GAZETA POPULAR INFORMA:TEM DUAS ENQUETES NOVAS PARA VOCÊ PARTICIPAR. BASTA SUBIR A TELA NO MENU À DIREITA. PARTICIPE! | Você pode acompanhar as notícias da Gazeta Popular e todas as produções da ABD Comunicações através do TWITTER e do FACEBOOK. Clique nos banneres na coluna à direita do seu vídeo. | ESTAMOS SELECIONANDO VENDEDORES DE PUBLICIDADE MAIORES DE 18 ANOS, BOA APARÊNCIA E DOMÍNIO DE COMUNICAÇÃO PARA ATUAR COM VENDAS DE ANÚNCIOS. INTERESSADOS, ENTRAR EM CONTATO, EM HORÁRIO COMERCIAL, PELO FONE: 3636-4502. EXCELENTE COMISSÃO SOB VENDAS.
Mostrando postagens com marcador Escândalo em Jataí. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Escândalo em Jataí. Mostrar todas as postagens

25 de abr. de 2008

Prefeito Fernando Peres nega irregularidade e afirma não temer perda de mandato ao ser denunciado pelo MP

Terry Marcos Dourado - ABD Comunicação
Com informações do programa "Plantão de Polícia" da Rádio Difusora AM
Nesta quinta-feira, 24, em entrevista ao programa Plantão de Polícia da Rádio Difusora AM local, o prefeito de Jataí, Fernando Henrique Peres (PR) comentou sobre a Ação de Improbidade Administrativa proposta pelo Ministério Público contra a sua administração. A propositura, via inquérito civil, apurou e confirmou denúncias de que a prefeitura cedeu gratuitamente um imóvel público do município para construção de quiosque ao lado de uma residência em frente ao Centro Médico Municipal, no Setor Hermosa.
Na entrevista concedida ao radialista Valdison Borges, Fernando “da Folha”Peres, acompanhado de assessores e apresentando documentos, afirmou que a permissão do uso da referida área por um cidadão particular ocorreu dentro da mais perfeita legalidade. “O que um cidadão tem de melhor e sua consciência tranqüila e a minha está tranqüila, principalmente neste caso”, afirmou o prefeito.
Peres também atribuiu a decisão da promotora pública titular da 5ª. Promotoria Pública da Comarca de Jataí, Keila Martins, à pressão de adversários políticos. O prefeito ratificou estar com toda a documentação que comprova a legalidade da concessão do uso da referida área conforme acordo de empréstimo firmado.
Denunciado por
Improbidade Administrativa
A titular da 5a. Promotoria Pública da Comarca de Jataí, Keila Martins Ferreira Garcia propôs ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra o prefeito de Jataí, Fernando Henrique Peres, o Fernando da Folha. O inquérito apurou que a prefeitura cedeu gratuitamente um imóvel público para construção de quiosque em frente ao Centro Médico Municipal de Jataí, no Setor Hermosa.
A autorização foi garantida por um termo de permissão administrativa, celebrado entre a prefeitura e a empresa Hochtief do Brasil, que tem negócios no município. O acordo permitiu a construção do quiosque com churrasqueira e forno em uma terreno público. O beneficiário foi Rodrigo da Silva Worms, funcionário da Hochtief.
Para fazer a obra, parte do terreno foi anexada a uma casa vizinha, que era alugada por Rodrigo. Um muro foi construído para separar o restante do terreno da nova construção. O Ministério Público alega imoralidade na permissão da prefeitura. “Qual é o interesse público de se permitir a construção de churrasqueira e um forno para pizza em área fechada para utilização de particular?”, questionou a promotora pública.
Rodrigo da Silva, que alugava a casa ao lado do terreno, se mudou e o dono do imóvel lacrou o acesso da área pública com o restante da casa. Mas a obra ainda permanece no local. O Ministério Público de Goiás solicitou à Justiça que seja julgada procedente a Ação por Improbidade Administrativa contra o prefeito Fernando "da Folha" Peres, para que ele seja condenado às sanções legais, inclusive a possibilidade de perda do mandato.
A informação está publicada no site do Ministério Público do Estado de Goiás. Clique no link abaixo:

Opinião do Editor: Volto a insistir na aparente tranqüilidade do prefeito Fernando Peres, principalmente porque sua administração, num passado bem recente, fora denunciado por supostas irregularidades muito mais graves e sérias do que a cessão de autorização para que um particular construísse uma churrasqueira com um forno de pizza em área pública e, inteligentemente, conseguiu se safar de todas elas.
A churrasqueira e o forno de pizza já estão prontos. Falta alguém doar uns quilos de picanha, as pizzas, a cerveja geladérrima e, claro, o show do Nilton Lamas... (cantando) "Eu meto o pé na cara dele... " - Tsc!
Peres, com muita habilidade política e inteligência, está conseguindo recuperar a confiança e o prestígio junto ao povo e à opinião pública graças à falta de inteligência e à ambição desenfreada e inconseqüente de líderes dos partidos até então considerados de "oposição". Estes, fatalmente, irão presentear Fernando Peres com mais um mandato à frente da prefeitura. A previsível vitória de Peres nas urnas será, novamente, "doce como mel".
O prefeito, portanto, não tem motivos reais para temer esta "ameaçazinha" da Promotoria Pública. Pelo contrário, essa tal churrasqueira e o tal forno de pizza ainda serão muito úteis daqui até o resultado das eleições municipais de outubro. Quem viver, verá. (Por Terry Marcos Dourado)

24 de abr. de 2008

Ministério Público propõe Ação Civil Pública de Improbidade Administrativa e prefeito de Jataí tem mandato ameaçado

Terry Marcos Dourado - ABD Comunicação
Com informações do Ministério Público do Estado de Goiás
Jataí (GO) - A titular da 5a. Promotoria Pública da Comarca de Jataí, Keila Martins Ferreira Garcia propôs ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra o prefeito de Jataí, Fernando Henrique Peres, o Fernando da Folha. O inquérito apurou que a prefeitura cedeu gratuitamente um imóvel público para construção de quiosque em frente ao Centro Médico Municipal de Jataí, no Setor Hermosa.
A autorização foi garantida por um termo de permissão administrativa, celebrado entre a prefeitura e a empresa Hochtief do Brasil, que tem negócios no município. O acordo permitiu a construção do quiosque com churrasqueira e forno em uma terreno público. O beneficiário foi Rodrigo da Silva Worms, funcionário da Hochtief.
Para fazer a obra, parte do terreno foi anexada a uma casa vizinha, que era alugada por Rodrigo. Um muro foi construído para separar o restante do terreno da nova construção. O Ministério Público alega imoralidade na permissão da prefeitura. “Qual é o interesse público de se permitir a construção de churrasqueira e um forno para pizza em área fechada para utilização de particular?”, questionou a promotora pública.
Rodrigo da Silva, que alugava a casa ao lado do terreno, se mudou e o dono do imóvel lacrou o acesso da área pública com o restante da casa. Mas a obra ainda permanece no local. O Ministério Público de Goiás solicitou à Justiça que seja julgada procedente a Ação por Improbidade Administrativa contra o prefeito Fernando "da Folha" Peres, para que ele seja condenado às sanções legais, inclusive a possibilidade de perda do mandato.
A informação está publicada no site do Ministério Público do Estado de Goiás. Clique no link abaixo:
Opinião do Editor: O prefeito Fernando Peres (PR) não deve se preocupar com esta "ameaça" do Ministério Público pelo simples fato de que sua administração, num passado bem recente, fora denunciado por supostas irregularidades muito mais graves e sérias do que a cessão de autorização para que um particular construísse uma churrasqueira com um forno de pizza em área pública e, inteligentemente, conseguiu se safar de todas elas. Há mais de seis meses, o povo espera pelo veredicto do Ministério Público para confirmar se a Administração Fernando Peres é culpada ou inocente das acusações de todo aquele denuncismo comandado pelos vereadores Ediglan Maia (PSDB) e Gênio Eurípedes (PMDB).
Peres, com muita habilidade política e inteligência, está conseguindo recuperar a confiança e o prestígio junto ao povo e à opinião pública graças à falta de inteligência e à ambição desenfreada e inconseqüente de líderes dos partidos até então considerados de "oposição". Estes, fatalmente, irão presentear Fernando Peres com mais um mandato à frente da prefeitura. A previsível vitória de Peres nas urnas será, novamente, "doce como mel".
O prefeito, portanto, não tem motivos reais para temer esta "ameaçazinha" da Promotoria Pública. Pelo contrário, essa tal churrasqueira e o tal forno de pizza ainda serão muito úteis daqui até o resultado das eleições municipais de outubro. Quem viver, verá. (Por Terry Marcos Dourado)

18 de mar. de 2008

Médico João Wesley Moura é empossado na Presidência do Legislativo Jataiense com o aval do PSDB

Terry Marcos Dourado - ABD Comunicação
Ninguém poderia imaginar que, por trás da longa barba e da voz mansa, melancólica, quase preguiçosa do médico e vereador João Wesley Cabral de Moura (PP) estaria escondida a personalidade de um grande estrategista, que não mede esforços para viabilizar suas conquistas, nem que para isso seja necessário dissimular, trair compromissos.
E foi assim que o médico conseguiu sua recondução ao comando da Presidência do Legislativo Jataiense, após meses vestindo e interpretando a personagem de "vereador de oposição à Administração Municipal", chegando a promover ataques verbais na forma de críticas ao prefeito Fernando Peres (PR) e fazendo-se de aliado ao então vereador presidenciável Ediglan Maia (PSDB).
Até então, João Wesley Moura era peça importante (ou se fazia ser) dentro do bloco de oposição formado por seis parlamentares contra quatro, do bloco de apoio ao prefeito, situação que fora invertida no último domingo, 16, quando os traidores do bloco, os vereadores João Wesley Moura (PP) e Adilson de Carvalho (PSDB) mostraram ao público de que lado estavam, ou seja, são mais que aliados do prefeito Fernando Peres.
Assim, aliciado e seduzido por "forças políticas poderosas", o médico e vereador João Wesley Moura mostrou, juntamente com seu "parceiro político" Adilson Carvalho (PMDB), que interesses pessoais estão acima dos interesses da coletividade. Óbviamente, jamais irão assumir publicamente tão conceito, preferindo contar "estorinhas" para "tranqüilizar" a população e ficarem bem no foco popular.
Nesta terça-feira, 18, em sessão extraordinária na Câmara Municipal de Jataí, o médico clínico geral e ginecologista João Wesley Cabral de Moura (PP) foi oficialmente confirmado presidente do Parlamento Jataiense, além do seu próprio voto, também pelos votos dos vereadores Abimael Silva (PR), André Pires (PR), Maria José (PTB), Alcides Fazolino (PTB), Adilson de Carvalho (PMDB). Somente os peemedebistas Geovaci Peres e Gênio Eurípedes mantiveram a postura de vereadores de oposição e, somente por esta razão votaram contra à chapa.
Surpreendendo a todos, a bancada do PSDB formada pelos vereadores Ediglan Maia e Soraia Rodrigues, por alguma razão desconhecida, mudaram o tom do discurso e também votaram favoráveis à eleição de Moura à Presidência. "Não concordo com a composição que foi feita, mas eu tenho gratidão. O vereador João Wesley votou no candidato a presidente, Ediglan Maia, no dia 1º de janeiro de 2005, e o fez presidente. Votou no candidato à Presidência da Câmara no dia 11 de dezembro de 2007. E voltou a votar a favor do vereador Ediglan Maia no dia 29 de fevereiro de 2008. Acredito que a Presidência será assumida pelo vereador João Wesley que manterá o Poder Legislativo unido e independente, autônomo e fiscalizador e promovendo a sua atribuição, que é legislar. Portanto, eu voto no vereador João Wesley e o meu voto é o sim" - justificou Ediglan Maia sendo fortemente ovacionado pelo público que lotou o Plenário João Justino de Oliveira, da Câmara de Vereadores de Jataí.
"Também não concordo com o encaminhamento, não concordo com a articulação construída na condução desta Mesa. Não concordo com o processo elaborado para que se chegasse a esse fim, mas em solidariedade e também em resposta ao comportamento elegante que o doutor João Wesley sempre teve, eu estarei votando no homem João Wesley, nem é no vereador João Wesley porque na minha concepção o vereador João Wesley faz parte desta articulação que eu não concordo. Mas meu voto é do homem, do caráter, da ética, e da responsabilidade que ele terá na condução dos trabalhos desta Casa. Então, o meu voto é sim para o homem João Wesley" - argumentou a vereadora Soraia Rodrigues.

Presidente toma posse e garante independência em suas decisões

"Hoje é um dia que nós, felizmente, vamos colocar um ponto final em muitas das nossas expectativas, um ponto final em muitas das nossas apreensões políticas. (...) Nós estamos dentro de um processo democrático. Entendo que democracia comece pela própria liberdade de escolher e não apenas de votar. Eu tive, com toda a responsabilidade, a oportunidade de escolher votar no vereador Ediglan por três vezes, mas infelizmente as leis partidárias nos questionam de alguns posicionamentos, mas dentro de um processo democrático. Quando a gente diz em lei partidária, não me refiro a alterar aquilo que a gente pensa ou aquilo que a gente é, ou alterar aquilo que a gente faz. Eu tenho a consciência tranqüila. Já escutei, e tenho certeza de que irei escutar ainda algumas coisas que eu não gostaria, mas acho que nada melhor que o dia-a-dia, o tempo e as pessoas reconhecerem o trabalho que a gente faz" - argumentou o novo presidente do Legislativo Jataiense, o terceiro só deste ano de 2008, João Wesley Cabral de Moura, eleito e empossado no cargo na tarde desta terça-feira, 18.
Ainda em seu pronunciamento, João Wesley ressaltou que o Poder Legislativo de Jataí está sufocado. "Está vivendo parecendo que a única coisa que se tem na Casa é eleição. E apesar de ser um ano eleitoral, mas os nossos problemas têm sido com a Casa. Tenho certeza que nós dez vereadores colocamos um ponto final nisso" -disse.
O novo presidente fez questão de ratificar sua autonomia e liberdade para decidir e agir. "Aqui em Jataí, temos que deixar de fazer uma coisa que é cobrar posicionamentos de idéias já tiradas. Eu jamais vou ser inimigo de alguém porque alguém está me pedindo para ser. Eu jamais vou ser contrário a alguém porque politicamente o grupo me força a ser. Eu acho que eu devo ser contrário ou a favor, primeiro com minha consciência e, segundo, com o bom senso de que aquilo que eu estou fazendo não venha a prejudicar a comunidade. E através de não prejudicar a comunidade é que esse processo, com certeza, está se encerrando aqui” - concluiu Moura.

17 de mar. de 2008

Vereador Ediglan Maia responde acusações em relatório apresentado por Cidão

Terry Marcos Dourado - ABD Comunicação
Às 18 horas desta segunda-feira, 17, a ABD Comunicação recebeu, com exclusividade, o relatório produzido pelo vereador Ediglan da Silva Maia (PSDB) em resposta ao relatório encomendado e divulgado pelo presidente interino do Legislativo Jataiense e líder do prefeito Fernando Peres (PR) no Parlamento Municipal, vereador Alcides "Cidão" Fazolino (PTB), onde foram figuram graves denúncias contra Maia.
O relatório divulgado pelo vereador Alcides Fazolino afirma que o vereador Ediglan Maia superfaturou serviços, usou notas frias e comprou perfume com dinheiro da Câmara. O documento acusa Ediglan de malversação do dinheiro público. Dentre as irregularidades apontadas estão notas frias de gasolina, superfaturamento de serviços e compras desnecessárias.
Outro item bastante estranho revelado no documento, é um recibo de pagamento de perfumes no valor de R$ 3.600,00. Também está apontado no relatório a quantia de cerca de R$ 5.000,00 gastos em festas. O levantamento administrativo foi feito a pedido do presidente interino da Casa, Alcides Fazzolino, e diz respeito aos dois meses de 2008 em que o vereador Ediglan Maia respondeu pela Presidência da Câmara de Vereadores, antes de ser afastado do cargo, por duas vezes, por decisão judicial.
Acompanhe, a seguir, a íntegra da resposta do vereador Ediglan Maia, que divulgamos com absoluta exclusividade:
< <Gestão do Vereador Ediglan Maia em 2008
Apresentação
O presente PARECER tem o objetivo de responder o estudo/levantamento/parecer promovido pelo senhor CARLOS AFONSO HERMANN, a pedido do vereador Alcides Peregrino Fazolino, presidente interino da Câmara Municipal de Jataí, referente à gestão de 1º de janeiro a 5 de março de 2008 da Câmara Municipal de Jataí, na qual foi presidida pelo vereador Ediglan Maia, do PSDB.
Da Má-fé do relatório
Combustível
A Câmara Municipal de Jataí, no referido período conforme o RELATÓRIO apresentado consumiu 1.260 litros de combustível, que foram utilizados pelos veículos da Câmara (SANTANA ou RANGER) e, ainda, veículos utilizados por vereadores ou funcionários a serviço da Câmara Municipal.
Inclusive, há uma exigência da Presidência para se descrever na autorização para abastecimento o nome e o veículo utilizado nestas atividades, o que foi feito e não há caracterização de nenhum ilícito.
E, ainda, já havia um estudo para analisar a possibilidade de LOCAÇÃO de veículos para ser disponibilizados para os serviços da Câmara e se evitar que funcionários façam uso de seus automóveis a favor da Câmara.
Indício de nota (fiscal) fria
No ítem 3.2. do RELATÓRIO consta uma NOTA FISCAL sob nº 5486, emitida pelo Posto Pio XII, no valor de R$ 1.866,96, como sendo NOTA FRIA e que a empresa informou que não promoveu negócios com a Câmara Municipal.
A empresa de combustível Posto Pio XII nunca vendeu seus produtos para a Câmara Municipal, por isso que o presidente Ediglan Maia determinou que não efetuasse o pagamento desta NOTA FISCAL, conforme faz prova a DECLARAÇÃO da diretora de Finanças da Câmara e também a justificativa da empresa Posto Guarany II, que vendeu o referido combustível para a Câmara Municipal. Porém, a empresa Posto Guarany II não estava com a sua situação devidamente regularizada para transacionar com o Poder Público. O CND ainda não estava liberado. Assim, a empresa Posto Guarany II solicitou do Posto Pio XII uma nota (fiscal) emprestada para receber o seu crédito.
Na época, o presidente Ediglan Maia não autorizou o pagamento ao Posto Guarany II em razão (daquela empresa) de não estar com o CND liberado, e também não autorizou o pagamento ao Posto Pio XII, pois este não vendeu produtos para a Câmara Municipal de Jataí, aguardando a regularização da empresa Posto Guarany II que é, de direito, a credora daqueles valores.
Portanto, não há que se falar em NOTA FRIA, tão somente ilações maldosas, conforme faz prova documentos 1 e 2 em anexo.
Serviços de serralherias e divisórias internas
Os serviços acima foram prestados com o objetivo de promover mais segurança e também comodidade aos funcionários daquela Casa de Leis, sendo que o serviço de SERRALHERIA restou necessário em razão da segurança no prédio e mais proteção, reforço, revisão e manutenção de grades, confecção de quadros, confecção de chapas e pinturas, inclusive no almoxarifado e, finalmente, está incluso na NOTA FISCAL o valor referente à mão-de-obra empregada.
No que se refere às DIVISÓRIAS, foram realizados serviços de aquisição de divisória e painel celular, remanejamento e mão-de-obra, com alterações e investimentos em razão da necessidade dos servidores daquela Casa de Leis.
Gastos com confraternização
Os ítens enumerados no RELATÓRIO referem-se a gastos NA POSSE da Mesa Diretora em 1º de janeiro, à ABERTURA dos trabalhos parlamentares, em 15 de fevereiro e à Câmara Itinerante, em 22 de fevereiro, sendo que são eventos tradicionais do Parlamento e com participação popular e de autoridades.
Informática
A Câmara adquiriu uma máquina FILMADORA referente à NOTA FISCAL nº 12093, emitida pela empresa MONALISA. Consta Boletim de Ocorrência nº 176/2008, referente ao FURTO da máquina que estava na responsabilidade do senhor AMARILDO DIAS GONÇALVES, fotógrafo da Câmara.
Em anexo, declaração da empresa MONALISA e indicativo dos serviços prestados referentes à nota fiscal nº 1276, série A, documento em anexo.
Aquisição de mimos
Conforme DOCUMENTO Nº 1, em anexo, no exercício de 2008, a Câmara Municipal não efetuou nenhuma aquisição de produtos ou (fez) pagamentos para a empresa O BOTICÁRIO, sendo que o RECIBO apresentado no RELATÓRIO refere-se à aquisição do ano de 2007.
Ademais, é importante ressaltar que no ano de 2007, a senhora Luzia Darc Hermann e Gilson Duarte, funcionários (da Câmara) na época, e hoje funcionários da Prefeitura, compraram produtos daquela empresa e distribuíram a título de confraternização aos funcionários da Câmara Municipal de Jataí.
Porém, no ano de 2008, o presidente Ediglan Maia não comprou e não pagou nenhum produto da empresa O BOTICÁRIO. Portanto, não existem mimos e nem caixa dois. Pura maldade.
Folha de Pagamento dos servidores
O vereador Ediglan Maia como sobreveio no exercício da Presidência da Câmara em 2005, se empenhou no exercício de 2008 a valorizar os servidores e proporcionar a sua qualificação e, com isso, exigir o máximo do servidor em suas atribuições, participando e cooperando ativamente nas atividades do Parlamento e nos eventos externos como a Câmara Itinerante.
É importante ressaltar que os funcionários da Câmara tem o SALÁRIO-BASE e acrescentado à sua remuneração o TEMPO DE SERVIÇO (quinqüênios) e a GRATIFICAÇÃO nos termos da Resolução nº 06, de 30 de setembro de 2005, que autoriza a concessão de gratificação a servidores do Legislativo de até 150%. Esta Resolução foi aprovada em plenário por todos os vereadores.
Portanto, quando se lê no RELATÓRIO que há alterações de remunerações para MAIOR é um equívoco lamentável e resta evidenciado o intento maquiavélico quando, MALDOSAMENTE, descreve o salário do servidor sem o devido abatimento do IMPOSTO DE RENDA (27,5%) e INSS (11%).
Ademais, nos meses de janeiro e fevereiro de 2008, a maioria dos funcionários recebeu suas férias que já estavam vencidas (1/3 do valor do salário). Assim, não há e não houve nenhum pagamento fora do que determina a Lei, e os servidores receberam o que lhes era de direito.
Conclusão
O presente RELATÓRIO tem a fito de obtemperar o apresentado pelo presidente interino e, ainda, colaborar nos esclarecimentos de dúvidas a respeito da gestão do ex-presidente Ediglan Maia, no exercício de 2008.
Jataí, 16 de março de 2008.
Ozélio de Assis - Diretor da Controladoria Interna da Câmara Municipal de Jataí
Ediglan da Silva Maia, vereador-PSDB>>
::::::::::::::::::::::::::::::::::
DOCUMENTO ANEXO 1
<< DECLARAÇÃO
A Tesouraria da Câmara Municipal de Jataí, DECLARA que não foram efetuados pagamentos neste exercício para O BOTICÁRIO e, a NF. 5486 do Posto Rio Claro de Combustíveis Ltda, de 27/02/08 foi empenhada e, por determinação do presidente Dr. Ediglan da Silva Maia, o pagamento não foi efetuado.
Por ser verdade e para que surta os efeitos legais, firmamos a presente da forma da Lei.
Jataí, 29 de fevereiro de 2008.
Ana Darc de Assis Barros - Diretora de Finanças >>
::::::::::::::::::::::::::::::::::
DOCUMENTO ANEXO 2
<< De: Comércio de Combustíveis Sousa Torres Ltda
Para: Câmara Municipal de Jataí
Assunto: Requisições do Posto Guarany II
A empresa Comércio de Combustíveis Sousa Torres Ltda, vem através desta, apresentar as requisições em débito da Câmara Municipal de Jataí, e comprovar que a NF emitida no dia 27/02/2008, no valor de R$ 1.866,96, pelo Posto Pio XII, foi exclusivamente emprestada, pelo motivo de a empresa citada não ter ainda liberado a CND, documento este, que é exigido pela Câmara Municipal para o pagamento de notas.
Sendo só para o momento, agradecemos.
Jataí-GO, 15 de março de 2008.
Comércio de Combustíveis Sousa Torres Ltda
Posto Guarany II >>
::::::::::::::::::::::::::::::::::
Na sessão extraordinária desta terça-feira, 18, o vereador Ediglan Maia (PSDB) irá fazer um pronunciamento bombástico onde, além de se defender publicamente das acusações a que fora vítima, irá fazer novas denúncias contra políticos em atividade na Prefeitura e na Câmara Municipal de Jataí.

Traição política esquenta sessão extraordinária nesta terça com direito à "malhação do Judas"

Terry Marcos Dourado - ABD Comunicação
Ser uma coisa, e aparentar outra. Prometer, e não cumprir. Garantir, e depois desgarantir. Estas e outras sacanagens fazem parte da jogatina política, não há como negar. Mas, à medida em que são justificadas com o dissimulado pretexto de que "estamos trabalhando pelo bem da cidade e da comunidade", torna-se um câncer malígno que, além de corroer a moral e a decência política - se é que ainda existe tais adjetivos tão ou mais raros que encontrar alguém virgem nos dias atuais - corroem também as esperanças de um povo que se vêem pessimamente representados por pessoas cujas atitudes só revelam que ali estão para satisfazerem seus egos e sugarem o máximo de prazeres físicos e materiais possíveis. E para o povo? Bananas!
É de uma vergonha lamentável saber que, pela segunda vez um vereador se permite ser usado como "curinga" para neutralizar uma chapa concorrente nos últimos minutos do prazo regimental para o registro de chapas. Isto, sim, deveria ser passível de um processo judicial ou até mesmo de "impeachment" político. Mas não é. É permitido por lei e pelo Regimento Interno da Câmara de Vereadores de Jataí!
Pior do que isto é constatar que tal vereador, manteve-se o tempo todo fingindo atuar como opositor no grupo de parlamentares de oposição à Administração Municipal. Mais lamentável ainda é um outro vereador, já de uma idade amadurecida e com longa barba capaz de impor respeito e conquistar credibilidade, também se submeter à uma atitude baixa de traição política. E não me venha falar que "isso faz parte"! Tenha dó!
Ridículo o papelão de vereadores dizerem que nada tem a ver com tal situação, que nada tem contra o outro, que "ama" o colega... etc... etc... Um jogo de dissimulações e mascaragem em pleno ano de renovação dos poderes políticos municipais.
E o povo? Será que está sabendo analisar todo este caos que tomou conta da Câmara de Vereadores de Jataí nos últimos meses e cujo desfecho será nesta terça-feira, 18, de forma lastimável e vergonhosa? Uma Mesa Diretora eleita e empossada às custas de, nada mais nada menos, traições políticas; um ex-presidente exacrado publicamente sem a apresentação de provas concretas e irrefutáveis... e outras coisas mais!!!
Espera-se uma sessão extraordinária para a realização "da eleição" da Mesa Diretora 2008, sob forte turbulência, bate-bocas, brigas, acusações, cenas explícitas de cinismos e dissimulações... Um circo, para dizer a verdade. E os interesses do povo? Onde ficam? Baaaaaahhhhhhh! Ficam para depois! Até porque o povo ainda não sabe respeitar o seu direito sagrado de voto e o enorme e fatal poder que um simples aperto nos botõezinhos da urna eletrônica possui.
E quando outubro chegar, o povão mesmo, que vota e decide o futuro político desta cidade, já terá esquecido de todas estas vergonhosas baixarias e tramóias políticas, ou terá se prostituído em troca de migalhas e votado, não nos candidatos certos e/ou sérios, mas votado ao relento da própria sorte.
Mas, de certa forma, o povo sofre, pois é dificil saber separar com eficiência o jôio do trigo. Saber quem são os políticos sérios e honestos e quem são os dissimulados, egoístas e interesseiros. E quanto maior for a ignorância popular, melhor fica a situação para que tais baixarias políticas aconteçam. A campanha eleitoral só começa em 6 de julho, mas pelos aperitivos que jogaram ao povo nestes últimos meses, já dá para se ter certeza de que as eleições municipais em Jataí neste ano serão as mais escandalosas, dissimuladas e de baixo nível de todos os tempos.

16 de mar. de 2008

Manobra política seduz vereadores de oposição e garante a Presidência a João Wesley Moura

Terry Marcos Dourado - ABD Comunicação
O prazo para o registro de chapas concorrentes à terceira eleição da Mesa Diretora 2008 da Câmara de Vereadores de Jataí terminou às 14 horas deste domingo, 16.
A Secretaria do Parlamento Jataiense esteve de plantão para o registro das chapas. Às 13 horas, o vereador Ediglan Maia (PSDB) registrou sua chapa formada também pelos vereadores Adilson de Carvalho (PMDB), 1º vice-presidente; Geovaci Peres de Castro (PMDB), 2º vice-presidente; Gênio Eurípedes Cabral de Assis (PMDB), 1º secretário e Soraia Rodrigues Chaves (PSDB), 2a. secretária. Segundo informações, naquele exato momento, uma reunião privativa acontecia nas dependências do Centro Administrativo Municipal.
Às 13h40min, deu entrada na Secretaria da Câmara Municipal, um ofício assinado pelo vereador Adilson de Carvalho solicitando a desconsideração de sua assinatura que garantia a participação dele na chapa encabeçada pelo vereador Ediglan Maia. Cerca de 15 minutos depois, por volta das 13h55min, o médico e verador João Wesley Cabral de Moura (PP) registrou sua chapa na Secretaria daquela Casa de Leis. A chapa de João Wesley Moura tem ainda os vereadores Adilson de Carvalho (PMDB), 1º vice-presidente; André "da Galera" Pires do Nascimento (PR), 2º vice-presidente; Abimael Souza Silva (PR), 1º secretário e Maria José da Silva Lemes (PTB), 2a. secretária.
Traição política - Pela segunda vez, o vereador peemedebista Adilson de Carvalho se permite ser usado como "curinga" para neutralizar uma chapa concorrente nesta jogatina política que tem como prêmio a cadeira-mor do Parlamento Jataiense. Desta feita, Adilson de Carvalho - que durante todo o tempo em que durou a batalha política pelo poder no Parlamento Jataiense, orquestrada pela Administração Municipal, manteve-se disfarçado de opositor ao prefeito Fernando Peres (PR) - mostrou sua verdadeira face no momento certo para dar o bote fatal no maior rival político de Fernando Peres, nesse momento, o vereador Ediglan Maia (PSDB).
E foi justamente Adilson de Carvalho - e não o vereador Alcides "Cidão" Fazolino (PTB), líder do prefeito na Câmara Municipal, como era esperado - quem destruiu a possibilidade do vereador Ediglan Maia de disputar a Presidência do Parlamento Municipal, vez que o Regimento Interno proíbe o registro de chapa que não tenha todos os cargos preenchidos, para as disputas nas renovações da Mesa Diretora.
Desta feita, Adilson de Carvalho (PMDB) não recebe sozinho o título de traidor do bloco de oposição ao prefeito Fernando Peres no Parlamento Jataiense. Ele contou com a parceria do vereador João Wesley Cabral de Moura (PP), que assume, pela segunda vez a Presidência do Legislativo Jataiense a partir desta terça-feira, 18. O vereador conhecido por "Doutor João", até então gozava de boa reputação, moral ilibada e um perfil político ético jamais sob qualquer suspeita. Mas, demorou para que João Wesley Moura revelasse sua faceta política, sua "segunda cara", onde certamente seus interesses particulares falaram mais alto do que seus princípios éticos e sinceros.
O vislumbre por voltar a tomar assento na cadeira mais importante do Parlamento Jataiense, a partir desta terça-feira, fez com que os vereadores Adilson de Carvalho e, principalmente João Wesley Moura, por ser este que irá receber "o cetro e a coroa" do poder daqui a dois dias, destruissem um importante projeto de união partidária construído com muita dificuldade e que resultou no inédito bloco de oposição à Administração Municipal, um bloco até então forte e que ameaçava a reeleição de Fernando Peres, em outubro próximo. Há informações de que a próxima missão dos aliados do prefeito é fazer com que Ediglan Maia seja destituído da presidência do diretório municipal do PSDB.
A respeito das denúncias que envolvem seu nome, entregues no formato de relatório pelo presidente interino da Cãmara Municipal, vereador Alcides "Cidão" Fazolino, o vereador Ediglan Maia (PSDB) disse por telefone à produção de jornalismo da ABD Comunicação, na tarde deste domingo, 16, que são denúncias sem fundamento, produzidas e apresentadas pelo ex-diretor do Hospital Ana Izabel de Carvalho, Carlos Afonso Hermann, aliado do vereador Cidão Fazolino e que, à convite deste, esteve trabalhando nos últimos dias nas dependências internas do Parlamento Municipal, produzindo este relatório. Maia disse que, antes de se pronunciar na imprensa, irá fazer um pronunciamento bombástico durante a sessão extraordinária desta terça-feira, 18, sobre este assunto, onde além de se defender publicamente, estará apresentando sérias denúncias.
A hipocrisia destes dois vereadores que, em plenário, nunca mediram esforços para defender suas teses fajutas na forma de dissimulados discursos de que ali estão para "trabalharem pela comunidade" e não para usarem a política em benefício próprios, fazem tornar questionáveis a lisura da política que praticam, a credibilidade e a sinceridade de suas palavras e promessas. A grande verdade é que nunca, em toda a história política jataiense, um velho e sábio dito popular não era tão fundamental para tentar explicar este episódio. E assim diz este dito popular: "Quer conhecer verdadeiramente uma pessoa? Dê um pouco de poder a ela."

15 de mar. de 2008

Cidão apresenta denúncias contra Ediglan Maia na intenção de rachar grupo de oposição ao prefeito

Terry Marcos Dourado - ABD Comunicação
O site Imagem Goiás, patrocinado pela Prefeitura de Jataí, publicou neste sábado, 15, que o presidente interino da Câmara de Vereadores de Jataí, o líder-mor do prefeito Fernando Peres (PR) naquela Casa de Leis, Alcides “Cidão” Peregrino Fazolino (PTB) entregou na sexta-feira, 14, uma cópia do seu relatório aos vereadores presentes na última sessão ordinária da primeira temporada de março. De acordo com o site Imagem Goiás, fontes ligadas a vereadores de Jataí teriam revelado ao site que “o relatório do Dr Alcides aponta que Ediglan Maia superfaturou serviços, usou notas frias e comprou perfume com dinheiro da Câmara”.
O documento elaborado pelo Vereador Cidão Fazolino, segundo o site Imagem Goiás, acusa o vereador Ediglan Maia (PSDB) de malversação do dinheiro público. “Conforme as fontes revelaram ao Imagem, dentre as irregularidades apontadas estão notas frias de gasolina, superfaturamento de serviços e compras desnecessárias. Outro item bastante estranho revelado no documento, é um recibo de pagamento de perfumes no valor de R$ 3.600,00. Também está apontado no relatório a quantia de cerca de R$ 5.000,00 gastos em festas” – revelou o Imagem Goiás.
O site diz ainda que o levantamento administrativo foi feito pelo presidente da Casa, Alcides Fazzolino, e dizem respeito aos dois meses de 2008 em que o vereador Ediglan Maia respondeu pela Presidência da Câmara de Vereadores, antes de ser afastado do cargo, por duas vezes, por decisão judicial.
O Imagem Goiás terminou o texto informando que “cada vereador recebeu uma cópia do relatório das mãos de Cidão, que deixou a cargo deles a iniciativa de qualquer atitude sobre o assunto. Participaram da reunião os vereadores Ediglan Maia, Gênio Eurípedes, João Wesley, Geovaci Peres, Adilson de Carvalho, Abimael Silva, André da Galera e Alcides Fazolino. Faltaram à sessão, Maria José Lemes e Soraia Rodrigues.”
Neste sábado, 15, a produção de jornalismo da Agência Barros Dourado Comunicação tentou diversos contatos telefônicos com o vereador Ediglan Maia para que ele comentasse o assunto, mas nenhuma das tentativas obteve sucesso.
Ediglan afirma ser o alvo e vítima de ataques
orquestrados pela Administração Municipal
Mas, durante as duas primeiras sessões ordinárias de março, realizadas nos dias 12 e 13, o vereador Ediglan Maia fez vários pronunciamentos. Especificamente a respeito das investigações em suas contas do exercício da Presidência em 2005 e nos dois primeiros meses deste ano, feitas por determinação do presidente interino, vereador Alcides “Cidão” Fazolino, Ediglan Maia assim comentou:
“O alvo de toda esta questiúncula política é apenas o vereador Ediglan Maia. Eu já coloquei à disposição do Ministério Público e à disposição de qualquer vereador todas as cópias de todos os documentos da gestão de 2005. O que eu não acho justo é quererem macular ou digitar uma responsabilidade num momento como este, de forma interina, e buscar elementos lá atrás, para que se coloque agora (referia-se à véspera da nova eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal). Se assim for feito, sou também responsável pelos meus atos” – ratificou Maia.
Ediglan Maia garantiu que todas as suas contas foram aprovadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). “As minhas contas passaram pelo Tribunal de Contas dos Municípios. No acórdão lá consta que, no que se refere à remuneração dos vereadores, a exceção do vereador Alcides Fazolino que não fazia parte do primeiro ano da atual legislatura porque era o titular da Secretaria Municipal da Saúde (à época, ocupava a cadeira de Cidão, o suplente de vereador Rodrigo Garcia (PR)), mas todos os vereadores receberam a mais (R$ 900,00 mensais até outubro de 2007) em razão de um erro de cálculo da assessoria jurídica da época. Então, não é o vereador Ediglan quem deve isoladamente, todos os vereadores são devedores solidários. Eu posso até pagar caro por isso. Posso até ser mais ou menos considerado inelegível se eu não resolver esta questão, mas ainda não sou. Cada um dos vereadores deverá restituir aquilo que recebeu a mais” – afirmou Ediglan.
No que se refere às denúncias de excesso no gastos com combustíveis em sua gestão na Presidência do Legislativo Jataiense, em 2005, o vereador Ediglan Maia ratificou que tudo foi feito na mais absoluta legalidade. “Tudo que nós fizemos foi fundamentado na Lei das Licitações. Nós consumimos cerca de R$ 6 mil a R$ 8 mil mensais. A Lei autoriza até R$ 8 mil não ser necessária a feitura do processo licitatório, e assim nós fizemos” - ressantou.
Outra alegação feita há cerca de seis meses por opositores de Ediglan Maia refere-se a gastos excessivos com publicidade na mídia, em 2005. Sobre este assunto, Ediglan comentou que toda a imprensa jataiense foi contemplada pela Câmara Municipal. “Assim também foi feito na gestão dos ex-presidentes, vereador João Wesley (PP) e vereadora Soraia Rodrigues (PSDB). Assim também tinha sido feito lá atrás nas gestões dos ex-presidentes Geovaci Peres (PMDB), Carloni Assis (PMDB) e Alcântara de Carvalho (PMDB), de acordo com a Lei das Licitações. Então, estou tranqüilo no que se refere a isso” – esclareceu Maia.
Manifestando ter estado (ele diz que ainda está) à disposição do presidente interino, Alcides Fazolino, para prestar quaisquer esclarecimentos, o vereador Ediglan Maia pediu transparência, ética e honestidade quanto às informações referentes aos períodos em que ele esteve presidindo o Parlamento Jataiense. “Eu estou à inteira disposição de Vossa Excelência, vereador Cidão. Eu só gostaria que nós jogássemos de frente, e não dar rasteiras um no outro” – disse Ediglan.
Ediglan: "Não vou aceitar que inimigos meus
venham me execrar neste Parlamento"
Ediglan Maia fez questão de informar ao vereador Cidão Fazolino, diante dos demais vereadores e da comunidade presente à sessão ordinária do dia 12 de março, que ele próprio havia solicitado ao TCM uma auditoria em suas contas nos meses de janeiro e fevereiro deste ano, período em que ele esteve presidente antes de ser afastado, por duas vezes, por decisão judicial à pedido do vereador André “da Galera” Pires do Nascimento (PR) e do presidente do PR em Jataí, jornalista José Renato Assis, irmão do prefeito Fernando Peres (PR).
“Se Vossa Excelência, doutor Alcides, não tem ainda essa informação, saiba que já está lá no TCM (Tribunal de Contas dos Municípios) uma solicitação do vereador Ediglan Maia para que seja feita uma auditoria nesses dois meses em que respondi pela Presidência este ano. E, se necessário, que se extenda esta auditoria pelo período interino de Vossa Excelência, para que possamos esclarecer todas as questões que são duvidosas, de forma transparente e tranqüila. E Vossa Excelência pode ter absoluta certeza de que todos os atos promovidos e praticados pela Mesa Diretora nestes dois primeiros meses de 2008 e na minha gestão de 2005, eu assumo todas as responsabilidades. E fico à disposição para satisfazer a qualquer dúvida” – disse Ediglan.
Na sessão do dia 13 de março, ao ser provocado pelo vereador Cidão Fazolino, o vereador Ediglan Maia fez questão de ressaltar em plenário que, em 2005, quando presidia o Parlamento Jataiense, fez várias solicitações de auditorias ao TCM. “Em 2005, os senhores vereadores não sabiam disso, eu pedi cinco auditorias nas minhas contas, e ainda ficaram três equívocos para trás (aqui, se referindo ao dinheiro recebido à mais por todos os vereadores como complemento de seus vencimentos e também às denúncias de gastos excessivos com combustíveis e publicidade). São questões já superadas no Tribunal de Contas dos Municípios, mas nós temos ainda que resolver a questão da imputação que lá está lançada e que nós vamos ter que pagar (o dinheiro recebido a mais por todos os vereadores até outubro de 2007)” – esclareceu o vereador.
Cidão terá conseguido destruir o bloco de oposição
à Administração Municipal no Parlamento Jataiense?
Irritado com as provocações do presidente interino, vereador Cidão Fazolino, Ediglan Maia, sem perder a calma criticou a perseguição que vem sofrendo deste colega de Parlamento. “O vereador Cidão assume a Presidência por sete dias, mantém uma equipe externa, da confiança dele, dentro do gabinete da Presidência fazer um levantamento das minhas contas e eu, sequer, fui consultado, em nenhum momento, a respeito desses levantamentos, Coloquei-me à disposição, se houvesse o interesse. Ouço o vereador Cidão falar que não tem nada contra mim, e aí nós vamos condicionar uma eleição, vamos condicionar a uma feitura de chapa de acordo com o relatório apresentado pelo (vereador) representante nomeado interinamente?” – desabafou Maia diante da ameaça, naquele momento, de rompimento do bloco de oposição à Administração Municipal, formado por seis vereadores.
Novamente, Ediglan Maia ratificou que o foco dos recentes ataques ao Parlamento Municipal era a si próprio e não a qualquer um dos demais vereadores. “A caça às bruxas não é a nenhum dos senhores (vereadores), mas única e exclusivamente ao vereador Ediglan Maia. Estão querendo fazer com que este grupo, que nós estamos idealizando em Jataí, de oposição à esta Administração Municipal, tenha uma cisão, um rompimento, porque são estes que estão querendo fazer um pré-julgamento com uma auditoria unilateral, auditoria feita por pessoas indicadas pelos nossos adversários, e que o objetivo é o rompimento deste grupo, afastá-los desta união, não só com relação à esta Casa, mas com relação ao processo político de 5 de outubro próximo” – alertou Maia diretamente aos demais cinco colegas do, por enquanto, bloco de oposição à Administração Fernando Peres.
Irritado em plenário, mas mantendo-se calmo, Ediglan Maia continuou: “O objetivo de tudo isso é esse mesmo, ou seja, plantar o desentendimento, a desconfiança entre um grupo que estava aqui sendo mantido por seis vereadores. Este é o objetivo, que foi alcançado. O relatório está sendo apresentado e feito. Vou recebê-lo. E vou fazer os meus relatórios também, a respeito desta administração e a respeito desta Casa. Eu não vou aceitar que inimigos meus, de forma unilateral, façam auditorias e venham me execrar neste Parlamento. Porque aqui ninguém tem mais moral do que eu. Pode ter igual. Mais moral, não. E eu não vou aceitar, vereador Alcides, em razão de uma questão política, que se coloque o meu nome, a minha honra, a minha dignidade na sola dos sapatos dos senhores que são declaradamente adversários do vereador Ediglan Maia. O comando e a ordem de tudo isso é da prefeitura. O prefeito deixou bem claro isso, que qualquer um, menos o vereador Ediglan Maia, custe o que custar, pode assumir a Presidência da Câmara. Então, vou me preparar também” – desabafou Ediglan.
Após a matéria publicada no site Imagem Goiás, há informações, não confirmadas, de que o vereador Ediglan Maia teria desistido de pleitear a Presidência da Câmara Municipal no pleito agendado para a próxima terça-feira, 18. Até o fechamento deste texto, a produção de jornalismo da ABD Comunicação não conseguiu contato telefônico com Maia para confirmar o boato. O prazo final para o registro das chapas concorrentes encerra às 14 horas deste domingo, 16. Outras informações, a qualquer momento aqui no blog.

12 de fev. de 2008

Os novos rumos do escândalo na prefeitura de Jataí

Terry Marcos Dourado - Agência Barros Dourado Comunicação
Já está mais do que “batido” o velhíssimo jargão público de que “no Brasil, tudo termina em pizza”.
Em Jataí, parece que a situação pós-“furacão” de denúncias de supostos atos de improbidade administrativa contra a administração do prefeito Fernando Henrique Peres, (PR), o “Fernando da Folha”, já começa a cheirar “calabrezza” e “catupiry”. Vejamos alguns dos indícios desta quase certa realidade:
OS DENUNCIANTES: Os vereadores Gênio Eurípedes de Assis (PMDB) e o atual presidente da Câmara Municipal, Ediglan da Silva Maia (PSDB), permanecem calados, quietos, na expectativa dos resultados das lentérrimas apurações da 5ª. Promotoria de Justiça do Ministério Público em Jataí e do Tribunal de Contas dos Municípios.
Claro, sem esquecer dos relatórios conclusivos das polícias Civil e Federal sobre as inúmeras denúncias, inclusive sobre as ameaças de morte via telefone que ambos os denunciantes receberam em meados de novembro passado. Gênio Eurípedes e Ediglan Maia já fizeram o que lhes era cabível. Faltam-lhes, agora, serem mais incisivos na cobrança de maior agilidade no aparecimento dos resultados das investigações.
OS DENUNCIADOS: Dentre todos os denunciados no escândalo, vamos focar os maiores alvos das denúncias. O jornalista José Renato Assis, irmão do prefeito Fernando Peres, continua presidindo o PR jataiense, continua ganhando seus talvez R$ 12.800,00 mensais (segundo matéria publicada recentemente pelo Diário da Manhã, este é o salário que um secretário de Estado recebe mensalmente, em Goiás) como membro do secretariado do Governo Alcides Rodrigues. Também continua comandando o seu periódico Folha do Sudoeste, como se nada tivesse acontecido. Evangélico de fé inabalável, acredita que todo o escândalo que envolve seu nome e o do seu irmão, o prefeito, não passa de “obra do Diabo” que “será queimada pelo Espírito Santo”.
E o “Demônio” (ou os “demônios”) será(ão) vencidos a seu tempo, pelo poder da “Fé”. Moral da história: José Renato Assis continua demonstrando tranqüilidade. E, na única vez que “falou” sobre os episódios, via artigo publicado em seu próprio jornal, chegou a indiretamente se comparar a “Jesus Cristo”, vítima de traições e injustiças...
Já o seu irmão, Fernando Henrique Peres, permanece aparentemente inabalável e inatingível, confiante na certeza de que nada vai lhe acontecer, nem mesmo uma derrota nas urnas. O excesso de autoconfiança que se assemelha à uma provável arrogância e prepotência, se mistura com um irônico perfil de “coitadinho injustiçado” que se diz inocente, mas até agora não foi capaz de provar, com documentos de autenticidade inquestionáveis, sua inocência em todas as acusações que protagoniza.
Na condição de prefeito, pessoa pública, Fernando Peres até agora não se deu conta de que deve, sim, uma satisfação real ao povo jataiense, em especial aos seus mais de 24 mil eleitores de 2004. Mas, por que alguém iria “perder tempo” em se explicar ao povo, se está “convicto” de que o “denuncismo” já já será esquecido, não só pela polícia, pelo TCM, pelo Ministério Público, mas também pelo povo?... E parece que “Sua Majestade” conta com a ajudinha “Divina”, pois o foco das atenções da 5ª. Promotoria do Ministério Público recentemente estava totalmente voltada para a tragédia ambiental do rompimento da barragem em Aporé. Aff!
E o Rildo Vergínio? O mais famoso e comentado funcionário público do município de Jataí nos últimos meses de 2007, chegou a “documental e oficialmente” ser afastado de suas funções por 90 dias, pelo prefeito. Há boatos não confirmados que afirmam que, na prática, tal afastamento nunca ocorreu. O fato é que, este personagem está caindo no esquecimento das autoridades e até do público. Aliás, no momento, já por vencer os 90 dias, Rildo já está ou estará de volta à prefeitura e, mais animado do que nunca, já candidatíssimo à uma cadeira no Parlamento Municipal, talvez cobiçando ocupar o lugar de um dos seus acusadores: Ediglan Maia ou Gênio Eurípedes... Aff! Como essa vida é cômica! Mesmo que a piada seja em tom macabro!
Quanto aos demais denunciados... Meros atores coadjuvantes, não precisam ser nominados. Basta dizer aqui que “tudo continua como dantes, na terra de Abrantes”.
OS INVESTIGADORES: Pelos resultados divulgados até o momento, ou seja, nenhum, é suficiente apenas comparar a eficiência e a agilidade de todos eles ao desempenho das tartarugas e até do Rubinho Barrichello na Fórmula 1. Enquanto isso, os mais de 80 mil habitantes de Jataí continuam à espera de uma satisfação. Satisfação, esta, que não vem do prefeito, mas bem que poderia vir do Ministério Público, pelo menos. Nem que fosse para dizer que todo aquele “bafafá” não passou de um ledo engano ou que, realmente, havia algo muito podre no reino de FHP.
Sentado num banco da Praça Professor Maromba, a popular "Praça dos Puteiros" ou "Praça da Cadeia", encontrei o "Seu Zé Antóim", mais conhecido pela alcunha de "Véi du Fumo", marido da Cumade Juaquina, manda um recado: “Meu povão de Jataí!... Vamo guardá uns dim-dim pá módo di nóis comprá as birita pra modo de nóis cumê as pizza... Num vamu percupá com o rélabuxo das dança pruquê os xôu, u noçú prefeito e o Marcondis (Marconi Perillo) vai dá pra nóis no decorrê destes mêis antes das eleição! Vamu divertí, pessoár! Nada di fica fazenu beicim viu Adiuçu Moraizi e uzôto qui tão fazenu. (tsc) ara, sô!”
N.R.: Quero aqui esclarecer que nada tenho contra e tão pouco a favor com relação a todos os personagens do escândalo na Prefeitura de Jataí e torço para que tudo se esclareça, satisfações sejam dadas ao povo e, se culpados houverem, que sejam punidos no rigor da Lei.
Apenas faço questão de ressaltar que, pessoalmente, há muito deixei de confiar na palavra de um homem chamado Fernando, pois, suas mentiras para com minha pessoa muito me prejudicaram numa "amizade" comigo que, da parte dele, hoje eu sei que nunca existiu.
Pessoalmente, tenho muitas frustrações, mágoas e decepções com relação à pessoa do senhor Fernando e seu irmão pelo mal que me causaram, diga-se de forma muito injusta, inclusive culminando no fechamento das portas de seu gabinete, no Centro Administrativo, para a minha pessoa. Mas, que fique publicamente esclarecido que, jamais em meus 16 anos de atuação no jornalismo, deixei que problemas particulares afetassem meu lado profissional. Não misturo as coisas.
Hoje, embora alguém possa discordar, não faço acusações, tampouco promovo ataques à Administração Municipal, embora motivos para isso não me faltam, porém, não o faço, apenas deixei de priorizar (ou mesmo defender) alguém que tanto mal me causou e dou um considerável crédito aqueles políticos que sempre me respeitaram pessoal e profissionalmente.
Apenas, na condição de profissional da imprensa, divulgo todos os fatos e, em nome dos direitos do povo, cobro uma satisfação pública sobre as conclusões desta onda de denúncias que, desde meados de outubro último, tem feito a sociedade jataiense ferver.
Terry Marcos Dourado, jornalista e radialista.

10 de jan. de 2008

Prefeito Fernando Peres se passa por vítima e afirma: “Adilson Morais nunca me engoliu”

Por Terry Marcos Dourado
Agência Eldorado, com informações do Diário da Manhã (Ed. 5/01/2008)
Jataí, GO - Em resposta à matéria publicada com exclusividade aqui no Gazeta Eldorado Online e também à nota intitulada "Um vice-prefeito ilhado", publicada na edição de sábado, 5, do jornal goianiense Diário da Manhã, o prefeito de Jataí, Fernando Henrique Peres (PR), rebateu as críticas na forma de denúncia feitas pelo presidente do Legislativo Jataiense, vereador Ediglan Maia (PSDB) e confirmadas pelo vice-prefeito Adilson Morais (PSDB).
Na versão do prefeito, tudo está acontecendo dentro de um princípio lógico vez que seu vice não passa de um turista na prefeitura. “Ele (Adilson Morais) raramente aparece no local. E, quando vai ao seu gabinete, é para fazer reuniões políticas com o objetivo de tramar contra a minha administração” – justificou Peres. O prefeito jataiense não poupou palavras e afirmou que seu vice tem ciúme de seu governo. “É do conhecimento de todos em Jataí que o vice-prefeito Adilson Morais nunca me engoliu. É muito ciúme e pouca disposição para o trabalho” - alegou.
Fernando Peres retrucou as acusações de que ele teria promovido uma série de retaliações que impediram o vice-prefeito de prestar um bom atendimento à comunidade. O revide foi feito com a seguinte pergunta: “Como exigir respeito, se ele próprio não me respeita?”. Ele completou o questionamento alegando estar profundamente decepcionado e sentindo-se traído pelo vice-prefeito Adilson Morais que, segundo Peres, o denunciou no Ministério Público (MP), tentou aliciar vários servidores públicos para depor contra sua pessoa no MP com promessas de melhorar os salários dos mesmos, e ainda promover alguns deles em cargos melhores, caso ele (o vice) assumisse a prefeitura. “Adilson sonhou com uma possível cassação minha e prometeu mundos e fundos para algumas pessoas” – afirmou Fernando Peres.
Em relação à sucessão municipal, o prefeito disse que já tinha certeza de que seu vice iria compor com os seus adversários políticos. “Ele (Adilson Moraes) sempre manteve conversações com o PMDB desde o início da nossa gestão. Aliás, na última campanha política, o vice-prefeito se escondeu e se omitiu de pedir votos para o governador Alcides Rodrigues e para o senador Marconi Perillo, em detrimento dos candidatos do PMDB (leia-se Maguito Vilela). Então, como manter um relacionamento respeitoso entre prefeito e vice-prefeito com tantas mazelas assim?” – afirmou Peres, que encerrou dizendo esperar que cada um tire as suas próprias conclusões de quem está certo ou errado em toda esta celeuma.

5 de jan. de 2008

Retaliações do prefeito ao vice podem virar processo judicial. Adilson Morais está isolado na prefeitura

O PRESIDENTE DO LEGISLATIVO JATAIENSE, VEREADOR EDIGLAN MAIA (PSDB) DENUNCIOU, AO DISCURSAR NA SESSÃO DE SUA POSSE, QUE O VICE-PREFEITO ADILSON MORAIS (PSDB) ESTÁ SENDO VÍTIMA DE RETALIAÇÃO POLÍTICA DO PREFEITO FERNANDO PERES (PR).
SEGUNDO MAIA, OS TELEFONES DO GABINETE DO VICE-PREFEITO TIVERAM AS LINHAS CORTADAS, O CELULAR PRIVATIVO FOI TOTALMENTE BLOQUEADO, O SEGREDO DA PORTA DE ACESSO À GARAGEM DO VICE-PREFEITO FOI TROCADO E NÃO REPASSADO A ADILSON MORAIS QUE, SEQUER, TEM ASSESSOR PARA ATENDER O POVO EM SEU GABINETE.
A DENÚNCIA FOI PUBLICAMENTE CONFIRMADA PELO VICE-PREFEITO, NA MESMA SESSÃO DE POSSE.
A COMÉDIA REAL FAZ ACREDITAR QUE TUDO NÃO PASSA DE "BIRRINHAS POLÍTICAS" ENTRE POLÍTICOS "ADULTOS". O CASO PODE IR PARAR NA JUSTIÇA.
Jataí, GO - “Meu vice-prefeito (Adilson Morais, PSDB), desde o início, nunca aceitou a condição de vice e sempre tentou dificultar meu relacionamento com os aliados. Ele é uma pessoa difícil de se relacionar. Foi ele quem rompeu comigo pela primeira vez no primeiro ano. Fiquei 15 das na Europa em uma missão com o governo do Estado e ele foi prefeito durante esse período. Quando voltei, percebi que ele tinha pegado gosto pelo cargo” – disse o prefeito de Jataí, Fernando Henrique Peres (PR), ao repórter Fernando Machado, do jornal “Tribuna do Sudoeste”, do Grupo Tribuna do Planalto, de Goiânia, em entrevista publicada na edição do dia 12 de novembro.
Na mesma entrevista, Peres fez novas provocações ao seu vice, Adilson Morais, dizendo que, na semana seguinte ao seu regresso da Europa, Morais usava a mídia tentando jogar a opinião pública contra ele, o prefeito. “No segundo ano (de mandato, 2006), ele (Adilson Morais) rompeu de novo. Ameaçou um retorno este ano, mas recuou em seguida. Na verdade, a convivência dele (Adilson Morais) é com o ex-prefeito Humberto Machado, do PMDB.” – atacou o prefeito.
Ao ser questionado sobre sua relação pessoal com o vice-prefeito Adilson Morais, Fernando Peres contradisse ao que disse na última entrevista concedida à Agência Eldorado. À Tribuna do Sudoeste, o prefeito disse exatamente isso: “A grande verdade é que o Adilson sequer freqüenta a prefeitura. No final do mês, ele aparece para receber. Felizmente, a lei obriga que o cargo seja transmitido ao vice somente quando a ausência é maior do que 15 dias. Eu fico fora de Jataí no máximo três dias” – afirmou o prefeito.
Ao ser questionado sobre quem ele irá escolher para ser seu vice na disputa pela reeleição, Fernando Peres assim respondeu: “O Adilson (Morais, atual vice-prefeito) naturalmente seria a última pessoa. Seria difícil montar uma chapa com ele porque, mesmo se existisse uma reconciliação entre a gente, seria ruim para mim. Ele está muito “queimado”. A tendência é que eu seja o candidato, mas, se eu não estiver bem na época de definir a candidatura, vou apoiar outra pessoa dentro do nosso grupo. No momento, o meu nome é o mais forte, só que não vou colocar todo um projeto em risco por causa de vaidade pessoal. Se eu estiver bem, vou pra reeleição. Não tenho apego ao poder. Temos outros nomes importantes” – disse à reportagem da Tribuna do Sudoeste.
Em 23 de março de 2007, o prefeito Fernando Henrique Peres (PR), em sua última entrevista à Agência Eldorado, deu uma versão completamente diferente sobre uma eventual nova “parceria” com Adilson Morais. Leia, a seguir, o trecho da entrevista que ele concedeu-me:
“(...) E quem seria seu parceiro ideal para uma nova disputa pela prefeitura em 2008?
Fernando – Existem vários nomes importantes dentro do nosso grupo e seria muito temeroso eu citar algum nome no momento. Talvez o próprio atual vice (Adilson Morais, PSDB), não sei o que vai acontecer daqui até lá, desconheço quais as intenções dele, mas são nomes que temos dentro do nosso grupo político que, com certeza, irão somar muito e, se eu sair candidato, sairei com força total. Essa, é a certeza que eu garanto. Eu não estou para brincadeira. Se eu for o candidato a reeleição, eu o serei com força, com o apoio das nossas autoridades estaduais e federais e com o apoio da maioria absoluta dos partidos políticos de Jataí.
O seu atual vice-prefeito, Adilson Morais, que o sr. acaba de citar... Independente dos atritos ocorridos recentemente, O sr. gostaria de tê-lo como seu vice num eventual segundo mandato?
Fernando – Isso depende do momento. Hoje, estamos voltando a ter um bom relacionamento. Esse relacionamento foi rompido por ele em duas oportunidades, mas voltamos a nos relacionar bem, estamos conversando. Eu não sei o que poderá acontecer. Isso não depende somente de mim, depende dele e da sociedade. Ele tem um futuro político bom, depende dele. Mas, as mudanças são normais. Se houver a necessidade de uma troca, isso é natural e vou encarar isso com naturalidade.”
Vice ignorou provocações do prefeito
Procurado pela reportagem da Gazeta Eldorado para comentar as declarações de Fernando Peres, o vice-prefeito de Jataí Adilson Morais disse que, no momento, não há o que dizer, mas garantiu que não está decepcionando o povo jataiense, principalmente aqueles que o elegeram, pois tem cumprido diariamente a sua função de vice-prefeito, ora atendendo em seu gabinete, ora visitando os bairros.
Adilson disse também que, nos momentos em que é solicitado a representar o prefeito ou o município, ele tem cumprido com seriedade e competência a missão. “Mas, isso quase não tem ocorrido neste período em que estou no cargo” – afirmou, ressaltando que a única vez em que recebeu uma missão do prefeito Fernando Peres, não teve a sua atuação criticada quando assumiu a prefeitura em substituição ao titular no período de 21 de outubro a 7 de novembro de 2005, em razão da viagem de Peres à Europa na comitiva do então governador Marconi Perillo, pelo contrário, recebeu elogios de companheiros e até mesmo de adversários políticos por seu estilo de administrar.
A respeito da declaração de Fernando Peres onde ele afirma na entrevista que Adilson Morais “naturalmente seria a última pessoa” que ele gostaria de ter como parceiro político na disputa pela reeleição em 2008, por ser um cidadão “muito queimado”, o vice-prefeito não quis retrucar para não polemizar. Adilson Morais disse apenas que enquanto o prefeito está preocupado em promover acusações gratuitas contra ele (Adilson) na mídia, Morais continua não perdendo tempo mantendo seu ritmo de trabalho em prol da comunidade jataiense. “Além de trabalhar pela comunidade, tenho orado muito para que ele (o prefeito) consiga responder aos quase dez inquéritos no Ministério Público e no Tribunal de Contas dos Municípios e consiga convencer a todos da sua honestidade – disse.
"Birrinhas" políticas e novos métodos de ataque?
Durante a campanha política de 2004, o então candidato a prefeito Fernando Henrique Peres (pelo PL, hoje PR), fez em praticamente em todos os comícios uma promessa pública ao então candidato a vice-prefeito em sua coligação, o radialista Adilson Morais: “Adilson, a estrutura que o Humberto (Machado, à época prefeito tendo o próprio Fernando Peres como vice) não me deu, eu vou te dar...”. Outra promessa feita por Peres: “Jataí, a partir de 1º de janeiro de 2005, terá não apenas um prefeito, mas dois prefeitos atendendo o povo...”
Plenário da Câmara de Vereadores de Jataí, terça-feira, 1º de janeiro de 2008. Solenidade de posse da nova Mesa Diretora do Parlamento Jataiense.
Durante seu primeiro pronunciamento como presidente, o vereador Ediglan Maia (PSDB), ao se referir ao companheiro de partido, o vice-prefeito Adilson Morais, presente à solenidade, tornou públicas situações que deixaram a enorme platéia estupefata. Segundo o presidente do Legislativo Jataiense, o prefeito Fernando Henrique Peres estaria usando novos métodos na tentativa de enfraquecer politicamente o seu vice, Adilson Morais, junto a opinião pública.
Maia denunciou que o prefeito teria mandado trocar o segredo da porta principal que dá acesso à garagem exclusiva do vice-prefeito, pelos fundos do gabinete. Segundo o presidente do Legislativo Municipal, só o prefeito tem acesso ao novo segredo da porta. Além disso, segundo a denúncia, misteriosamente e coincidentemente no mês de dezembro, foram cortadas as linhas telefônicas 3632-8813 (recepção do gabinete do vice-prefeito) e 3632-8814 (telefax direto do gabinete do vice-prefeito). Hoje, quem liga no telefone geral da prefeitura, o 3632-8800, não consegue falar no gabinete do vice-prefeito, pois não há linha para transferência. A linha de celular privativa do vice-prefeito, 8403-9519, também foi bloqueada em dezembro, tanto para receber quanto para fazer chamadas.
Segundo informações apuradas pela reportagem, em dezembro, o senador Marconi Perillo (PSDB), tentou falar com o vice-prefeito Adilson Morais em um dos telefones da prefeitura (Centro Administrativo Municipal). Perillo não conseguiu falar com o vice-prefeito, pois teria recebido a informação de que “o mesmo não se encontrava na prefeitura” (???), e foi orientado a ligar na residência de Adilson Morais e, somente desta forma foi que o senador conseguiu falar com Adilson Morais e convidá-lo para um jantar em sua residência no Condomínio Alphaville, em Goiânia, no dia 19 de dezembro. Outras informações repassadas à reportagem afirmaram ter ocorrido a suspensão do fornecimento de água e cafezinho e a retirada de uma funcionária do gabinete do vice-prefeito Adilson Morais, logo após o primeiro desentendimento político ocorrido entre o prefeito Fernando Peres e seu vice, em 2005.
Após as denúncias feitas pelo presidente Ediglan Maia, só restou ao vice-prefeito Adilson Morais confirmá-las quando da sua vez de falar ao público presente à solenidade. Envergonhado pela situação exdrúxula e ridícula por que passa, o vice-prefeito confirmou uma a uma todas denúncias explicitadas por Ediglan Maia e disse desconhecer os motivos que teriam levado o prefeito a tais procedimentos.
Vice-prefeito injustiçado
Voltando um pouco no tempo, quem acompanhou os bastidores da campanha eleitoral da então dupla Fernando Henrique Peres e Adilson Carvalho de Morais, candidatos a prefeito e a vice respectivamente no pleito de 2004, sabe que a atuação de Adilson Morais foi decisiva para a vitória do vice-prefeito à época, que pôs fim ao monopólio político de 28 anos do PMDB no município (1976 a 2004). Adilson Morais foi uma espécie de “avalista político” para que o então prefeitável Fernando Peres conseguisse aglutinar o apoio decisivo do PSDB do então governador Marconi Perillo. Resultado: vitória nas urnas com mais de 24 mil votos.
Durante os showmícios da campanha eleitoral, Fernando Peres sempre prometeu que daria oportunidades ao seu vice-prefeito, caso fossem eleitos. Por várias vezes, chegou a dizer que “Jataí teria, a partir de 1º de janeiro de 2005, não um mas dois prefeitos para atender o povo”. Mas, segundo informações, a consolidação da vitória mudou os planos e as atitudes do prefeito eleito, principalmente após uma reunião ocorrida em 23 de janeiro de 2005, na residência do ex-presidente do Legislativo Jataiense, Beltrônio Ferreira de Melo Filho (Bió).
Participaram da reunião vários membros do PSDB municipal, além do prefeito Fernando Peres e de seu irmão, o então secretário geral da prefeitura, José Renato Assis. Neste encontro, o vice-prefeito Adilson Morais e o vereador Ediglan Maia alertaram o prefeito sobre os gastos excessivos com publicidades e eventos, falta de um planejamento administrativo e a não valorização dos partidos da base que foi fundamental para a vitória de Peres nas urnas. Naquela noite, o vice-prefeito Adilson Morais disse ao prefeito Fernando Peres que haviam assessores que estavam extrapolando em suas funções a ponto de passar por cima da autoridade do próprio prefeito. Adilson alertou, naquele momento, que se não houvesse uma urgente reavaliação do sistema administrativo municipal, a gestão do prefeito Fernando Peres fatalmente enfrentaria sérios e graves problemas no futuro.
Coincidência ou fatalidade, o prefeito Fernando Peres teria ignorado os alertas dados por Adilson Morais e Ediglan Maia e, como resultado, enfrenta hoje uma forte e, talvez irreversível crise administrativa. Além das inúmeras denúncias de práticas de improbidades administrativas que tramitam no Ministério Público, Tribunal de Contas dos Municípios, na Polícia Federal e na Polícia Civil, a Administração Fernando Peres paga o preço de um possível descaso e de uma provável arrogância, pois não conseguiu realizar obras com recursos próprios (segundo informações, as obras inauguradas até o momento pela prefeitura só aconteceram em razão da liberação de recursos federais, ou estaduais ou recursos oriundos de devoluções de sobras da Câmara de Vereadores). Além disso, os servidores municipais estão com seus vencimentos atrasados. Os fornecedores e prestadores de serviços da prefeitura há tempos não vêem a cor do dinheiro que a prefeitura lhes deve.
Em quase quatro anos de mandato, o prefeito Fernando Henrique Peres só confiou a seu vice - cidadão que, segundo se sabe, nunca o prejudicou e, até o momento, nunca o agrediu verbalmente - uma única inauguração, a da passarela sobre a Rua 2, no início da gestão. Um outro momento em que Adilson Morais teve uma atuação importante foi quando, por força da lei, Fernando Peres teve que transmitir o cargo de prefeito ao vice, no período de 21 de outubro a 7 de novembro de 2005, por ocasião de uma viagem à Europa, como membro da comitiva do Governo de Goiás. Mas, um detalhe: na condição de prefeito em exercício, Adilson Morais só governou mesmo por quatro dias úteis, pois, neste período houve dois recessos por pontos facultativos não havendo expediente municipal.
Hoje, sem a menor perspectiva de recuperação do diálogo e de um relacionamento político harmônico e pautado pelo companheirismo, corre às bocas pequenas que, se até o final de janeiro toda a estrutura funcional do gabinete do vice-prefeito não for restabelecida, Adilson Morais irá recorrer à Justiça para fazer valer seus direitos constitucionais. Afinal, como um vice-prefeito poderia trabalhar e prestar um serviço de qualidade ao povo, sem dispor das mínimas condições funcionais de um gabinete?
Segundo informações, enquanto no gabinete do prefeito (e em todos os outros gabinetes da prefeitura) tem de tudo, no gabinete do vice mal há cadeiras para o povo sentar. A informação parece uma piada ridícula e de mal gosto, mas infelizmente é a mais pura verdade. Picuinhas políticas são até aceitáveis, mas “birrinhas” infantis, onde se esconde isso ou aquilo e manda cortar isso ou aquilo só para prejudicar a imagem política de alguém, se realmente for isto o ocorrido, é algo tão surreal e mesquinho que chega a dar ânsia de vômito.
Terry Marcos Dourado
Imagens: Arquivo Eldorado
1) Vice-prefeito Adilson Morais (E) e o prefeito Fernando Henrique Peres (D), instantes antes da transmissão do cargo de prefeito ao vice por ocasião da viagem de Peres à Europa, em 21 de outubro de 2005.
2) O momento do último abraço entre o prefeito Fernando Peres e seu vice, Adilson Morais, em 21 de outubro de 2005. Cena testemunhada, ao fundo, pelo presidente do Legislativo, à época, vereador Ediglan Maia.
3) Na solenidade de sua posse, em 1º de janeiro de 2008, o presidente do Legislativo, vereador Ediglan Maia (PSDB), denunciou retaliações do prefeito Fernando Peres contra o vice-prefeito Adilson Morais.
4) 19/12/2007: Convidado pelo senador Marconi Perillo (PSDB-GO), para um jantar informal em sua residência, em Goiânia, o vice-prefeito Adilson Morais revelou que Perillo, no pleito municipal deste ano, irá subir no palanque do prefeitável que tiver o apoio do diretório jataiense do PSDB.
5) À época, governador do Estado, o apoio de Marconi Perillo foi decisivo para a vitória com mais de 24 mil votos do então candidato a prefeito pelo PL, Fernando Peres (D). Para consolidar o apoio, o então candidato a vice, Adilson Morais (E), funcionou como um "avalista político" de Peres junto ao governador.

18 de dez. de 2007

Vereador Gênio Eurípedes responde acusações de panfletagens anônimas

Jataí (GO) - O vereador Gênio Eurípedes Cabral de Assis (PMDB), também suplente de deputado estadual, enviou nota à produção de Jornalismo da Agência Eldorado respondendo acusações contra ele feitas recentemente na mídia e através de panfletos anônimos. A seguir, a íntegra da nota.
"Gênio Eurípedes responde
Jataí, tem sido alvo de uma panfletagem jamais vista em sua história.
São matérias caluniosas que confundem mais do que explicam. Seria bom que todos os que têm denúncias contra o prefeito ou de sua assessoria, fizessem na forma de processo judicial como eu fiz junto ao Ministério Público e junto também ao Tribunal de Contas dos Municípios em Goiânia, já que não foi possível aprovar na Câmara de Vereadores uma CPI.
Panfletos magoam! Você não sabe direito quem é o seu algoz ou seu adversário! Na rua ou na feira mostram covardia! Matérias pagas em jornal sem a devida identificação do autor ou autores são atitudes levianas e que o povo repudia! Covardia não deve ser o forte de ninguém, nem de vereador, prefeito ou assessor, e nem mesmo do povo!
Estão me “acusando” de ser um “apêndice” ou de fazer tudo o que o ex-prefeito Humberto Machado manda. Não é verdade. Quem me conhece sabe que nunca fui cabresteado por ninguém! Temos, sim, respeito um pelo outro e somos amigos. Humberto é sujeito do bem! E o povo de Jataí gosta muito dele!
O panfleto distribuído na feira, domingo passado, também ataca o meu último livro. A verdade cristalina é a seguinte: não sou um escritor de renome, consagrado. Aceito, perfeitamente, o meu último livro como peça literária bem simples. É um livro que focaliza com exclusividade em Jataí, a linguagem coloquial do povo, escrito, pois, de maneira que julgo bem agradável e com bastante bairrismo e saudosismo.
Não houve coquetel de lançamento do livro e não tive lucro financeiro com sua venda como me acusam! A prefeitura ajudou, sim, na sua publicação, sendo que eu paguei uma parte e a própria editora promoveu descontos dado ao interesse mútuo na sua publicação, até por que o livro iria fazer parte de uma exposição em São Paulo e ainda por conter fotos e linguagem interioranas de Goiás. Quanto ao verdadeiro conteúdo do livro eu não discuto.
Mas estou convencido de que o livro agradou a muita gente e que desagradou aos críticos literários do prefeito. Paciência! Não sou mesmo um escritor relevante, mas um colaborador, acredito, da cultura de Jataí! Pintei quadros, compus músicas e canto mais ou menos. Escrevi meia dúzia de livros e promovi vários eventos culturais, e jornadeio pela educação há muito tempo! Talves numa tentativa vã de vencer pelo idealismo ou de fazer como o mar que há milênios tenta subir pela areia!
Quanto aos gastos “indevidos” e denunciados levianamente por um jornal lá do Tocantins e na montagem de um panfleto distribuído na feira, falando pelos cotovelos a respeito da inauguração da Escola Maria Zaidem, na zona rural, região do Bom Jardim, eis a verdade: é uma excelente escola, bem construída, assim como as demais escolas rurais que a prodigiosa administração anterior construiu. Sua inauguração aconteceu junto com uma ponte e também com melhorias de estradas.
A festa promovida pela prefeitura aconteceu num galpão bem distante da escola, cerca de 10 quilômetros. Os ruralistas deram o churrasco completo e a prefeitura ofereceu as bebidas. Na festa estava presente, inclusive, o prefeito atual (vice na época), vereadores, entre centenas de pessoas. E não fui o ordenador das despesas para a festa e nem mesmo o promotor do evento! Se a administração atual fosse tão contra festas e coquetéis, não teria promovido, entre outros eventos, almoço na “Morena Gril” para o governador Marconi e concorrido coquetel de inauguração da “nova sede” da Secretaria de Assistência e Promoção Social no prédio alugado do antigo Colégio Alcance. Algo em torno de 6 mil reais foram gastos para o tim-tim nababesco! Eu não estive lá. Não tolero beber ou comer empadinhas pagas pelo povo!
Pois bem. Sinceramente não dá para acreditar que alguns assessores ou “amigos” do prefeito não têm mais o que fazer! Vá caçar serviço, moçada! E chega de panfletagem sem assinatura e na calada da noite! Patifaria tem limites!
Como disse o ti Tôizin: é de imbruiá o istamo o que tá aconteceno em Jataí!
Jataí, 16 de dezembro de 2007
Gênio Eurípedes - Vereador"
Fonte: Assessoria Parlamentar do vereador Gênio Eurípedes de Assis
Imagem: Arquivo Eldorado
1) Vereador Gênio Eurípedes: Como disse o ti Tôizin: é de imbruiá o istamo o que tá aconteceno em Jataí!
2) Publicação agressiva contra o vereador Gênio Eurípedes veiculada no jornal "Poderes", do Estado do Tocantins.