto ao alerta contra problemas sociais graves, a exemplo das drogas, da violência, dentre outros.
A vereadora Soraia Rodrigues Chaves (PSDB), também elogiou e manifestou apoio ao projeto idealizado pelo jornalista Terry Marcos Dourado. “É um projeto fundamental para a incrementação da nossa cultura, além de fortalecer o turismo de eventos em nosso município. Quero até sugerir que este evento faça parte do calendário anual de eventos da cidade” – disse Soraia.
O presidente do Legislativo Jataiense, vereador João Wesley Moura (PP), também elogiou o projeto do Miss e Mister Jataí Beleza Sensual 2008. O presidente solicitou à Comissão de Educação e Cultura da Câmara, presidida pela vereadora Soraia Rodrigues, para que juntamente com a Assessoria Jurídica daquela Casa de Leis, analisem a legislação e encontrem uma forma legal para que a Câmara Municipal de Jataí participe diretamente do projeto através da destinação de uma verba específica para o Miss e Mister Jataí Beleza Sensual 2008.
“Caso não encontremos uma forma legal para ajudarmos na realização deste evento através da destinação de uma verba específica, acho que todos nós, os dez vereadores, deveremos colaborar individualmente com o projeto, pois o mesmo é de fundamental necessidade e importância para a nossa comunidade” – ressaltou o presidente João Wesley Moura.
Para mais informações sobre o Miss e Mister Jataí Beleza Sensual 2008, clique no link abaixo: